Quanto um psicólogo pode movimentar no CPF e quando é o momento de abrir um CNPJ

Quanto um psicólogo pode movimentar no CPF

Muitos profissionais que trabalham como autônomos têm dúvidas sobre quanto um psicólogo pode movimentar no CPF sem enfrentar problemas fiscais. 

Essa questão é fundamental para evitar complicações com a Receita Federal e garantir que as finanças pessoais estejam em conformidade com a legislação. 

Além disso, surge a pergunta: quando é o momento certo de abrir um CNPJ para formalizar suas atividades?

Neste artigo, exploraremos os limites e cuidados necessários para movimentar valores no CPF e as vantagens de formalizar a atividade profissional por meio da abertura de um CNPJ.

Por que saber quanto um psicólogo pode movimentar no CPF é tão importante?

Saber quanto um psicólogo pode movimentar no CPF é essencial para evitar problemas com a Receita Federal. 

O governo monitora as movimentações financeiras para garantir que os valores declarados no imposto de renda sejam compatíveis com os recebimentos.

Os psicólogos que recebem diretamente no CPF devem prestar atenção ao volume das transações, especialmente se os rendimentos forem superiores ao limite de isenção do Imposto de Renda. 

Movimentações incompatíveis ou não declaradas podem levar a penalidades, incluindo multas e até o risco de cair na malha fina.

Qual é o limite para movimentar no CPF?

Embora não exista um limite exato ou pré-estipulado sobre quanto um psicólogo pode movimentar no CPF, algumas regras práticas ajudam a determinar até onde é seguro ir.

Declaração de imposto de renda: Se o psicólogo receber rendimentos tributáveis superiores a R$ 30.639,90 por ano passa a ser obrigatório declarar imposto de renda. 

Na prática, isso significa que qualquer valor movimentado acima desse limite deve ser justificado na declaração.

Comunicação ao COAF: O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) monitora transações consideradas “atípicas”, incluindo:

  • Depósitos e transferências acima de R$ 2 mil por dia;
  • Movimentações em dinheiro vivo de grandes valores, como a compra de bens com pagamento à vista.

Relação entre movimentação e declaração: A movimentação no seu CPF deve ser proporcional aos rendimentos declarados. 

Mesmo abaixo dos valores mencionados, movimentações que não correspondem à renda declarada podem levantar suspeitas.

Riscos de movimentar altos valores no CPF como psicólogo autônomo

Os psicólogos que movimentam valores elevados diretamente no CPF estão sujeitos a riscos fiscais e financeiros, dentre os quais, podemos destacar:

  • Fiscalização pela Receita Federal: A Receita Federal cruza informações de movimentações financeiras com a declaração de imposto de renda. Se houver discrepâncias, o contribuinte pode ser autuado.
  • Multas e juros: A omissão de rendimentos tributáveis pode resultar em multas que variam de 20% a 150% do imposto devido, além de juros baseados na taxa Selic.
  • Caracterização de sonegação fiscal: Se for comprovada má-fé ou tentativa de ocultar rendimentos, o profissional pode enfrentar processos administrativos e até criminais.
  • Imagem profissional comprometida: Problemas fiscais podem impactar a credibilidade do psicólogo no mercado, prejudicando sua reputação junto aos clientes.

Como movimentar no CPF de forma segura?

Saber quanto um psicólogo pode movimentar no CPF é apenas o primeiro passo. Para evitar problemas fiscais, é importante adotar boas práticas de gestão financeira:

  • Declare todos os rendimentos: Indique todos os valores recebidos como rendimentos tributáveis na declaração de imposto de renda. Utilize a seção específica para rendimentos de pessoas físicas.
  • Mantenha registros organizados: Guarde comprovantes de pagamentos, recibos emitidos e contratos com clientes. Esses documentos são essenciais para justificar os valores movimentados.
  • Pague os impostos corretamente: Profissionais autônomos devem recolher mensalmente o carnê-leão, que é uma forma de antecipação do imposto de renda sobre rendimentos recebidos de pessoas físicas.
  • Consulte um contador: Contar com a orientação de um contador especializado ajuda a garantir que todas as obrigações fiscais sejam cumpridas corretamente.

Quando é o momento certo de abrir um CNPJ?

Enquanto movimentar valores no CPF pode ser suficiente para psicólogos em início de carreira ou com poucos clientes, em determinado momento, tomar a decisão de abrir um CNPJ torna-se algo indispensável.

Aumento do faturamento: Se o faturamento anual ultrapassar  a faixa de isenção do IR, o profissional já está obrigado a declarar imposto de renda. 

Sendo assim, abrir um CNPJ pode ser mais vantajoso em termos tributários e de gestão financeira, uma vez que as alíquotas de tributação na pessoa jurídica podem ser menores.

Expansão da carteira de clientes: Quando o número de clientes cresce, a formalização com CNPJ permite a emissão de notas fiscais e transmite mais credibilidade no mercado.

Contratos com empresas: Empresas em geral, costumam exigir que os psicólogos prestadores de serviços emitam notas fiscais, algo que não é possível ao operar apenas com o CPF.

Benefícios fiscais e previdenciários: Com um CNPJ, o psicólogo pode optar por regimes tributários simplificados, como o Simples Nacional, e também garantir acesso a benefícios previdenciários como aposentadoria e auxílio-doença.

Vantagens de abrir um CNPJ como psicólogo

Além de diminuir o risco de sofrer problemas fiscais, o psicólogo que decide abrir um CNPJ pode aproveitar uma série de vantagens, dentre as quais, podemos destacar:

Redução da carga tributária: 

  • Ao abrir CNPJ e optar pelo Simples Nacional, o psicólogo pode pagar seus impostos com alíquotas bem mais baixas em comparação ao imposto de renda como pessoa física.

Maior controle financeiro: 

  • A separação entre finanças pessoais e profissionais facilita o controle do fluxo de caixa e a gestão dos rendimentos.

Credibilidade no mercado: 

  • Ter um CNPJ permite emitir notas fiscais e formalizar contratos com clientes e empresas, aumentando a confiança e o profissionalismo.

Acesso a benefícios empresariais: 

  • Com um CNPJ, é possível acessar linhas de crédito para empresas, adquirir equipamentos com descontos e participar de licitações públicas.

Planejamento tributário eficiente: 

  • Com o suporte de uma contabilidade especializada, o psicólogo pode identificar estratégias para otimizar a carga tributária e maximizar os rendimentos.

Primeiros passos para abrir um CNPJ como psicólogo

Quando o assunto é quanto um psicólogo pode movimentar no CPF, você já sabe que não existe um limite pré-determinado, mas que em contrapartida, os valores precisam ser declarados ao fisco.

Além disso, você sabe também, que como pessoa jurídica é possível aproveitar uma série de benefícios, e dentre outras coisas, obter uma boa economia de impostos.

Sendo assim, é hora de conferir um pequeno passo a passo com as orientações que você precisa para abrir o seu CNPJ.

1.Contrate um escritório de contabilidade

Para começar, contrate um escritório de contabilidade que lhe forneça as orientações necessárias e fique responsável por conduzir os trâmites de abertura da empresa.

A boa notícia é que você não precisa sair da frente do computador ou se preocupar com burocracia, pois a Contabiliza+ é uma assessoria contábil digital, que atende psicólogos de todas as partes do país, através da internet.

2.Escolha o regime tributário

O Simples Nacional costuma ser a melhor opção para a maioria dos psicólogos, pois oferece alíquotas reduzidas e simplifica o pagamento de impostos.

No entanto, em alguns casos pode ser mais vantajoso optar pelo Lucro Presumido. Diante disso, o time de especialistas da Contabiliza+ Contabilidade está preparado para estudar a sua realidade, e com base nela indicar o melhor regime.

3.Separe os documentos necessários

Por sua vez, logo em seguida, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

Em caso de dúvidas com a documentação, não se preocupe, pois o nosso time de especialistas fornecerá todo o suporte necessário.

4.Escolha o tipo de CNPJ

Além de escolher o regime tributário, com o apoio da contabilidade é preciso encontrar o tipo de CNPJ mais adequado para os seus objetivos, dentre as opções, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Natureza jurídica voltada para quem deseja abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Natureza jurídica voltada para quem deseja abrir um CNPJ com sócios.

5.Aguarde a abertura do CNPJ

Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade conduz os trâmites para abertura do CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Por sua vez, com esses documentos em mãos, o psicólogo pode solicitar o registro da PJ de psicologia no CRP (conselho da profissão), e com isso, começar a desenvolver suas atividades como pessoa jurídica, aproveitando todos os benefícios da decisão.

Diferenças entre atuar como CPF e CNPJ para psicólogos

Confira um quadro comparativo com as principais diferenças entre atuar como pessoa física (CPF) ou pessoa jurídica (CNPJ):

Aspecto Atuação com CPF Atuação com CNPJ
Limites financeiros Movimentação restrita às regras de pessoa física. Maior flexibilidade no faturamento e gestão financeira.
Emissão de notas fiscais Não é possível emitir notas fiscais. Emissão obrigatória para serviços prestados.
Tributação Baseada na tabela do imposto de renda de pessoa física, com alíquotas elevadas. Tributação pode ser otimizada no Simples Nacional ou Lucro Presumido.
Formalidade Como pessoa física não é possível assumir alguns contratos de prestação de serviços.. Transmite maior credibilidade e profissionalismo, atraindo clientes corporativos.
Acesso a benefícios Limitado a produtos e serviços para pessoas físicas. Acesso a benefícios empresariais, como crédito com taxas especiais e descontos.

Quando vale mais a pena abrir um CNPJ como psicólogo?

Existem situações claras em que abrir um CNPJ é mais vantajoso do que atuar como pessoa física:

  • Quando o faturamento é elevado: Se o faturamento mensal médio ultrapassar R$ 5 mil, os benefícios fiscais e financeiros de ter um CNPJ começam a compensar os custos envolvidos na formalização.
  • Quando há a necessidade de emitir notas fiscais: Empresas e até mesmo clientes particulares podem exigir notas fiscais, especialmente em contratos corporativos.
  • Quando se pretende expandir o negócio: Se o psicólogo deseja contratar funcionários, alugar um espaço maior ou ampliar o atendimento para outros estados, o CNPJ oferece a estrutura necessária para crescer de forma sustentável.
  • Para aproveitar benefícios tributários: Com o Simples Nacional, o psicólogo pode reduzir significativamente a carga tributária em comparação ao pagamento de imposto de renda como pessoa física.

Cuidados ao abrir e gerenciar um CNPJ como psicólogo

Embora abrir um CNPJ seja uma decisão que gere muitos benefícios, é importante tomar alguns cuidados para garantir que tudo esteja em conformidade com a legislação:

  • Mantenha a contabilidade em dia: Contrate uma contabilidade especializada para garantir que todas as obrigações fiscais sejam cumpridas, evitando multas e sanções.
  • Separe as finanças pessoais das profissionais: Abra uma conta bancária empresarial para gerenciar o faturamento e as despesas da empresa, evitando misturar recursos pessoais.
  • Pague os tributos corretamente: No Simples Nacional, é necessário pagar o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) mensalmente, além de cumprir outras obrigações acessórias, como a emissão de notas fiscais.
  • Atualize o CNAE quando necessário: Caso a atividade profissional seja expandida, atualize o código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do CNPJ para incluir as novas áreas de atuação.

Benefícios de contar com uma assessoria contábil

Gerenciar um CNPJ requer atenção a alguns detalhes fiscais, trabalhistas e administrativos. 

Contar com o suporte de uma assessoria contábil, como a Contabiliza+ Contabilidade, é uma decisão importante e que oferece inúmeras vantagens:

  • Planejamento tributário personalizado: Reduz a carga tributária e otimiza os rendimentos.
  • Gestão financeira eficiente: Organização de receitas e despesas com maior precisão.
  • Cumprimento de obrigações legais: Evita multas e problemas com a Receita Federal.
  • Orientação estratégica: Apoio para expandir o negócio de forma sustentável.

Conclusão: o equilíbrio entre CPF e CNPJ

Saber quanto um psicólogo pode movimentar no CPF é essencial para evitar problemas fiscais e manter as finanças organizadas. 

No entanto, quando o volume de transações aumenta, elevando a carga tributária, ou então, surge a necessidade de emitir notas fiscais, abrir um CNPJ é o caminho ideal para garantir profissionalismo, segurança e vantagens fiscais.

Se você é psicólogo e tem dúvidas sobre quando e como abrir um CNPJ, entre em contato com a Contabiliza+ Contabilidade. 

Nossa equipe especializada está pronta para ajudar você a tomar a melhor decisão para o seu negócio e a organizar sua vida fiscal e  financeira com eficiência.

Fale conosco hoje mesmo e descubra como podemos transformar a gestão do seu consultório!

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo?

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo? Essa é uma dúvida comum entre profissionais que estão em busca de permissão para emitir notas fiscais, economia de impostos e outros benefícios importantes.

Sabendo disso, o time da Contabiliza+ Contabilidade, a sua assessoria contábil especializada em profissionais da área de psicologia, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Neste artigo, além de esclarecer suas dúvidas sobre custos, o nosso objetivo é lhe apresentar o passo a passo para abertura do seu CNPJ, bem como, estratégias para economizar no pagamento de impostos.

Para saber mais e conferir o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco até o final.

Por que abrir CNPJ para psicólogo?

Antes de detalhar os custos, é importante entender por que abrir um CNPJ é uma decisão estratégica para psicólogos. A formalização como pessoa jurídica oferece vantagens como:

  • Emitir notas fiscais: 

Com um CNPJ o psicólogo pode emitir notas fiscais, e com isso, atender pessoas jurídicas que preferem contratar profissionais PJ, como é a realidade de muitas clínicas, hospitais e empresas em geral.

Por sua vez, a possibilidade de atender clientes corporativos contribui de forma direta para que o profissional consiga maximizar seus rendimentos mensais.

  • Redução de impostos: 

O CNPJ permite optar por regimes tributários mais vantajosos, como o Simples Nacional, reduzindo a carga tributária em comparação ao Imposto de Renda de Pessoa Física.

Psicólogos que não possuem CNPJ, ficam com seus rendimentos sujeitos ao IRPF, cuja alíquota pode chegar rapidamente a 27.50%. Veja a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00
  • Credibilidade no mercado: 

Psicólogos formalizados como pessoa jurídica (PJ) transmitem mais profissionalismo e conquistam a confiança de pacientes e parceiros estratégicos.

  • Acesso a benefícios financeiros: 

Com um CNPJ os psicólogos podem acessar linhas de crédito e financiamentos exclusivas para empresas.

Linhas de crédito dessa natureza são conhecidas por oferecer juros reduzidos e prazo para pagamento diferenciado, contribuindo para objetivos importantes como a montagem de um consultório próprio, por exemplo.

Agora que você sabe por que abrir CNPJ para psicólogo é uma decisão inteligente, vamos detalhar os custos envolvidos no processo.

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo?

Os custos para abrir CNPJ para psicólogo podem variar dependendo de fatores como a estrutura jurídica escolhida e as taxas aplicáveis no estado ou município. 

No entanto, a boa notícia é que ao contrário do que muitos pensam, o custo não é elevado, de modo que o investimento é recuperado em pouco tempo, principalmente em função da economia de impostos que se pode obter como PJ (pessoa jurídica).

Abaixo, listamos os principais custos que você deve considerar:

1.Registro no Conselho Regional de Psicologia (CRP)

Quando o assunto é quanto custa abrir CNPJ para psicólogo, um dos itens mais relevantes que precisam ser levados em consideração, são os custos para registro no CRP – Conselho Regional de Psicologia.

A taxa para registro de pessoas jurídicas no CRP pode variar de estado para estado. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, até 2024, o valor era de R$ 781,50.

Por sua vez, a boa notícia é que empresas unipessoais, ou seja, constituídas por um único psicólogo em seu quadro societário, ficam isentas do pagamento da taxa de anuidade da pessoa jurídica.

2.Taxas de registro na Junta Comercial ou Cartório

O primeiro passo para abrir CNPJ para psicólogo é registrar a empresa na Junta Comercial ou em um cartório, dependendo da estrutura jurídica escolhida.

Dito isso, é muito importante esclarecer que a taxa para registro na Junta Comercial costuma variar entre R$ 200,00 e R$ 600,00 a depender do modelo de constituição e do estado onde a pessoa jurídica será registrada.

Além disso, o psicólogo precisa investir na aquisição de um certificado digital, com o custo aproximado de R$ 200,00. Esse item é indispensável para assinatura e validação eletrônica de documentos.

3.Taxas da Receita Federal

A inscrição do CNPJ na Receita Federal é gratuita. No entanto, para que o CNPJ possa ser emitido, é fundamental que as taxas da Junta Comercial estejam devidamente quitadas e o contrato social devidamente liberado.

4.Alvarás e licenças

Para o exercício regular das atividades como pessoa jurídica, será preciso obter um alvará de funcionamento da prefeitura e, em alguns casos, uma licença sanitária.

A decisão pela cobrança de taxas ou não e o valor cobrado para emissão dos respectivos documentos fica a critério da prefeitura de cada município.

5.Assessoria contábil

A assessoria de um contador é altamente recomendada para garantir que tudo seja feito corretamente, evitando problemas com o fisco e que a empresa seja enquadrada no regime tributário mais vantajoso.

O custo com honorários contábeis varia de acordo com o tipo de empresa a ser constituída e o escritório de contabilidade que ficará responsável pela condução dos trâmites.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado para abertura do seu CNPJ, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo: impostos

Agora que você já sabe quanto custa abrir CNPJ para psicólogo, é hora de começar o seu planejamento com relação aos regimes tributários disponíveis e o pagamento de impostos.

A boa notícia, para você que chegou até aqui, é que como pessoa jurídica os psicólogos podem obter uma importante economia mensal de impostos, e assim, maximizar os seus lucros.

Dito isso, é muito importante esclarecer que na condição de pessoa jurídica, o valor que um psicólogo precisará pagar em impostos mensais, dependerá de fatores como o volume de faturamento do negócio e o regime tributário escolhido.

Simples Nacional para psicólogos

O Simples Nacional é um regime tributário que reúne uma série de impostos em uma guia unificada mensal, cujo valor varia de acordo com o volume de faturamento do negócio.

No Simples, os psicólogos podem ser tributados no Anexo III ou no Anexo V, a depender da regra do Fator R, que diz basicamente o seguinte:

  • Anexo III: Caso o valor gasto com folha de pagamento seja igual ou superior a 28% do faturamento, o psicólogo é tributado conforme as alíquotas do Anexo III, com taxas a partir de 6%.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Anexo V: Se os gastos com folha de pagamento forem inferiores a 28% do faturamento, a tributação ocorre com base nas alíquotas do Anexo V, que são mais altas, partindo de 15,5%.

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Além disso, como o Simples Nacional possui uma coluna de “Valor a deduzir”, a alíquota efetiva máxima do regime é de 19,50%, ou seja, um percentual menor que os 27,50% que podem ser aplicados na pessoa física.

Lucro Presumido para psicólogos

Outro regime tributário que pode ser utilizado por psicólogos que decidem abrir um CNPJ para desenvolver suas atividades como pessoa jurídica é o Lucro Presumido.

No Lucro Presumido a carga de impostos para esse tipo de atividade pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do profissional, com os impostos distribuídos da seguinte forma:

  • Impostos Federais: Alíquota fixa de 11,33% sobre o faturamento;
  • ISS (Imposto sobre Serviços): Alíquota que pode variar entre 2% e 5%, conforme o estabelecido por cada município.

Não tenha dúvidas, nossa missão vai muito além do simples fato de ajudar você a entender os benefícios da decisão ou quanto custa abrir CNPJ para psicólogo.

Como uma contabilidade especializada em psicólogos, nós estamos aqui para ajudar você a tomar as melhores decisões, economizar no pagamento de impostos e manter suas obrigações em dia com o fisco.

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo: passo a passo para abertura do CNPJ

Agora que você já sabe quanto custa abrir CNPJ para psicólogo, conhece os benefícios da decisão e tirou dúvidas sobre impostos, é hora de conferir o passo a passo para abertura do seu CNPJ.

Dito isso, a boa notícia para você que chegou até aqui, é que abrir um CNPJ é algo muito mais fácil do que a maior parte das pessoas imagina.

1.Contrate uma contabilidade especializada

O primeiro passo para o psicólogo que deseja abrir um CNPJ é a contratação de um escritório de contabilidade, preferencialmente que seja especializado na área da saúde.

O contador é o profissional que ficará responsável por conduzir todos os trâmites para abertura do CNPJ, bem como, por lhe ajudar a manter todas as obrigações em dia com o fisco e a economizar no pagamento de impostos.

Sabendo disso, conte com o time de especialistas da Contabiliza+ Contabilidade. Atendemos psicólogos de todas as partes do país!

2.Separe os documentos necessários

Por sua vez, logo após contratar um escritório de contabilidade, você precisará separar os documentos necessários para abertura do CNPJ, o que inclui:

  • Documentos pessoais (RG, CPF ou CNH);
  • Comprovante de residência;
  • IPTU do local onde será registrado o consultório;
  • Registro no CRP (Conselho Regional de Psicologia).

3.Escolha o tipo de empresa e regime tributário

Logo após separar os documentos necessários, e com a orientação da contabilidade você precisará escolher o tipo de CNPJ e o regime tributário mais adequado para a sua realidade e objetivos.

Quanto ao tipo de CNPJ, as opções mais utilizadas por psicólogos são as seguintes:

  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): Natureza jurídica indicada para pessoas que desejam abrir uma empresa individual, ou seja, sem precisar encontrar um sócio para dividir direitos e responsabilidades.
  • Sociedade Empresária Limitada (LTDA): Natureza jurídica que pode ser utilizada por psicólogos que desejam abrir uma empresa em sociedade com terceiros, que por sua vez, não precisam de formação na mesma área.
  • Sociedade Simples (S/S): Natureza jurídica para psicólogos que desejam constituir uma sociedade para exercer a profissão de forma associada.

Já quanto ao regime tributário, as opções mais indicadas são o Simples Nacional e o Lucro Presumido, conforme apresentamos anteriormente.

4.Abertura do CNPJ para psicólogo

Nesta etapa, a contabilidade conduzirá os trâmites para abertura do CNPJ, bem como, a emissão de demais documentos importantes, processo que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

5.Registro da pessoa jurídica no CRP:

Por fim, será necessário realizar o registro da PJ de psicologia no CRP, visando assim, o exercício completamente regular da profissão.

Os documentos solicitados para o registro, são os seguintes:

  • Contrato Social e aditivos;
  • CNPJ;
  • Licença de Funcionamento emitida pela Prefeitura;
  • Alvará de funcionamento emitido pela Vigilância Sanitária;
  • Certidão de Regularidade do Responsável Técnico.
  • Requerimento de inscrição de Pessoa Jurídica.

Com toda documentação em ordem, você poderá desenvolver suas atividades como pessoa jurídica e aproveitar todos os benefícios da decisão.

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo e o apoio da Contabiliza+

Agora que você já sabe quanto custa abrir CNPJ para psicólogo, saiba que você pode contar com o suporte e assessoria do time de especialistas da Contabiliza+

Como uma contabilidade especializada em psicólogos, consultórios e clínicas de psicologia, nós atendemos psicólogos de todas as partes do país!

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Cuidado com o excesso de faturamento do MEI: veja como migrar para ME

Cuidado com o excesso de faturamento do MEI: veja como migrar para ME

O excesso de faturamento do MEI é uma situação comum para muitos empreendedores, e um sinal, de que é preciso migrar para ME.

Quando isso ocorre, é obrigatório migrar para outra categoria empresarial, como a Microempresa (ME). Entender como migrar para ME é essencial para evitar problemas legais e tributários.

Neste artigo, você encontrará o conteúdo mais completo sobre o tema. Vamos abordar as regras de faturamento do MEI, o que fazer quando o limite é ultrapassado, o passo a passo para migrar para ME e as implicações tributárias e administrativas desse processo.

Leia até o final e descubra como a Contabiliza+ Contabilidade pode ajudá-lo nesse processo.

O que é o MEI e qual é o limite de faturamento?

O MEI (Microempreendedor Individual) foi criado para formalizar pequenos negócios e profissionais autônomos, oferecendo um regime simplificado de tributação. Ele é uma excelente opção para quem está começando no mundo empresarial. No entanto, o MEI possui algumas limitações, sendo a principal delas o limite de faturamento.

Limite de faturamento do MEI

  • Valor anual permitido (2024): R$ 81.000,00, o que equivale a uma média de R$ 6.750,00 por mês.
  • Prorata: Para quem abre o MEI durante o ano, o limite é proporcional aos meses de atividade.

Se o faturamento ultrapassar esse limite, o MEI deve migrar para outra categoria empresarial.

O que acontece se o MEI ultrapassar o limite de faturamento?

Ultrapassar o limite de faturamento do MEI tem consequências legais e tributárias, que variam conforme o montante excedido:

1.Excesso de faturamento de até 20% (até R$ 97.200)

  • O MEI será desenquadrado a partir de 1º de janeiro do ano seguinte.
  • Os tributos serão recalculados, mas ainda dentro das regras simplificadas.

2.Excesso de faturamento acima de 20% (mais de R$ 97.200)

  • O desenquadramento será retroativo a 1º de janeiro do ano em que o excesso ocorreu.
  • O empreendedor precisará recolher a diferença de impostos com base no Simples Nacional, considerando as alíquotas aplicáveis ao faturamento total.

Em ambos os casos, é obrigatório migrar para ME ou outra categoria que corresponda ao porte da empresa.

Como migrar para ME: passo a passo

A transição de MEI para ME envolve etapas administrativas e fiscais. Veja o guia completo:

1.Contrate um contador

A primeira etapa para saber como migrar para ME é contar com um contador especializado. Ele auxiliará em todas as etapas, desde o desenquadramento até a formalização da nova empresa.

2.Realize o desenquadramento do MEI

Acesse o Portal do Simples Nacional e faça a solicitação de desenquadramento do MEI. O processo é simples e requer o login com seu CPF e senha do Gov.br.

3.Registre a empresa como ME na Junta Comercial

Você precisará elaborar o Contrato Social ou o documento equivalente para formalizar a nova empresa. Esse registro é feito na Junta Comercial do estado onde a empresa está localizada.

Documentos necessários:

  • RG e CPF do titular.
  • Comprovante de endereço residencial e do local da empresa.
  • Contrato Social ou documento de constituição.

4. Atualize o cadastro municipal e estadual

É necessário atualizar o registro na prefeitura e, se aplicável, na Secretaria da Fazenda do estado. Isso é importante para obter alvarás de funcionamento e regularizar tributos como ISS (Imposto Sobre Serviços) e ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

5.Escolha o regime tributário

Agora que a empresa é uma ME, é preciso optar pelo regime tributário mais adequado:

  • Simples Nacional: Simplificado e com alíquotas menores.
  • Lucro Presumido: Baseia-se em uma presunção de lucro e pode ser vantajoso para empresas com margens maiores.
  • Lucro Real: Para empresas com margens reduzidas ou que possuem créditos fiscais.

O contador será essencial para ajudar a escolher a melhor opção.

6.Adapte sua operação

Com a mudança para ME, algumas obrigações acessórias mudam. A empresa passará a emitir notas fiscais com retenções específicas, além de cumprir obrigações como DCTF, SPED e outras declarações fiscais.

Migrar para ME: custos envolvidos na migração de MEI para ME

Migrar para ME pode envolver alguns custos administrativos e contábeis, incluindo:

  • Taxas de registro na Junta Comercial.
  • Custos com contador.
  • Taxa de emissão de alvarás.

No entanto, esses valores são investimentos necessários para garantir a regularidade da empresa.

Quais são as obrigações da ME?

Ao saber como migrar para ME, é importante entender as novas obrigações que a empresa terá. Entre as principais estão:

  • Emissão de notas fiscais: Todas as vendas e prestações de serviço devem ser documentadas.
  • Cumprimento de obrigações acessórias: Inclui declarações como DAS, EFD, DCTF, entre outras.
  • Pagamento de tributos no regime escolhido: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Riscos de não migrar para ME

Não cumprir as obrigações ao ultrapassar o limite de faturamento do MEI pode gerar problemas como:

  • Multas tributárias: Pela omissão de declarações ou pagamento de impostos.
  • Suspensão ou cancelamento do CNPJ: Empresas irregulares podem ter o registro suspenso pela Receita Federal.
  • Impedimento de expansão: A falta de formalização impede que a empresa cresça e aproveite novos mercados.

Migrar para ME: benefícios de se formalizar como ME

Além de cumprir a obrigação legal, a formalização como ME traz uma série de vantagens para o empreendedor que deseja expandir suas operações. A seguir, listamos os principais benefícios de ser uma Microempresa:

1.Maior credibilidade no mercado

Ao se tornar uma ME, sua empresa passa a ser vista como mais sólida e confiável pelos clientes, fornecedores e instituições financeiras. Essa credibilidade facilita negociações e amplia as possibilidades de parcerias estratégicas.

2.Acesso a novos mercados

Microempresas podem participar de licitações públicas e privadas, algo que geralmente não é permitido para MEIs. Esse mercado é especialmente vantajoso para empresas que prestam serviços ou fornecem produtos para órgãos públicos.

3.Melhores condições de crédito

Como ME, sua empresa tem acesso a linhas de crédito específicas com taxas de juros mais baixas e prazos mais longos. Bancos e fintechs oferecem condições especiais para empresas formalizadas, especialmente para aquelas com bom histórico financeiro.

4.Expansão do limite de faturamento

Com o aumento do limite de faturamento para R$ 360 mil anuais, você pode atender mais clientes e aumentar sua receita sem se preocupar com restrições tributárias.

5.Possibilidade de contratar mais funcionários

Enquanto o MEI pode ter apenas um funcionário registrado, a ME pode contratar quantos forem necessários, respeitando as leis trabalhistas. Isso permite que o negócio cresça e se torne mais competitivo.

Planejamento tributário para a microempresa

Ao migrar para ME, o planejamento tributário é essencial para manter a saúde financeira do negócio e evitar pagamentos excessivos de impostos. Aqui estão algumas estratégias para otimizar a carga tributária:

1. Escolha do regime tributário

O primeiro passo é decidir entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. Cada um desses regimes oferece vantagens dependendo do perfil da empresa:

  • Simples Nacional: Ideal para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões e baixa complexidade fiscal.
  • Lucro Presumido: Vantajoso para empresas com margens de lucro altas.
  • Lucro Real: Indicado para empresas com margens de lucro reduzidas ou que possuem créditos fiscais.

2.Dedução de despesas

Como ME, você poderá deduzir despesas operacionais no cálculo do IRPJ e CSLL. Isso inclui custos como aluguel, salários, insumos e despesas com marketing.

3.Aproveitamento de incentivos fiscais

Muitas microempresas podem se beneficiar de incentivos fiscais estaduais e federais, como reduções de ICMS e isenção de ISS para determinados setores.

4.Controle rigoroso do fluxo de caixa

Um bom controle financeiro ajuda a projetar os valores de tributos a serem pagos, evitando surpresas e multas. Sistemas de gestão contábil podem ser uma ótima ferramenta nesse processo.

Migrar para ME: quando é vantajoso migrar para ME antes do limite de faturamento?

Embora muitos empreendedores esperem atingir o limite de faturamento do MEI para migrar, em alguns casos é vantajoso fazer a transição antes. Aqui estão alguns cenários em que antecipar a migração pode ser estratégico:

1. Projeção de crescimento

Se o seu negócio está em expansão e você prevê que o faturamento ultrapassará o limite do MEI nos próximos meses, pode ser mais prático migrar para ME desde já. Isso evita problemas com cálculos retroativos e multas.

2. Necessidade de contratar mais funcionários

Se o aumento da demanda exige a contratação de mais colaboradores, a migração para ME é essencial. Como MEI, você só pode registrar um funcionário, enquanto a ME não possui esse limite.

3. Participação em licitações

Se sua empresa deseja competir em licitações públicas, a formalização como ME é indispensável. Órgãos públicos geralmente exigem que os participantes estejam registrados como microempresas ou empresas de pequeno porte.

4. Acesso a crédito e financiamento

Empresas formalizadas como ME possuem mais opções de crédito, com condições melhores em bancos e instituições financeiras. Isso pode ser útil para investir em equipamentos, estoque ou marketing.

Impacto do excesso de faturamento no cálculo de impostos retroativos

Quando o MEI ultrapassa o limite de faturamento, especialmente acima dos 20% permitidos, a Receita Federal exige o pagamento de impostos retroativos. Isso significa que o empreendedor será tributado como uma empresa do Simples Nacional desde o início do ano-calendário em que o excesso ocorreu.

Migra para ME: como funciona o cálculo retroativo?

Identificação do faturamento total: O empreendedor deve informar todo o faturamento acumulado no ano, incluindo o valor excedente.

Recalculo de impostos: Com base no faturamento total, a Receita recalcula os tributos devidos, aplicando as alíquotas do Simples Nacional.

Pagamento da diferença: O MEI precisa pagar a diferença entre os valores já recolhidos como MEI e os valores efetivamente devidos como uma microempresa.

Exemplo prático:

Faturamento anual: R$ 110.000 (excesso de 36%).

Impostos pagos como MEI: R$ 720 (aproximadamente R$ 60/mês).

Impostos recalculados no Simples Nacional: R$ 6.600 (alíquota média de 6%).

Diferença a pagar: R$ 5.880.

Nesse caso, é fundamental realizar um planejamento tributário para lidar com a transição de forma mais estratégica e evitar impactos financeiros significativos.

Erros comuns ao migrar de MEI para ME e como evitá-los

A transição de MEI para ME é um processo que requer atenção aos detalhes. Muitos empreendedores cometem erros que podem gerar multas ou problemas com o CNPJ. Veja os erros mais frequentes e como evitá-los:

1.Não realizar o desenquadramento no prazo

Ao ultrapassar o limite de faturamento, o MEI tem prazos específicos para solicitar o desenquadramento. Ignorar essa etapa pode resultar em autuações fiscais.

Como evitar: Solicite o desenquadramento assim que perceber que o faturamento ultrapassará o limite.

2.Escolher o regime tributário errado

Optar por um regime inadequado pode aumentar a carga tributária, reduzindo a lucratividade da empresa.

Como evitar: Consulte um contador para avaliar o perfil financeiro do negócio e escolher entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

3.Falta de registro na Junta Comercial

Muitos empreendedores esquecem que, ao migrar para ME, é obrigatório registrar a nova empresa na Junta Comercial.

Como evitar: Certifique-se de realizar todas as etapas de registro, desde o contrato social até a emissão do CNPJ.

4.Atraso no cumprimento de obrigações acessórias

Como ME, as obrigações fiscais e contábeis aumentam significativamente. Não cumprir essas exigências pode levar a multas.

Como evitar: Utilize sistemas de gestão ou conte com um contador para acompanhar as obrigações regularmente.

Diferenças entre MEI e ME: o que muda na prática?

Ao migrar de MEI para ME, o empreendedor precisa se adaptar a uma série de mudanças operacionais, tributárias e administrativas. Confira as principais diferenças:

Aspecto MEI ME
Faturamento anual Até R$ 81.000 Até R$ 360.000
Funcionários 1 empregado Sem limite, conforme CLT
Tributação DAS fixo (alíquota única) Alíquotas variáveis
Obrigações acessórias Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI) ECF, DCTF, SPED, entre outras
Emissão de notas fiscais Opcional (para PF) Obrigatória para todas as vendas

Como a Contabiliza+ Contabilidade pode auxiliar no processo?

A migração de MEI para ME é uma etapa importante para o crescimento do seu negócio, mas também pode ser complexa sem o suporte adequado. A Contabiliza+ Contabilidade oferece serviços especializados para facilitar essa transição, incluindo:

  • Consultoria personalizada: Avaliamos o perfil da sua empresa e orientamos sobre o melhor regime tributário.
  • Regularização fiscal: Cuidamos de todo o processo de desenquadramento e registro da nova empresa.
  • Planejamento financeiro e tributário: Identificamos estratégias para minimizar a carga tributária e maximizar a lucratividade.
  • Gestão contábil contínua: Oferecemos suporte completo para manter sua empresa regularizada após a migração.

Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar sua empresa a crescer de forma segura e sustentável. Conte com a expertise da Contabiliza+ para transformar essa mudança em uma oportunidade de expansão e sucesso!

Atualização do valor do imóvel a preço de mercado: veja como funciona e tire suas dúvidas

Atualização do valor do imóvel a preço de mercado:

Com a publicação da Instrução Normativa nº 2.222, em setembro de 2024, a Receita Federal do Brasil introduziu uma oportunidade única para proprietários de imóveis: a atualização do valor do imóvel a preço de mercado. Essa medida permite ajustar o valor dos imóveis à realidade do mercado imobiliário, reduzindo a carga tributária sobre o ganho de capital em futuras alienações.

Disponível para adesão até 16 de dezembro de 2024, a iniciativa beneficia tanto pessoas físicas quanto jurídicas, oferecendo alíquotas reduzidas em comparação aos regimes tributários tradicionais. Neste artigo, você aprenderá como funciona essa atualização, quem pode se beneficiar e as regras específicas que envolvem a adesão a essa medida.

O que é a atualização do valor do imóvel a preço de mercado?

A atualização do valor do imóvel a preço de mercado é o processo pelo qual o proprietário pode reavaliar o valor de seus imóveis para refletir o preço atual no mercado imobiliário. Isso é feito por meio da declaração de um novo valor na base de cálculo do imposto de renda, ajustando o imóvel ao seu valor real de mercado.

Antes dessa medida, os imóveis eram declarados pelo valor de aquisição, muitas vezes desatualizado em relação à valorização acumulada ao longo dos anos. Essa nova norma traz flexibilidade para corrigir essa discrepância e, ao mesmo tempo, oferece um incentivo tributário para o contribuinte.

Como funciona o pagamento de impostos sobre a atualização?

Ao optar pela atualização do valor do imóvel, o proprietário deve pagar um imposto sobre a diferença entre o valor original de aquisição e o valor atualizado do bem. A grande vantagem está nas alíquotas reduzidas:

  • Para pessoas físicas: A alíquota é de 4% sobre a diferença.
  • Para pessoas jurídicas: Aplica-se 6% de IRPJ e 4% de CSLL, totalizando 10%.

Essas alíquotas são significativamente inferiores às aplicadas normalmente em ganhos de capital, que podem variar entre 15% e 22,5% para pessoas físicas e atingir até 34% para empresas dependendo do regime tributário.

Quem pode se beneficiar?

A medida é acessível a:

1. Pessoas físicas

Pessoas físicas podem atualizar os imóveis declarados na Declaração de Ajuste Anual (DAA), tanto no Brasil quanto no exterior. Isso inclui bens registrados como trust ou outros veículos sob responsabilidade fiscal do contribuinte.

2. Pessoas jurídicas

Empresas podem atualizar os imóveis registrados no ativo não circulante do balanço patrimonial. Essa atualização é especialmente vantajosa para companhias que desejam reavaliar seus ativos imobiliários para futuras alienações.

3. Imóveis no Brasil e no exterior

A norma também abrange propriedades localizadas fora do Brasil, oferecendo benefícios para investidores que possuem portfólios diversificados internacionalmente.

Regras para alienação de imóveis após a atualização

Uma vez que o contribuinte opta pela atualização, a decisão é irretratável. No entanto, existem regras específicas para a alienação do imóvel antes do prazo de 15 anos após a atualização.

A Receita Federal definiu uma escala de aproveitamento gradual da diferença entre o valor de aquisição e o valor atualizado para o cálculo do ganho de capital:

  • Até 3 anos após a atualização: 0% de aproveitamento.
  • Entre 3 e 4 anos: 8%.
  • Entre 4 e 5 anos: 16%.
  • Entre 5 e 6 anos: 24%.
  • Entre 6 e 7 anos: 32%.
  • Entre 7 e 8 anos: 40%.
  • Entre 8 e 9 anos: 48%.
  • Entre 9 e 10 anos: 56%.
  • Entre 10 e 11 anos: 62%.
  • Entre 11 e 12 anos: 70%.
  • Entre 12 e 13 anos: 78%.
  • Entre 13 e 14 anos: 86%.
  • Entre 14 e 15 anos: 94%.
  • Após 15 anos: 100%.

Essa escalonamento visa desestimular vendas imediatas, incentivando a permanência do bem por mais tempo para aproveitar integralmente o benefício tributário.

Vantagens da atualização do valor do imóvel

Optar pela atualização do valor do imóvel a preço de mercado pode trazer benefícios consideráveis:

  • Redução da tributação sobre ganho de capital: O cálculo do imposto em uma venda futura será baseado no valor atualizado, reduzindo o montante devido.
  • Flexibilidade para bens no exterior: Permite ajustar o valor de imóveis localizados fora do Brasil.
  • Planejamento tributário estratégico: Empresas podem reavaliar ativos imobiliários, otimizando resultados financeiros e patrimoniais.
  • Alíquotas reduzidas: A diferença de 4% para pessoas físicas e 10% para jurídicas é atrativa frente às alíquotas tradicionais.

Desvantagens e pontos de atenção

Embora vantajosa, a atualização exige cuidado em sua aplicação:

  • Adesão irretratável: Uma vez feita, a atualização não pode ser revertida.
  • Regra dos 15 anos: A venda antes desse prazo reduz o aproveitamento do benefício tributário.
  • Necessidade de planejamento: É essencial avaliar se a atualização é financeiramente vantajosa com base nos planos futuros de alienação do bem.

Como aderir à atualização?

A adesão à atualização do valor do imóvel é feita por meio da Declaração de Opção pela Atualização de Bens Imóveis (Dabim), disponível no portal e-CAC da Receita Federal. O prazo para adesão é 16 de dezembro de 2024.

Atualização do valor do imóvel e sucessão patrimonial

A atualização do valor do imóvel também desempenha um papel estratégico no planejamento sucessório, sendo uma ferramenta útil para reduzir custos tributários em processos de inventário ou doação.

Impacto no ITCMD

O Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é calculado com base no valor de mercado dos bens transmitidos. Ao atualizar o valor do imóvel previamente, os herdeiros ou beneficiários têm maior previsibilidade no cálculo do imposto, evitando surpresas desagradáveis no momento do inventário. Além disso, como o ganho de capital é reduzido com a atualização, o processo de venda do bem por herdeiros pode ser menos oneroso.

Simplificação do inventário

Em inventários judiciais ou extrajudiciais, a atualização prévia do imóvel facilita a divisão de bens, já que os valores declarados refletem a realidade do mercado. Isso evita disputas entre herdeiros quanto ao valor dos imóveis envolvidos.

Doações em vida

Para quem planeja realizar doações em vida, a atualização também é vantajosa. Com o imóvel já ajustado ao preço de mercado, o doador pode minimizar a carga tributária sobre a operação, pagando a alíquota reduzida de 4% no ato da atualização.

Estratégia tributária para famílias

O planejamento sucessório, aliado à atualização do valor do imóvel, é essencial para famílias com patrimônios significativos. Consultar um contador ou advogado especializado em direito de família é crucial para maximizar os benefícios e evitar complicações legais.

Comparativo entre alíquotas normais de ganho de capital e as alíquotas da atualização

A principal vantagem da atualização do valor do imóvel é a possibilidade de pagar menos impostos em uma futura alienação. A seguir, apresentamos um comparativo detalhado para demonstrar como a norma reduz a carga tributária:

Cenário fictício

  • Valor original de aquisição: R$ 500.000
  • Valor atualizado de mercado: R$ 1.000.000
  • Valor de venda futura: R$ 1.200.000

Sem a atualização

Se o proprietário vender o imóvel sem ter atualizado o valor, o ganho de capital será calculado sobre a diferença entre o valor de aquisição e o valor de venda:

  • Ganho de capital: R$ 1.200.000 – R$ 500.000 = R$ 700.000
  • Alíquota de IR (22,5%): R$ 157.500

Com a atualização

Caso o proprietário opte pela atualização, pagando a alíquota reduzida de 4% sobre a diferença entre o valor de aquisição e o valor atualizado, o cenário muda:

  1. Imposto na atualização:
    • Diferença para atualização: R$ 1.000.000 – R$ 500.000 = R$ 500.000
    • Imposto (4%): R$ 20.000
  2. Imposto sobre ganho de capital na venda:
    • Diferença para cálculo do ganho de capital: R$ 1.200.000 – R$ 1.000.000 = R$ 200.000
    • Imposto (22,5%): R$ 45.000

Total de impostos com a atualização: R$ 20.000 (atualização) + R$ 45.000 (venda) = R$ 65.000
Economia tributária: R$ 157.500 – R$ 65.000 = R$ 92.500

Conclusão do comparativo

A atualização do valor do imóvel oferece uma economia tributária significativa em casos de valorização imobiliária. Embora exija um pagamento inicial na atualização, o benefício a longo prazo justifica a adesão para quem planeja vender o imóvel futuramente.

O papel do contador na atualização do valor do imóvel

A atualização do valor do imóvel a preço de mercado é um procedimento que requer cuidado, principalmente devido às nuances fiscais e legais envolvidas. Nesse contexto, o papel de um contador é essencial para garantir que todo o processo seja realizado corretamente e em conformidade com as exigências da Receita Federal.

Planejamento tributário

O contador ajuda a determinar se a atualização é financeiramente vantajosa, considerando fatores como:

  • O valor de aquisição do imóvel;
  • A valorização acumulada;
  • O impacto da alíquota reduzida na economia tributária.

Além disso, o contador pode simular cenários futuros para avaliar o benefício da atualização em uma eventual alienação.

Declaração de Opção pela Atualização de Bens Imóveis (Dabim)

O contador também auxilia no preenchimento da Declaração de Opção pela Atualização de Bens Imóveis (Dabim), disponível no e-CAC da Receita Federal. Esse processo exige atenção aos detalhes para evitar erros que possam levar a multas ou inconsistências nas declarações fiscais.

Regularização de bens no exterior

Se o contribuinte possui imóveis no exterior, o contador orienta sobre as regras específicas para a atualização desses bens, garantindo que estejam devidamente regularizados e declarados.

Conformidade com prazos

O prazo para adesão à atualização é 16 de dezembro de 2024. O contador monitora os prazos e orienta o cliente a agir dentro do período estabelecido, evitando perda da oportunidade de pagar alíquotas reduzidas.

Atualização do valor de imóveis no exterior

A Instrução Normativa nº 2.222/2024 também permite a atualização de imóveis localizados no exterior, ampliando o alcance da medida para brasileiros com patrimônio global. Essa possibilidade é particularmente relevante para investidores e expatriados.

Como funciona a atualização de imóveis no exterior?

Para atualizar o valor de um imóvel localizado fora do Brasil, o proprietário deve:

  1. Obter uma avaliação atualizada feita por um profissional local ou empresa especializada no país onde o imóvel está localizado.
  2. Converter o valor avaliado para reais, utilizando a taxa de câmbio oficial.
  3. Declarar o novo valor na Declaração de Opção pela Atualização de Bens Imóveis (Dabim), disponível no e-CAC.

Benefícios para imóveis no exterior

  • Redução de impostos sobre ganho de capital: O cálculo será baseado no valor atualizado, não no valor de aquisição original.
  • Regularização fiscal: A atualização permite que bens não declarados sejam incorporados ao patrimônio do contribuinte de forma legal.

Pontos de atenção

É necessário verificar a legislação tributária do país onde o imóvel está localizado para evitar conflitos fiscais. Consultar um contador ou advogado especializado em tributos internacionais é fundamental para garantir conformidade em ambas as jurisdições.

Benefícios econômicos da norma para o mercado imobiliário

A possibilidade de atualizar o valor de imóveis a preço de mercado não beneficia apenas os proprietários, mas também impulsiona o mercado imobiliário brasileiro.

Estímulo à movimentação de bens

Com a redução da carga tributária sobre ganho de capital, proprietários podem se sentir mais encorajados a vender imóveis que acumularam grande valorização. Isso aumenta a oferta de bens no mercado, equilibrando preços e aquecendo o setor.

Atração de investidores

Investidores, especialmente aqueles com portfólios diversificados, veem a atualização como uma oportunidade de reduzir custos e aumentar a rentabilidade de seus ativos. Além disso, a norma favorece a entrada de capital estrangeiro, já que abrange bens no Brasil e no exterior.

Aumento da arrecadação governamental

Embora ofereça alíquotas reduzidas, a medida pode gerar um aumento significativo na arrecadação da Receita Federal. Isso ocorre porque mais contribuintes aderem à regularização de bens, tanto no Brasil quanto no exterior, gerando receitas adicionais para o governo.

Conclusão

A atualização do valor do imóvel a preço de mercado é uma oportunidade única para contribuintes que desejam reduzir a carga tributária em futuras alienações e ajustar o valor de seus imóveis à realidade do mercado. Com alíquotas reduzidas e abrangência para bens no Brasil e no exterior, essa medida é especialmente atrativa para pessoas físicas e jurídicas com imóveis valorizados.

No entanto, a decisão de aderir deve ser cuidadosamente planejada, considerando o prazo de 15 anos para o aproveitamento total do benefício tributário. A Contabiliza+ Contabilidade está pronta para oferecer assessoria completa, ajudando você a entender as implicações da atualização e garantir a melhor estratégia para o seu patrimônio.

Entre em contato conosco e saiba como transformar essa oportunidade em um benefício concreto!

Quanto um psicólogo PJ paga de imposto?

Quanto um psicólogo PJ paga de imposto?

Quanto um psicólogo PJ paga de imposto? Essa é uma dúvida muito comum entre profissionais que estão em busca de uma alternativa para pagar menos impostos e maximizar os seus rendimentos.

Diante disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada na área da saúde, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Essa é a sua oportunidade de conferir tudo o que você precisa saber sobre impostos, e com isso, fazer o acerto de contas mensal com o fisco de uma forma muito mais econômica.

Para saber mais e ter acesso a tudo o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe este artigo até o final.

Qual é o valor que um psicólogo PJ paga de imposto?

O valor que um psicólogo PJ paga de imposto pode variar em função de alguns fatores, dentre eles, o volume de faturamento do profissional e o regime tributário utilizado.

Com relação ao regime tributário, as opções mais utilizadas pelos psicólogos são o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Detalharemos o funcionamento desses regimes logo na sequência.

Simples Nacional para psicólogos

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado voltado para micro e pequenas empresas, incluindo consultórios e clínicas de psicologia. 

O principal benefício do Simples Nacional é a unificação de impostos em uma única guia, além de oferecer alíquotas reduzidas que podem beneficiar psicólogos que se formalizam como PJ.

Para psicólogos no Simples Nacional, o regime possui duas categorias de tributação:

  • Anexo III: Com alíquotas a partir de 6%, é voltado para psicólogos que destinam ao menos 28% do faturamento para a folha de pagamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 

  • Anexo V: Com alíquotas a partir de 15,50%, se aplica a psicólogos que possuem uma folha de pagamento menor que 28% do faturamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

A utilização do Simples Nacional pode ajudar psicólogos a pagar menos imposto ao permitir uma tributação simplificada e com alíquotas reduzidas, especialmente no Anexo III, quando a folha de pagamento corresponde a 28% ou mais do faturamento.

Além disso, é importante destacar que devido aos valores da coluna “Valor a deduzir”, a alíquota efetiva máxima do Simples para psicólogos é de 19,50% sobre o faturamento.

Lucro Presumido para psicólogos

O Lucro Presumido é uma outra alternativa para reduzir os impostos, especialmente para psicólogos com faturamento elevado. 

Neste regime, as alíquotas são fixas, ou seja, não variam de acordo com o valor da folha de pagamento ou volume de faturamento do psicólogo. Veja como funciona:

  • Impostos federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • ISS: Varia de 2% a 5%, dependendo do município.

Assim, a carga tributária total no Lucro Presumido pode variar de 13,33% a 16,33%, a depender da alíquota do ISS. 

Sendo assim, podemos afirmar que com a orientação de uma contabilidade especializada e um bom planejamento tributário, o valor que um psicólogo PJ paga de imposto fica entre 6% e 16,33% sobre seus rendimentos mensais.

Vale a pena ser psicólogo PJ: veja quanto um psicólogo pessoa física paga de imposto

O valor que um psicólogo paga de imposto atuando como pessoa física normalmente é muito maior do que o valor que ele pagaria prestando seus serviços como pessoa jurídica (PJ).

Na prática, isso acontece, pois atuando como pessoa física, seja de forma autônoma ou com algum tipo de vínculo trabalhista, o profissional fica sujeito ao recolhimento de até 27,50% dos seus rendimentos mensais para fins de contribuição com o Imposto de Renda.

Veja a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

 

Além disso, psicólogos autônomos que trabalham na pessoa física também precisam pagar o ISS (Imposto Sobre Serviços), cuja alíquota varia entre 2% e 5%, a depender do município.

Diante disso, não tenha mais dúvidas se você que chegou aqui querendo saber quanto um psicólogo PJ paga de imposto, já sabe que abrir um CNPJ e prestar seus serviços como PJ é uma excelente escolha.

Conheça outras vantagens em ser psicólogo PJ

Além de pagar menos impostos, sendo psicólogo PJ você pode aproveitar outras vantagens importantes, dentre as quais, podemos destacar:

  • Emissão de notas fiscais: Necessária para que o profissional possa prestar serviços para empresas.
  • Acesso a créditos especiais: Pessoas jurídicas podem aproveitar linhas de crédito especiais e com juros baixos para alavancar os seus negócios.
  • Planos de saúde PJ: Pessoas jurídicas conseguem contratar planos de saúde com mensalidades mais baixas que as cobradas de contratantes do tipo pessoa física.
  • Transferência de lucros: Todo lucro gerado na pessoa jurídica pode ser transferido para a pessoa física sem cobrança adicional de tributos, ou seja, com isenção de IRPF.

Não restam dúvidas, são muitas as vantagens, e por isso, um número cada vez maior de psicólogos demonstra interesse em desenvolver suas atividades como PJ (pessoa jurídica).

Quanto um psicólogo PJ paga de imposto: psicólogo pode ser MEI?

Ao descobrir quando um profissional de psicologia que atua como PJ paga de imposto, muitos, psicólogos perguntam se podem abrir um MEI – Microempreendedor Individual, dada a facilidade para abertura desse tipo de empresa.

No entanto, diante desse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que de acordo com a legislação em vigor, psicólogos não podem ser MEI.

Na prática, isso acontece, pois assim como outras atividades de cunho liberal, a psicologia não está presente no rol de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

Contudo, existem outras opções interessantes em tipos de CNPJ que um psicólogo pode utilizar, dentre elas:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Esse tipo de CNPJ pode ser utilizado por psicólogos interessados em abrir uma empresa individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Simples ou Sociedade Empresária Limitada: Essas opções em tipos de CNPJ podem ser utilizadas por psicólogos interessados em abrir uma empresa em sociedade.

O valor que um psicólogo PJ paga de imposto pode ser muito menor em comparação com a pessoa física. Sendo assim, entre em contato conosco e comece a economizar!

Quanto um psicólogo PJ paga de imposto: abertura de CNPJ

Agora que você já sabe quanto um psicólogo PJ paga de imposto, bem como, sabe também, que a decisão de atuar como pessoa jurídica é um excelente negócio, vamos conferir o passo a passo para abertura do seu CNPJ.

Não se preocupe, pois ao contrário do que muitos pensam, abrir um CNPJ para psicólogo é muito mais fácil do que a maior parte das pessoas imagina.

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é abrir CNPJ para psicólogo, a primeira coisa que o empreendedor precisa fazer é buscar a assessoria e orientação de uma contabilidade especializada.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós temos um time de especialistas preparado para esclarecer todas as suas dúvidas e lhe ajudar a economizar no pagamento de impostos.

2.Separe os documentos necessários

Após contratar uma contabilidade, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, o que inclui os seguintes itens:

  • RG e CPF ou CNH;
  • Comprovante de residência;
  • Carnê IPTU ou Inscrição Imobiliária do local para abertura da empresa;
  • Registro do psicólogo responsável técnico no CRP – Conselho Regional de Psicologia.

Em caso de dúvidas com um ou mais documentos, não se preocupe, pois o nosso time de especialistas irá lhe fornecer todas as orientações necessárias.

3.Aguarde a abertura da sua PJ de psicologia

Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto cuidamos dos trâmites legais para abertura da sua PJ de psicologia, o que inclui a emissão dos seguintes documentos:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Liberação do Alvará da Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Funcionamento na Prefeitura.

Com todos os documentos acima em mãos, basta solicitar o registro de pessoa jurídica no CRP – Conselho Regional de Psicologia, para começar a desenvolver suas atividades como PJ e conferir economizando, quando um psicólogo PJ paga de imposto.

Como registrar psicólogo PJ no CRP?

De acordo com a Resolução 16/2019 do CFP – Conselho Federal de Psicologia, o registro de pessoas jurídicas no Conselho é obrigatório. Veja:

“Art. 1º A Pessoa Jurídica que presta serviços de Psicologia em razão de sua atividade principal está obrigada a registrar-se no Conselho Regional de Psicologia, em cuja jurisdição exerça suas atividades, salvo disposição contrária em Resolução específica.”

Por sua vez, os documentos que normalmente são solicitados para o registro, são os seguintes:

  • Contrato Social e aditivos;
  • CNPJ;
  • Licença de Funcionamento emitida pela Prefeitura;
  • Alvará de funcionamento emitido pela Vigilância Sanitária;
  • Certidão de Regularidade do Responsável Técnico.

Além disso, é preciso preencher os seguintes formulários durante o processo de inscrição:

  • Requerimento de inscrição de Pessoa Jurídica;
  • Termo de Responsabilidade Técnica;
  • Declaração de garantia ao(s) psicólogo(s) de liberdade na utilização de suas técnicas;
  • Requerimento de inscrição.

Por fim, também é exigido que seja apresentado um documento que comprove o vínculo de trabalho entre a PJ e o responsável técnico pelo estabelecimento, podendo ser:

  • Carteira de trabalho (Dados de identificação e página do contrato de trabalho) ou o contrato de trabalho, no caso do vínculo não ser com CTPS;
  • Contrato social, no caso do Responsável técnico ser também o responsável legal pela PJ.

Contabilidade para psicólogos é com a Contabiliza+

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Como migrar de MEI para Microempresa [Passo a Passo]

Como migrar de MEI para Microempresa [Passo a Passo]

Se você está pensando em migrar de MEI para Microempresa, provavelmente seu negócio está crescendo e alcançando novos patamares. 

Essa transição é um marco importante, pois significa que sua empresa está superando os limites do modelo do Microempreendedor Individual (MEI) e se enquadrando em uma nova categoria jurídica que oferece mais possibilidades de expansão e formalização.

No entanto, o processo de migração de MEI para Microempresa requer atenção a alguns passos fundamentais, como a verificação dos limites de faturamento, a regularização de tributos e a formalização do novo enquadramento junto aos órgãos competentes. 

Embora possa parecer complexo à primeira vista, seguir um passo a passo claro e contar com uma assessoria contábil especializada facilita a adaptação às exigências legais e tributárias desse novo estágio.

Neste artigo, vamos abordar em detalhes como migrar de MEI para Microempresa, explicando cada etapa do processo, os requisitos necessários, as vantagens da transição e como evitar problemas fiscais e legais ao longo do caminho. 

Se você já superou o limite de faturamento do MEI ou deseja explorar novas oportunidades para sua empresa, continue lendo para entender tudo o que precisa saber para essa migração.

Ao final do texto, também destacaremos a importância de contar com uma assessoria contábil especializada, como a da Contabiliza+ Contabilidade.

O que é MEI?

O Microempreendedor Individual (MEI) é uma categoria empresarial que foi criada pelo governo brasileiro em 2008 para facilitar a formalização de pequenos empreendedores que antes operavam na informalidade. 

Esse regime simplificado oferece uma série de benefícios legais, tributários e previdenciários, permitindo que trabalhadores autônomos e pequenos empresários regularizem suas atividades de forma acessível e prática.

Ao se tornar MEI, o empreendedor obtém um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), o que possibilita a emissão de notas fiscais, a participação em licitações públicas e o acesso a serviços bancários voltados para empresas. 

Além disso, o MEI paga impostos reduzidos por meio de uma contribuição mensal fixa, o que facilita a administração das finanças e elimina a necessidade de lidar com a complexidade de uma carga tributária convencional.

Vantagens de ser MEI

A formalização como MEI traz inúmeras vantagens para o empreendedor:

  • Acesso à Previdência Social: O pagamento mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) inclui uma contribuição para o INSS, garantindo benefícios como aposentadoria por idade, auxílio-doença e salário-maternidade.
  • Impostos simplificados: Os tributos devidos estão inclusos no DAS, com valores fixos e acessíveis, de acordo com a atividade (comércio, indústria ou serviços).
  • Formalização: Ter um CNPJ facilita a abertura de contas bancárias empresariais, o acesso a crédito e a emissão de notas fiscais.

Limitações do MEI

Embora seja uma solução prática para pequenos empreendedores, o regime de MEI tem algumas limitações que podem levar o empresário a considerar a migração para outra categoria jurídica:

  • Faturamento limitado: Empresas que ultrapassam o limite de R$ 81.000,00 por ano precisam migrar para outra categoria, como Microempresa (ME).
  • Número de funcionários: É permitido contratar apenas um empregado registrado.
  • Restrição de atividades: Nem todas as atividades econômicas são permitidas no regime MEI.

Se sua empresa está crescendo e ultrapassando essas limitações, o próximo passo pode ser migrar de MEI para Microempresa, uma mudança que oferece mais flexibilidade e possibilidades de expansão. 

No próximo tópico, vamos explorar o que caracteriza uma Microempresa e quais as vantagens de realizar essa transição.

O que é uma Microempresa?

A Microempresa (ME) é uma categoria jurídica destinada a negócios de pequeno porte que possuem faturamento anual acima do limite permitido para o Microempreendedor Individual (MEI) ou que não atendem mais aos requisitos desse regime simplificado. 

Essa transição marca uma evolução no estágio do negócio, proporcionando maior flexibilidade para contratar funcionários, ampliar o faturamento e atuar em mais segmentos econômicos.

Criada com base no Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei Complementar nº 123/2006), a ME é parte integrante do Simples Nacional, o que facilita a tributação e o cumprimento de obrigações fiscais. 

Esse regime é ideal para empreendedores que estão em fase de expansão e precisam de mais liberdade para crescer, sem os limites do MEI.

Requisitos para ser uma Microempresa

Para se enquadrar como ME, a empresa deve atender a critérios específicos:

  • Faturamento anual: Deve ser de até R$ 360 mil por ano.
  • Atividades: Ao contrário do MEI, a ME não tem restrições quanto às atividades econômicas exercidas, abrangendo comércio, serviços, indústria e outras áreas.
  • Número de funcionários: Não há um limite fixo de empregados, mas é comum que pequenas empresas contratem entre 9 e 19 funcionários, dependendo do setor de atuação (indústria ou comércio/serviços).

Vantagens de ser uma Microempresa

A transição para Microempresa traz uma série de benefícios que permitem ao negócio crescer de forma sustentável:

  • Aumento do faturamento permitido: Ao migrar para ME, sua empresa pode faturar até R$ 360.000,00 por ano, garantindo mais liberdade para expandir sem penalizações tributárias.
  • Atuação em mais segmentos: A ME pode atuar em praticamente qualquer área de negócio, sem as limitações impostas ao MEI.
  • Possibilidade de contratar mais funcionários: A Microempresa permite a ampliação da equipe, essencial para empresas em crescimento.
  • Acesso ao Simples Nacional: A ME continua podendo optar pelo regime tributário do Simples Nacional, que simplifica o recolhimento de impostos e reduz a carga tributária.
  • Credibilidade no mercado: Empresas maiores tendem a ser vistas como mais confiáveis, especialmente por clientes e fornecedores de maior porte.
  • Facilidade no acesso a crédito: Bancos e instituições financeiras costumam oferecer linhas de crédito mais atrativas para MEs do que para negócios informais ou MEIs.

Quando migrar de MEI para Microempresa

A migração de MEI para ME é obrigatória quando a empresa:

  1. Ultrapassa o limite de faturamento anual de R$ 81.000,00.
  2. Deseja contratar mais de um funcionário.
  3. Deseja atuar em atividades não permitidas ao MEI.

Se sua empresa se enquadra em uma dessas situações, é essencial entender o processo de migração e os requisitos envolvidos. 

Nos próximos tópicos, explicaremos o passo a passo para migrar de MEI para Microempresa, garantindo que essa transição seja realizada de maneira regular e eficiente.

Como migrar de MEI para Microempresa [Passo a Passo]

A transição de Microempreendedor Individual (MEI) para Microempresa (ME) pode parecer complexa, mas ao seguir os passos adequados, o processo se torna mais simples e eficiente. 

Aqui, detalhamos cada etapa para que você possa fazer a migração de forma regular, garantindo que sua empresa continue operando dentro das exigências legais.

1.Contratação de um serviço de contabilidade

O primeiro passo para migrar de MEI para Microempresa é contar com uma assessoria contábil especializada. 

O suporte de um contador é essencial para garantir que todos os procedimentos sejam feitos corretamente e para evitar problemas legais ou fiscais.

Por que contratar um contador?

  • O contador é responsável por realizar o enquadramento correto da sua empresa na nova categoria, registrando as mudanças na Junta Comercial, Receita Federal e outros órgãos.
  • Ele também pode orientar sobre o melhor regime tributário para sua ME, como o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, de acordo com as características do seu negócio.
  • Além disso, ao se tornar uma ME, a empresa passa a ter obrigações contábeis e fiscais mais complexas, como escrituração contábil, controle de fluxo de caixa e pagamento de impostos diferenciados.

Contar com uma assessoria contábil como a da Contabiliza+ é fundamental para garantir uma transição tranquila, evitando erros e otimizando a estrutura fiscal da sua nova Microempresa.

2.Solicitação de desenquadramento no portal do MEI

Após decidir migrar para ME, o próximo passo é formalizar o desenquadramento do regime MEI. Isso é feito por meio do Portal do Simples Nacional, seguindo as etapas abaixo:

Acesse o Portal do Simples Nacional: No menu, selecione a opção de Desenquadramento do SIMEI.

Preencha os motivos do desenquadramento: Marque a razão correta para a saída do MEI, como o excesso de faturamento ou a opção por um regime tributário diferente.

Envie a solicitação: Após o envio, o sistema emite uma confirmação de desenquadramento, que será válida a partir do ano seguinte ao da solicitação, caso o motivo seja o faturamento superior ao limite.

No entanto, como essa não é a única etapa do processo, é muito importante contar com o suporte de um contador que possa cuidar de tudo para você.

3.Comunicação do desenquadramento na Junta Comercial

Com o desenquadramento oficializado no Portal do Simples Nacional, é necessário atualizar o registro da sua empresa na Junta Comercial do estado onde ela está registrada.

Processo na Junta Comercial:

  • Apresente os documentos de alteração, como o novo contrato social da empresa, preparado pelo contador.
  • Informe o novo enquadramento como Microempresa (ME).
  • Atualize a razão social e o CNPJ, caso necessário, para refletir as mudanças.

Importância dessa etapa:

  • A Junta Comercial é o órgão responsável por registrar as alterações cadastrais e legais das empresas. Sem essa regularização, sua empresa não será oficialmente reconhecida como ME.

4.Atualização do cadastro da empresa no Estado e Prefeitura

Após o desenquadramento e o registro na Junta Comercial, é necessário atualizar os dados da sua empresa nos órgãos municipais e estaduais.

Atualização Estadual:

  • No caso de empresas que exercem atividades de comércio ou indústria, é necessário atualizar o cadastro na Secretaria da Fazenda Estadual. 

Atualização Municipal:

  • Para atividades de prestação de serviços, atualize o cadastro junto à prefeitura. Isso garante a emissão de notas fiscais de serviço e o recolhimento correto do ISS (Imposto Sobre Serviços).

Regimes tributários adequados:

  • Durante essa etapa, é importante definir, com o apoio do contador, o regime tributário mais vantajoso para sua empresa. 
  • No caso da ME, o Simples Nacional é geralmente o regime preferido, devido à sua tributação simplificada.

Migrar de MEI para Microempresa é um passo significativo para o crescimento do seu negócio. 

Não tenha dúvidas, Além de ampliar o limite de faturamento e oferecer novas possibilidades, essa mudança posiciona sua empresa de forma mais robusta no mercado, abrindo portas para novas oportunidades. 

No entanto, é essencial realizar o processo de forma regular e contar com o suporte de uma assessoria contábil.

O que muda após migrar de MEI para Microempresa?

Quando você decide migrar de MEI para Microempresa, seu negócio entra em uma nova fase, com mudanças significativas nas obrigações, possibilidades de atuação e benefícios. 

Essa transição reflete o crescimento do empreendimento, mas também traz novas responsabilidades e ajustes necessários para operar dentro das regras que se aplicam a uma Microempresa (ME).

Aqui, detalhamos as principais mudanças que ocorrem após essa migração:

1.Limite de faturamento maior

Uma das mudanças mais notáveis ao migrar de MEI para Microempresa é o aumento do limite de faturamento. 

Enquanto o MEI tem um teto anual de R$ 81.000, a ME pode faturar até R$ 360.000 por ano.

Esse aumento permite que sua empresa cresça sem preocupações com o risco de ultrapassar o limite e ser penalizada. 

2.Regime tributário diferenciado

Ao se tornar uma Microempresa, o sistema de tributação muda. Diferentemente do MEI, que paga um valor fixo mensal via o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), a ME paga impostos proporcionais ao faturamento, com base no regime tributário escolhido.

Opções de regime tributário:

  • Simples Nacional: Geralmente, o mais indicado para Microempresas, pois unifica vários impostos em uma única guia, simplificando o recolhimento.
  • Lucro Presumido ou Lucro Real: São opções viáveis para casos específicos, dependendo da atividade e do faturamento da empresa.

3.Obrigações fiscais e contábeis mais complexas

Uma das mudanças mais significativas é o aumento das exigências contábeis e fiscais. 

Como Microempresa, você terá que cumprir obrigações mais detalhadas em relação ao MEI.

  • Escrituração contábil: É necessário manter registros financeiros precisos, como o Livro Diário e o Livro Razão, para documentar todas as operações e garantir a conformidade fiscal.
  • Emissão de notas fiscais: Diferentemente do MEI, a ME tem a obrigação de emitir notas fiscais para todas as vendas, independentemente de quem seja o cliente (pessoa física ou jurídica).
  • Declarações obrigatórias: A ME precisa entregar declarações regulares, como a DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) no Simples Nacional, além de obrigações estaduais e municipais específicas.

4.Contratação de mais funcionários

Enquanto o MEI permite a contratação de apenas um funcionário registrado, a Microempresa oferece mais liberdade para ampliar a equipe.

Essa mudança possibilita a expansão operacional e o crescimento sustentável do negócio.

5.Ampliação das atividades permitidas

Como Microempresa, você não estará limitado ao rol de atividades do MEI, que é restrito e voltado para pequenos negócios específicos. 

Na ME, é possível atuar em praticamente qualquer setor, desde comércio e serviços até indústrias mais complexas.

Essa liberdade permite que sua empresa explore novos mercados e diversifique suas operações, ampliando as possibilidades de crescimento.

6.Acesso a crédito mais robusto

A formalização como Microempresa aumenta a credibilidade do seu negócio perante instituições financeiras, facilitando o acesso a linhas de crédito empresariais.

  • Limites maiores: Bancos e outras instituições tendem a oferecer valores mais altos e condições mais favoráveis para MEs do que para MEIs.
  • Benefícios adicionais: Linhas de crédito específicas para expansão, compra de equipamentos ou capital de giro tornam-se mais acessíveis.

Dito isso, se você deseja migrar de MEI para Microempresa de forma prática e rápida com o apoio de especialistas, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Como uma contabilidade digital nós atendemos empreendedores de diferentes partes do país!

Redução de imposto para médicos: veja como conseguir

Redução de impostos para médicos: veja como conseguir

A redução de imposto para médicos é um assunto muito importante, tendo em vista que com estratégia fiscal, é possível economizar de forma legal na hora de fazer o acerto de contas com o fisco.

Com ações inteligentes de redução de impostos, muitos profissionais da área médica estão conseguindo maximizar seus rendimentos líquidos, e assim, colocando mais dinheiro no bolso, sem que isso exija mais horas de trabalho.

Diante da importância do assunto e na qualidade de contabilidade especializada na área da saúde, a equipe da Contabiliza+ não poderia deixar de preparar um conteúdo para informar você sobre o tema.

Para saber mais e conferir o que a nossa equipe separou para você, continue conosco e acompanhe este artigo até o final.

Imposto para médicos na pessoa física

Por não receber orientação de uma assessoria contábil especializada, muitos médicos acabam desenvolvendo suas atividades como pessoa física, e com isso, pagam mais impostos que o necessário.

De acordo com a legislação em vigor, médicos que atuam como pessoa física, precisam recolher até 27,50% em Imposto de Renda sobre seus rendimentos, conforme faixas de faturamento e alíquotas da tabela abaixo: Confira:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

 

O desconto do Imposto de Renda é feito diretamente na folha de pagamento daqueles que trabalham com algum tipo de vínculo empregatício, seja CLT ou estatutário.

Por sua vez, aqueles que atendem os clientes de forma autônoma, diretamente na pessoa física, precisam assumir mensalmente a responsabilidade de preencher o carnê leão para imprimir a guia e recolher o Imposto de Renda devido.

Além disso, no caso dos médicos autônomos, ou seja, sem vínculo empregatício, é preciso levar em consideração a obrigatoriedade de contribuir para o ISS (Imposto Sobre Serviços), um tributo municipal cuja alíquota pode chegar a 5%.

Somando todos os itens com a contribuição previdenciária obrigatória, podemos afirmar que a utilização de estratégias que ajudem na redução de impostos para médicos é urgente.

Imposto para médicos na pessoa jurídica

Na pessoa física a carga tributária dos médicos é muito elevada. No entanto, a boa notícia é que como pessoa jurídica, ou seja, através de um CNPJ, é possível encontrar alternativas para pagar menos impostos.

Médicos que buscam a orientação de uma contabilidade especializada e decidem abrir um CNPJ, podem recolher seus impostos em regimes tributários econômicos, como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Na sequência, vamos explicar de forma detalhada como esses regimes funcionam e listar suas respectivas alíquotas. Vale a pena conferir!

Simples Nacional para médicos

O Simples Nacional é uma excelente opção para médicos, principalmente para aqueles que faturam até R$ 180 mil por ano (média de R$ 15 mil mensais).

Neste regime, o pagamento dos impostos é feito através de uma única guia mensal, o que simplifica o processo de recolhimento. 

A regra utilizada para o cálculo dos impostos dos médicos optantes pelo Simples Nacional é conhecida como Fator R, e diz basicamente o seguinte:

  • Caso o valor gasto com folha de pagamento (incluindo o próprio pró-labore do médico) seja igual ou superior a 28% do faturamento, o profissional é tributado conforme as alíquotas do Anexo III, com taxas a partir de 6%.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 

  • Caso o valor gasto com folha de pagamento (incluindo o próprio pró-labore do médico) seja inferior a 28% do faturamento, o profissional é tributado conforme as alíquotas do Anexo V, com taxas a partir de 15,50%.

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

Dentre as opções disponíveis, o Anexo III é a opção mais interessante para os médicos, especialmente para aqueles que faturam até R$ 180 mil por ano (média de R$ 15 mil por mês), uma vez que nessa faixa a alíquota é de apenas 6%.

Além disso, vale destacar que considerando as deduções, a alíquota efetiva máxima do Simples Nacional é de 19,50%, ou seja, mesmo faturando um valor extremamente alto, o médico ainda pode pagar menos impostos como pessoa jurídica.

Lucro Presumido para médicos

O Lucro Presumido é uma outra opção que pode ser muito interessante quando o assunto é a redução de imposto para médicos. 

Neste regime, a tributação é calculada com base em uma margem presumida de lucro, e os impostos são pagos individualmente.

Para os médicos, as alíquotas do Lucro Presumido são resumidamente, as seguintes:

  • Impostos Federais: Alíquota fixa de 11,33% sobre o faturamento;
  • ISS (Imposto sobre Serviços): Alíquota que varia entre 2% e 5%, conforme o estabelecido por cada município.

Sendo assim, a carga tributária total para médicos no Lucro Presumido pode variar de 13,33% a 16,33% do faturamento.

Diante de tudo o que foi apresentado até aqui, não tenha dúvidas, o segredo da redução de imposto para médicos está na abertura de CNPJ. 

Mas, afinal, como abrir um CNPJ e começar a pagar menos impostos? A resposta para essa pergunta você confere no passo a passo completo que apresentaremos no próximo tópico!

Redução de imposto para médicos: veja como abrir um CNPJ

Agora que você já sabe que a redução de imposto para médico está diretamente ligada com a decisão de abrir um CNPJ, é hora de conferir o passo a passo para tirar os seus planos do papel.

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é abrir um CNPJ para alcançar a redução de imposto para médicos, o suporte de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+, pode fazer toda diferença.

Nosso time de especialistas vai esclarecer suas dúvidas, conduzir todos os trâmites para abertura do seu CNPJ e lhe ajudar a pagar menos impostos.

Além disso, vamos assegurar que todas as suas obrigações sejam mantidas em dia com o fisco, para que dessa forma, você não tenha qualquer tipo de dor de cabeça.

2.Separe a documentação necessária

Por sua vez, logo em seguida, é preciso separar a documentação necessária para abertura do CNPJ, o que inclui:

  • Documentos pessoais (RG, CPF ou CNH);
  • Comprovante de residência;
  • IPTU do local onde será registrado o consultório;
  • Registro no CRM (Conselho Regional de Medicina).

3.Escolha o tipo de CNPJ e regime tributário

Antes de abrir o CNPJ, com a orientação da contabilidade, será necessário escolher o formato de formalização da pessoa jurídica.

Existem diferentes tipos de PJ para médicos que desejam desenvolver suas atividades através de um CNPJ. Dentre as opções, podemos destacar:

  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): Natureza jurídica indicada para pessoas que desejam abrir uma empresa individual, ou seja, sem precisar encontrar um sócio para dividir direitos e responsabilidades.
  • Sociedade Empresária Limitada (LTDA): Natureza jurídica que pode ser utilizada por médicos que desejam abrir uma empresa em sociedade com terceiros, que por sua vez, não precisam de formação na mesma área.
  • Sociedade Simples (S/S): Natureza jurídica para médicos que desejam constituir uma sociedade para exercer a profissão de forma associada.

Dito isso, com relação ao regime tributário, a contabilidade vai analisar se a melhor opção é o Simples Nacional ou o Lucro Presumido.

4.Registro e abertura do CNPJ

Por sua vez, com os documentos necessários em mãos, a contabilidade irá conduzir os trâmites para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Ah, com tudo pronto, antes de começar a desenvolver suas atividades como médico PJ, não se esqueça da necessidade de registrar a sua pessoa jurídica no CRM – Conselho Regional de Medicina.

CNPJ e redução de impostos: médico pode ser MEI?

Quando o assunto é a redução de imposto para médicos e a abertura de CNPJ, muitos questionam se médicos podem ser MEI – Microempreendedor Individual.

Essa pergunta é recorrente em função dos benefícios que o MEI pode oferecer, dentre eles:

  • Impostos em valor fixo e reduzido;
  • Pagamento de impostos em guia única mensal;
  • Acesso a aposentadoria e benefícios previdenciários;
  • Acesso a linhas de crédito para microempreendedores;
  • Permissão para emitir notas fiscais;
  • Dentre outros benefícios importantes.

No entanto, o que muita gente não sabe é que o MEI possui algumas limitações, e não é um tipo de empresa que está disponível para todos os tipos de atividades.

Por mais que o MEI seja uma opção que chama muita atenção dos médicos que desejam desenvolver suas atividades como pessoa jurídica, é preciso alertar que de acordo com a legislação em vigor, médicos não podem ser MEI.

Na prática, isso acontece pois a medicina é uma atividade de cunho liberal e intelectual. Por sua vez, as atividades dessa natureza não estão presentes dentro da lista de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

Contudo, a boa notícia é que você já sabe que existem outras opções em tipo de CNPJ para médicos, dentre elas, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) e a Sociedade Empresária Limitada (LTDA).

Redução de imposto para médicos: como a Contabiliza+ pode ajudar você a pagar menos impostos

A Contabiliza+ é uma contabilidade especializada em médicos e profissionais da saúde, que oferece todo o suporte necessário para que você aproveite ao máximo as vantagens tributárias da pessoa jurídica.

Com nosso auxílio, você terá acesso a:

  • Planejamento tributário personalizado: Nossos contadores realizam uma análise detalhada do seu perfil financeiro e indicam a estrutura tributária mais econômica.
  • Gestão contábil e fiscal completa: Cuidamos de todas as obrigações contábeis e fiscais, garantindo que você esteja em dia com o fisco e focado em seu trabalho com os pacientes.
  • Assessoria para otimizar custos: Orientamos sobre despesas dedutíveis e práticas que podem reduzir a carga tributária.

Com a Contabiliza+, você terá uma parceira confiável e comprometida em ajudá-lo a reduzir o imposto para médicos, maximizando seus rendimentos e assegurando sua tranquilidade financeira.

Contabilidade para médicos é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um médico precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

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  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
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  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende médicos de todas as partes do país.

Para saber mais sobre os nossos serviços e tirar dúvidas com especialistas, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Aplicativo Receita Saúde será obrigatório em 2025

Aplicativo Receita Saúde será obrigatório em 2025

A partir de 2025, o aplicativo Receita Saúde poderá ser obrigatório, para profissionais autônomos que prestam serviços na pessoa física, ou seja, que ainda não possuem um CNPJ.

Até a data de publicação deste conteúdo, a Receita Federal ainda não havia oficializado essa decisão, mas trata-se de algo muito aguardado e que pode ser anunciado a qualquer momento.

Para que tanto profissionais de saúde quanto cidadãos estejam preparados, é essencial entender como o aplicativo Receita Saúde funciona e o impacto que ele terá na vida de todos.

Acompanhe neste artigo todos os detalhes sobre essa novidade, incluindo funcionamento, benefícios e como a Contabiliza+ Contabilidade pode ajudar você a se adaptar a essa nova exigência.

O que é o aplicativo Receita Saúde?

O aplicativo Receita Saúde é uma plataforma digital desenvolvida para simplificar a emissão e o controle de recibos por profissionais autônomos da área da saúde.

Com ele, médicos, psicólogos, fisioterapeutas e outros prestadores de serviços poderão registrar e emitir recibos de maneira oficial, centralizada e digitalizada, facilitando a organização financeira e o acompanhamento dos rendimentos.

Ao estudar a possibilidade de tornar o aplicativo Receita Saúde obrigatório em 2025, o governo visa modernizar e padronizar a emissão de recibos, bem como, evitar a sonegação fiscal.

Como o aplicativo Receita Saúde funciona?

O aplicativo Receita Saúde permite que profissionais da saúde emitam recibos eletrônicos de forma muito prática, diretamente pelo smartphone.

A plataforma funcionará da seguinte maneira:

  • Cadastro do profissional: Cada profissional autônomo deverá se cadastrar no aplicativo Receita Saúde, fornecendo dados de identificação e qualificações profissionais.
  • Emissão de recibos: Após o cadastro, o profissional pode emitir recibos para cada serviço prestado, detalhando o tipo de atendimento e o valor cobrado.
  • Armazenamento e controle de receitas: O aplicativo manterá um histórico de recibos emitidos por cada profissional.
  • Acesso aos clientes: Clientes poderão receber uma cópia dos recibos por e-mail ou acessar diretamente no aplicativo, garantindo que tenham comprovantes digitais para deduções ou controle de despesas.

Essa centralização no aplicativo Receita Saúde simplifica a vida tanto de profissionais quanto de clientes, proporcionando uma alternativa digital, segura e organizada para os comprovantes de pagamentos de serviços de saúde.

Por que o aplicativo Receita Saúde pode passar a ser obrigatório em 2025?

A possível obrigatoriedade do aplicativo Receita Saúde em 2025 surge como uma resposta à necessidade de maior controle e transparência na prestação de serviços autônomos na área da saúde.

Na prática, dentre os principais motivos para que o fisco tenha interesse em tornar o uso do Receita Saúde obrigatório, podemos destacar:

  • Facilitar o controle de rendimentos: Ao centralizar os registros de receitas, o governo poderá acompanhar melhor o volume de rendimentos dos profissionais autônomos.
  • Aprimorar a transparência fiscal: O aplicativo Receita Saúde ajudará a prevenir a sonegação fiscal, proporcionando maior transparência no setor.
  • Simplificar declarações de imposto: O histórico de recibos digitais facilita a declaração de imposto de renda tanto para os profissionais quanto para os clientes, que poderão deduzir os valores de consultas e atendimentos.

Com a obrigatoriedade do aplicativo Receita Saúde, espera-se que o setor de saúde autônomo se torne mais organizado e menos vulnerável a inconsistências tributárias.

Quem deve utilizar o aplicativo Receita Saúde?

A partir de 2025, o aplicativo Receita Saúde poderá passar a ser obrigatório para muitos profissionais autônomos que prestam serviços na área da saúde, dentre os quais, podemos destacar:

  • Médicos e psicólogos: Esses profissionais deverão registrar todas as consultas e atendimentos no aplicativo, emitindo recibos digitais para seus clientes.
  • Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais: Prestadores de serviços terapêuticos também serão obrigados a utilizar a plataforma para manter registros financeiros padronizados.
  • Nutricionistas, fonoaudiólogos e outros especialistas: Todos os profissionais autônomos que atuam na área de saúde e emitem recibos precisarão aderir ao aplicativo Receita Saúde.

Para esses profissionais, o aplicativo Receita Saúde permitirá uma melhor organização dos rendimentos e do recolhimento de impostos devidos, além de facilitar a comprovação e o controle dos serviços prestados.

Como emitir recibo digital no Receita Saúde?

Para emitir recibos digitais, os psicólogos precisam acessar o Receita Saúde, recurso que está disponível no App oficial da Receita Federal para dispositivos Android e iOS.

Confira o passo a passo abaixo:

  1. Faça download do app “Receita Federal”, na loja de aplicativos do seu celular;
  2. Na sequência, faça login com o seu CPF e senha Gov.br;
  3. Após o login, clique na opção “Receita Saúde”;
  4. Por fim, basta clicar em “Novo” e preencher o recibo com as informações solicitadas, incluindo o nome e CPF do cliente e o valor dos serviços prestados.

No entanto, para acessar e conseguir utilizar o novo recurso, é necessário que o psicólogo tenha cadastro no carnê leão. Caso você ainda não possua, siga as orientações abaixo:

  1. Acesse o Portal e-CAC, clicando aqui e faça login com a sua senha GOV.BR;
  2. Após login, acesse a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF) e na sequência, clique na opção “Acessar carnê-leão”;
  3. Nesta etapa, o carnê leão apresentará algumas perguntas relacionadas a sua condição, como contribuinte, preencha corretamente cada resposta e clique em “Salvar”;
  4. Após responder as perguntas do passo anterior, será necessário complementar algumas informações cadastrais, informando o seu número de dependentes, o número do PIS e um telefone de contato;
  5. Logo em seguida, será necessário informar os dados de endereço e a sua qualificação profissional;
  6. Por fim, clique em “Salvar Identificação” para concluir o seu cadastro.

Dito isso, é importante destacar que a emissão de recibos é exclusiva para profissionais autônomos, ou seja, que não possuem CNPJ e prestam serviços para outras pessoas físicas, sem vínculo empregatício.

A emissão de recibos por profissionais da saúde é obrigatória?

Os recibos são documentos que precisam ser emitidos por profissionais autônomos, que não possuem CNPJ e prestam serviços para outras pessoas físicas.

Por sua vez, caso o profissional da saúde decida abrir um CNPJ, ela precisará deixar de emitir os recibos para passar a emitir notas fiscais de prestação de serviços.

Veja o que diz a Lei 8.846/1994:

Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.

Por sua vez, veja o que diz a Lei 8.137/90, que trata dos crimes contra a ordem tributária:

“Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:…

…V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação.

Pena – reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.”

Para finalizar, veja também o que diz a Lei 4.729/65, que trata dos crimes de sonegação fiscal:

I – prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei;…

…Pena: Detenção, de seis meses a dois anos, e multa de duas a cinco vezes o valor do tributo.”

Em resumo, o que a legislação procura deixar claro, é que todo profissional precisa comprovar e justificar a origem dos seus rendimentos perante o fisco, sob pena de consequências como multa e prisão.

Por isso, na dúvida, o melhor a se fazer é buscar a orientação e assessoria de uma contabilidade especializada.

Aplicativo Receita Saúde e os impostos na emissão de recibos

Sob as receitas que o profissional da saúde recebe prestando serviços como pessoa física, incide o IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física, cuja alíquota pode chegar a 27,50% dos seus rendimentos.

Veja a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Sem dúvida alguma, essa é uma carga tributária muito elevada e que preocupa boa parte dos profissionais da saúde.

No entanto, a boa notícia, é que ao tomar a decisão de abrir um CNPJ, você não precisará fazer uso do Receita Saúde, e além disso, ainda pode obter uma importante economia de impostos.

O Receita Saúde é voltado apenas para profissionais autônomos que prestam serviços como pessoa física, e que por isso, não conseguem emitir notas fiscais.

Dito isso, veja no resumo abaixo, como você pode pagar bem menos impostos ao tomar a decisão de abrir um CNPJ e passar a prestar seus serviços como pessoa jurídica:

  • No Simples Nacional, a tributação efetiva dos psicólogos pode variar de 6% a 19,50% sobre o faturamento mensal, com alíquota de 6% válida para profissionais que faturam até R$ 15 mil mensais e se enquadram no Anexo III.
  • Por sua vez, no Lucro Presumido, a tributação dos psicólogos pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento.

Aplicativo Receita Saúde e a abertura de CNPJ

Agora que você já sabe que o Receita Saúde poderá passar a ser obrigatório em 2025, e que com isso, muitos profissionais vão precisar arcar com uma alta carga de impostos, é hora de buscar alternativas fiscais mais econômicas, partindo para a abertura de um CNPJ.

Com um CNPJ, profissionais da saúde que prestam seus serviços como pessoa física, conseguem obter uma importante economia de impostos mensais. Além disso, o processo de abertura do CNPJ é bem simples.

Veja como funciona:

1.Contrate um escritório de contabilidade: Para abrir o seu CNPJ, a primeira coisa que você precisa fazer é contratar os serviços de uma contabilidade.

O contador é quem vai cuidar dos trâmites para abertura do seu CNPJ, bem como, lhe ajudar a economizar no pagamento de impostos e manter suas obrigações em dia com o fisco.

2.Separe os documentos necessários: Na sequência, você precisará separar os documentos solicitados pelos órgãos competentes por conferir andamento ao seu pedido de abertura do CNPJ.

Não se preocupe, pois, a lista de documentos é simples, e normalmente inclui apenas os seguintes itens:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Espelho IPTU do endereço que será registrado no CNPJ.

3.Aguarde a abertura e legalização do seu CNPJ: Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade cuida dos trâmites para abertura e legalização do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Para saber mais sobre abertura de CNPJ, impostos, declarações e o Receita Saúde, saiba que você pode entrar em contato conosco!

Como a Contabiliza+ Contabilidade pode ajudar?

A implementação do aplicativo Receita Saúde poderá ser obrigatória em 2025, e muitos profissionais autônomos precisarão se adaptar a novas práticas financeiras e fiscais.

A Contabiliza+ Contabilidade pode ajudar você nessa transição, oferecendo serviços que facilitam a adequação ao aplicativo Receita Saúde, bem como, garantem que todas as suas operações estejam em conformidade com a legislação.

Com a Contabiliza+, você terá:

  • Consultoria para organização financeira: Auxiliamos na implementação de uma rotina organizada de emissão de recibos e controle de rendimentos.
  • Planejamento fiscal e tributário: Para atender às novas exigências do Receita Saúde, nossa equipe orienta você sobre o impacto fiscal das mudanças e como otimizar suas finanças.

Além disso, aqui você encontrará uma série de serviços e diferenciais, dentre os quais, podemos destacar:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende profissionais da saúde de todas as partes do país.

Para saber mais sobre os nossos serviços e tirar dúvidas com especialistas, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Como pagar menos imposto sendo psicólogo?

Como pagar menos imposto sendo psicólogo?

Pagar menos imposto sendo psicólogo é uma meta comum para muitos profissionais dessa área, principalmente considerando que a carga tributária no Brasil pode ser um obstáculo para quem deseja otimizar seus ganhos. 

Neste artigo, vamos explorar as estratégias e opções tributárias disponíveis para ajudar você, psicólogo, a reduzir o impacto dos impostos em seus rendimentos.

É hora de descobrir que existem formas legais de economizar e começar a pagar menos impostos, aumentando assim, a sua lucratividade.

Entenda os impostos para psicólogos: pessoa física x pessoa jurídica

O psicólogo que atua como pessoa física geralmente precisa arcar com uma carga tributária bem maior, que envolve o pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), cuja alíquota pode chegar a 27,50%. 

Além disso, psicólogos autônomos que trabalham na pessoa física também precisam pagar o ISS (Imposto Sobre Serviços), cuja alíquota varia entre 2% e 5%, a depender do município.

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

 

Na pessoa jurídica (PJ), entretanto, o psicólogo pode optar por regimes tributários que geralmente resultam em uma carga tributária menor, como o Simples Nacional ou o Lucro Presumido. 

Na prática, isso torna a formalização como PJ uma escolha estratégica para pagar menos imposto sendo psicólogo.

Regimes tributários para psicólogos na pessoa jurídica

Para aqueles que optam por se formalizar como pessoa jurídica, existem dois regimes tributários que podem ser bem vantajosos: o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Na sequência nós vamos explicar como esses regimes funcionam para que você comece a descobrir o tamanho da economia mensal com impostos que poderá obter como PJ.

Simples Nacional para psicólogos

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado voltado para micro e pequenas empresas, incluindo consultórios e clínicas de psicologia. 

O principal benefício do Simples Nacional é a unificação de impostos em uma única guia, além de oferecer alíquotas reduzidas que podem beneficiar psicólogos que se formalizam como PJ.

Para psicólogos no Simples Nacional, o regime possui duas categorias de tributação:

  • Anexo III: Com alíquotas a partir de 6%, é voltado para psicólogos que destinam ao menos 28% do faturamento para a folha de pagamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 

  • Anexo V: Com alíquotas a partir de 15,50%, se aplica a psicólogos que possuem uma folha de pagamento menor que 28% do faturamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

A utilização do Simples Nacional pode ajudar psicólogos a pagar menos imposto ao permitir uma tributação simplificada e com alíquotas reduzidas, especialmente no Anexo III, quando a folha de pagamento corresponde a 28% ou mais do faturamento.

Além disso, é importante destacar que devido aos valores da coluna “Valor a deduzir”, a alíquota efetiva máxima do Simples para psicólogos é de 19,50% sobre o faturamento.

Lucro Presumido para psicólogos

O Lucro Presumido é uma outra alternativa para reduzir os impostos, especialmente para psicólogos com faturamento elevado. 

Neste regime, as alíquotas são fixas, ou seja, não variam de acordo com o valor da folha de pagamento ou volume de faturamento do psicólogo. Veja como funciona:

  • Impostos federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • ISS: Varia de 2% a 5%, dependendo do município.

Assim, a carga tributária total no Lucro Presumido pode variar de 13,33% a 16,33%, a depender da alíquota do ISS. 

Não tenha dúvidas, existem opções para pagar menos imposto sendo psicólogo. Para isso, tudo que você precisa é de um CNPJ e a assessoria de uma contabilidade especializada.

Comparativo entre pessoa física e pessoa jurídica

Pagar menos imposto sendo psicólogo depende, principalmente, de se formalizar como PJ. A seguir, veja a comparação resumida entre pessoa física e pessoa jurídica:

  • Pessoa Física: Carga tributária pode alcançar até 32,5%, considerando o IRPF (27,5%) e o ISS (até 5%).
  • Pessoa Jurídica: No Simples Nacional (Anexo III), a carga tributária começa em 6% e pode chegar a 19,50%. No Lucro Presumido, varia entre 13,33% e 16,33%.

Optar por um desses regimes na pessoa jurídica reduz significativamente os impostos em comparação com a atuação na pessoa física.

Vantagens de abrir um CNPJ e atuar como psicólogo PJ

Além de pagar menos impostos, sendo psicólogo PJ você pode aproveitar outras vantagens, dentre as quais, podemos destacar:

  • Emissão de notas fiscais: Necessária para que o profissional possa prestar serviços para empresas.
  • Acesso a créditos especiais: Pessoas jurídicas podem aproveitar linhas de crédito especiais e com juros baixos para alavancar os seus negócios.
  • Planos de saúde PJ: Pessoas jurídicas conseguem contratar planos de saúde com mensalidades mais baixas que as cobradas de contratantes do tipo pessoa física.
  • Transferência de lucros: Todo lucro gerado na pessoa jurídica pode ser transferido para a pessoa física sem cobrança adicional de tributos, ou seja, com isenção de IRPF.

Esses são alguns dos benefícios que tornam a formalização como PJ uma excelente estratégia para pagar menos imposto sendo psicólogo, além de proporcionar mais facilidades operacionais.

Planejamento tributário para psicólogos

O planejamento tributário é essencial para psicólogos que buscam otimizar a carga tributária de suas atividades. 

De forma estratégica, ele permite escolher o regime tributário mais adequado, aproveitar benefícios fiscais e reduzir o impacto de impostos sobre os rendimentos. 

Veja os principais pontos a serem considerados no planejamento tributário para psicólogos:

1.Escolha do regime tributário

Um dos primeiros passos no planejamento tributário é a escolha do regime tributário ideal, que dependerá da previsão de faturamento e despesas:

Simples Nacional: Geralmente é o mais vantajoso para psicólogos, especialmente para quem atua como autônomo ou em pequenos consultórios. 

O Simples Nacional unifica vários tributos em uma única guia de pagamento, simplificando a burocracia e oferecendo alíquotas mais baixas para profissionais de saúde.

Lucro Presumido: Pode ser interessante para psicólogos com um volume de faturamento elevado. 

Nesse regime, a tributação é calculada com base em uma presunção de lucro, geralmente mais vantajosa que o Simples em alguns cenários.

Além disso, com uma contabilidade organizada, psicólogos conseguem evitar atrasos em declarações obrigatórias, como o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), e outras obrigações acessórias. 

Multas por atraso podem ser evitadas com a orientação de uma contabilidade que faz o acompanhamento contínuo das obrigações fiscais.

O apoio de uma contabilidade especializada, como a Contabiliza+, é essencial para realizar um planejamento tributário adequado, garantindo a maior economia possível.

Passo a passo para abrir um CNPJ para psicólogos

Agora que você já sabe como pagar menos imposto sendo psicólogo, é hora de conferir o passo a passo completo para abertura do seu CNPJ.

Abrir um CNPJ para psicólogos é um processo que permite atuar de forma legalizada e possibilita a escolha de um regime tributário vantajoso, além de facilitar contratos e serviços com empresas e convênios.

Não se preocupe, com o apoio de uma contabilidade especializada, o passo a passo para abrir um CNPJ se torna mais simples do que você imagina. Veja como funciona:

1.Contrate uma contabilidade especializada: Para começar a pagar menos imposto sendo psicólogo, a primeira coisa que você precisa fazer é contratar os serviços de um escritório de contabilidade, preferencialmente especializado na área da saúde.

O contador vai esclarecer suas dúvidas, montar um planejamento tributário completo e lhe ajudar a pagar menos impostos de forma legal.

2.Defina o tipo de empresa: Com a orientação do contador, o primeiro passo é definir o tipo de empresa mais adequado para os seus objetivos. 

Dentre as opções, podemos destacar:

  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): Essa é a opção mais indicada para o psicólogo que deseja abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Simples: Para dois ou mais psicólogos que desejam abrir um CNPJ em sociedade.

3.Elabore o contrato social: Para abrir a empresa, é necessário um contrato social que descreva as atividades do negócio, a estrutura societária e outras informações básicas. 

Não se preocupe, pois o time de especialistas da Contabiliza+ pode lhe auxiliar na elaboração deste importante documento.

4.Registre a empresa na Junta Comercial: Com o contrato social ou o documento equivalente pronto, o próximo passo é registrá-lo na Junta Comercial.

Após o registro na Junta Comercial, a Receita Federal ficará responsável por emitir o seu CNPJ.

5.Escolha o Regime Tributário: Com o CNPJ ativo, é hora de escolher o regime tributário que será mais adequado para suas atividades, detre eles, conforme destacamos, temos:

  • Simples Nacional: Ideal para pequenas empresas, com alíquotas simplificadas. Psicólogos podem optar pelo Anexo III ou V, dependendo da relação de despesas com o faturamento.
  • Lucro Presumido: Indicado para empresas com receita maior e para quem pode deduzir menos despesas operacionais.

6.Faça o cadastro na Prefeitura: Após a emissão do CNPJ será necessário realizar o cadastro na Prefeitura, ocasião onde será emitida a Inscrição Municipal e o Alvará de Funcionamento.

Além disso, a prefeitura irá ficar responsável por liberar o acesso ao sistema para emissão das notas fiscais de serviços.

7.Faça o cadastro no Conselho de Psicologia: Por fim, além do CNPJ, é obrigatório o cadastro no Conselho Regional de Psicologia (CRP) para atuar legalmente. 

Esse registro permite que o psicólogo exerça a profissão dentro da regulamentação e normas do conselho.

Os documentos necessários para solicitação de registro de pessoa jurídica no CRP são os seguintes:

  • Contrato social, ata ou estatutos que a constitui;
  • Última alteração contratual que tenha ocorrido desde a constituição legal da pessoa jurídica;
  • Cartão do CNPJ;
  • Alvará de funcionamento;
  • Alvará da vigilância sanitária ou o documento de dispensa do Alvará.

Com toda documentação em ordem, você poderá começar a pagar menos imposto sendo psicólogo PJ.

Como a Contabiliza+ pode ajudar psicólogos a pagar menos imposto

A Contabiliza+ possui experiência em ajudar psicólogos a estruturar o melhor planejamento tributário, considerando o perfil e a realidade do consultório de cada cliente. 

Nosso time de especialistas está pronto para orientar você sobre o melhor regime tributário, maximizar deduções e realizar um acompanhamento fiscal completo.

Optar pelo suporte da Contabiliza+ significa garantir um planejamento tributário eficiente, otimizado para a sua realidade profissional e voltado para ajudar você a pagar menos imposto sendo psicólogo

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura do seu CNPJ de forma digital.

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Vale lembrar, que como uma contabilidade digital nós atendemos psicólogos de todas as partes do país!

Redução de imposto para psicólogo: tudo que você precisa saber

Redução de imposto para psicólogo: tudo que você precisa saber

A redução de imposto para psicólogo é um tema essencial para profissionais da área que buscam otimizar seus rendimentos e manter uma maior fatia de seus ganhos.

Com a assessoria de uma contabilidade especializada, como a Contabiliza+, é possível estruturar a melhor estratégia tributária para alcançar essa redução.

Neste artigo, abordaremos tudo que você precisa saber sobre como funcionam os impostos para psicólogos, incluindo as diferenças entre os regimes tributários disponíveis, e como um planejamento eficiente pode proporcionar uma economia significativa.

Para saber mais e conferir o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco até o final.

Entendendo os impostos para psicólogos na pessoa física e na pessoa jurídica

Psicólogos podem atuar tanto como pessoa física, quanto como pessoa jurídica (PJ), e cada modalidade tem implicações tributárias distintas.

Na pessoa física, os impostos tendem a ser mais altos, uma vez que o profissional está sujeito ao Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) com alíquotas que podem chegar a 27,5%.

Por sua vez, além disso, aqueles que prestam serviços de forma autônoma, ainda precisam recolher até 5% de ISS sobre o faturamento mensal. Sem dúvida alguma, uma carga fiscal muito pesada.

Veja a tabela do IRPF:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

No entanto, a boa notícia é que como pessoa jurídica, o psicólogo pode optar por regimes tributários com alíquotas bem mais acessíveis, dentre eles, o Simples Nacional ou o Lucro Presumido.

Para reduzir o imposto para psicólogo, a recomendação inicial é formalizar-se como PJ, pois, na maioria dos casos, as alíquotas tributárias acabam sendo mais favoráveis do que aquelas aplicadas à pessoa física.

Redução de imposto para psicólogo: regimes tributários na pessoa jurídica

Dentre os regimes tributários que psicólogos podem utilizar como pessoa jurídica, podemos destacar o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Ambos os regimes oferecem condições que permitem a redução de imposto para psicólogo, dependendo das características e do volume de faturamento do profissional.

Simples Nacional para psicólogos

O Simples Nacional é uma excelente opção para micro e pequenas empresas, incluindo consultórios de psicologia e clínicas, que possuem faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano.

Neste regime, o pagamento dos impostos ocorre por meio de uma única guia mensal, simplificando o processo de recolhimento.

Por sua vez, a regra utilizada para o cálculo dos impostos é conhecida como Fator R, e diz basicamente o seguinte:

  • Anexo III: Caso o valor gasto com folha de pagamento seja igual ou superior a 28% do faturamento, o psicólogo é tributado conforme as alíquotas do Anexo III, com taxas a partir de 6%.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Anexo V: Se os gastos com folha de pagamento forem inferiores a 28% do faturamento, a tributação ocorre com base nas alíquotas do Anexo V, que são mais altas, partindo de 15,5%.

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Dentre as opções disponíveis, o Anexo III é a opção mais interessante para os psicólogos, especialmente para aqueles que faturam até R$ 180 mil por ano (média de R$ 15 mil por mês), uma vez que nessa faixa a alíquota é de apenas 6%.

Além disso, vale destacar que a alíquota efetiva máxima do Simples Nacional é de 19,50%, ou seja, mesmo faturando um valor extremamente alto, o psicólogo ainda consegue pagar menos impostos como pessoa jurídica do que como pessoa física.

Na prática, isso acontece devido as generosas fatias de dedução que estão presentes nos anexos do Simples Nacional.

Lucro Presumido para psicólogos

O Lucro Presumido é uma outra opção que pode ser muito interessante quando o assunto é a redução de imposto para psicólogo.

Neste regime, a tributação é calculada com base em uma margem presumida de lucro, e os impostos são pagos individualmente.

Para os psicólogos, as alíquotas do Lucro Presumido são resumidamente, as seguintes:

  • Impostos Federais: Alíquota fixa de 11,33% sobre o faturamento;
  • ISS (Imposto sobre Serviços): Alíquota que varia entre 2% e 5%, conforme o estabelecido por cada município.

Sendo assim, a carga tributária total para psicólogos no Lucro Presumido pode variar de 13,33% a 16,33% do faturamento, o que pode ser vantajoso para quem possui despesas elevadas e um faturamento expressivo.

Diante de todas as alternativas apresentadas até aqui, não tenha dúvidas, para quem busca redução de imposto para psicólogo, abrir um CNPJ e atuar como pessoa jurídica é a melhor opção.

Redução de imposto para psicólogo: comparativo pessoa física e pessoa jurídica

Na pessoa física, a alíquota do IRPF pode chegar a 27,5%, o que torna este modelo menos atrativo quando comparado aos regimes de tributação na PJ, como o Simples Nacional e o Lucro Presumido, onde as taxas tendem a ser menores.

Portanto, para reduzir o imposto para psicólogo, o ideal é optar pela abertura de um CNPJ e avaliar qual regime oferece a menor carga tributária de acordo com o perfil do consultório ou clínica.

Vantagens de formalizar-se como pessoa jurídica

Além da possibilidade de redução de imposto para psicólogo, a formalização como pessoa jurídica oferece outros benefícios importantes:

  • Emissão de notas fiscais: Com um CNPJ, o psicólogo pode emitir notas fiscais, um requisito cada vez mais comum para prestação de serviços a empresas e órgãos públicos.
  • Linhas de crédito especiais: Pessoas jurídicas contam com acesso a linhas de crédito com condições especiais, o que facilita o investimento em estrutura e expansão do consultório.
  • Planos de saúde PJ: Profissionais PJ costumam ter acesso a planos de saúde com preços reduzidos em relação aos oferecidos para pessoa física, proporcionando mais economia.
  • Lucro isento de IRPF: Todo lucro gerado na pessoa jurídica pode ser transferido para a pessoa física com isenção de IRPF.

Essas vantagens tornam a formalização como PJ uma alternativa não só para reduzir o imposto para psicólogo, mas também para oferecer maior estabilidade e possibilidade de crescimento.

Planejamento tributário para psicólogos

Um dos passos mais importantes para alcançar uma redução de imposto para psicólogo é a implementação de um planejamento tributário eficiente.

Esse é um processo que envolve:

  • Análise do regime tributário: Avaliar se o Simples Nacional ou o Lucro Presumido é mais vantajoso, considerando o faturamento e a estrutura de despesas do consultório.
  • Estratégia de fator R: Caso o psicólogo opte pelo Simples Nacional, o Fator R pode ser decisivo para enquadrar a empresa no Anexo III, garantindo uma alíquota mais baixa.
  • Despesas dedutíveis: Mapear as despesas que podem ser deduzidas, reduzindo assim a base de cálculo do imposto na pessoa jurídica.

Essas estratégias, quando aplicadas de forma adequada, possibilitam uma significativa redução de imposto para psicólogo, proporcionando maior rentabilidade no exercício da profissão.

Passo a passo para abrir um CNPJ de psicologia

Para psicólogos que desejam formalizar sua atuação como PJ, o processo de abertura de um CNPJ é simples, mas demanda alguns cuidados.

A boa notícia é que o time da Contabiliza+ está aqui para garantir que cada etapa seja realizada com segurança e eficiência.

Confira o passo a passo completo para abertura do seu CNPJ:

1.Contrate uma contabilidade especializada: Quando o objetivo é abrir um CNPJ para alcançar a redução de imposto para psicólogo, o suporte de uma contabilidade como a Contabiliza+, que oferece orientação completa para psicólogos, é fundamental.

Nosso time de especialistas vai esclarecer suas dúvidas, conduzir todos os trâmites para abertura do seu CNPJ e lhe ajudar a pagar menos impostos.

Além disso, vamos assegurar que todas as suas obrigações sejam mantidas em dia com o fisco, para que dessa forma, você não tenha qualquer tipo de dor de cabeça.

2.Separe a documentação necessária: Por sua vez, logo em seguida, é preciso separar a documentação necessária para abertura do CNPJ, o que inclui>

  • Documentos pessoais (RG, CPF ou CNH);
  • Comprovante de residência;
  • IPTU do local onde será registrado o consultório;
  • Registro no CRP (Conselho Regional de Psicologia).

3.Escolha o tipo de CNPJ e regime tributário: Antes de abrir o CNPJ, com a orientação da contabilidade, será necessário escolher o formato de formalização da pessoa jurídica.

Existem diferentes tipos de PJ para psicólogos que desejam desenvolver suas atividades através de um CNPJ. Dentre as opções, podemos destacar:

  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): Natureza jurídica indicada para pessoas que desejam abrir uma empresa individual, ou seja, sem precisar encontrar um sócio para dividir direitos e responsabilidades.
  • Sociedade Empresária Limitada (LTDA): Natureza jurídica que pode ser utilizada por psicólogos que desejam abrir uma empresa em sociedade com terceiros, que por sua vez, não precisam de formação na mesma área.
  • Sociedade Simples (S/S): Natureza jurídica para psicólogos que desejam constituir uma sociedade para exercer a profissão de forma associada.

Dito isso, com relação ao regime tributário, a contabilidade vai analisar se a melhor opção é o Simples Nacional ou o Lucro Presumido.

4.Registro e abertura do CNPJ: Por sua vez, com os documentos do passo dois em mãos, a contabilidade irá conduzir os trâmites para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

5.Registro da pessoa jurídica no CRP: Por fim, será necessário realizar o registro da PJ de psicologia no CRP, visando assim, o exercício regular da profissão.

Os documentos que normalmente são solicitados para o registro, são os seguintes:

  • Contrato Social e aditivos;
  • CNPJ;
  • Licença de Funcionamento emitida pela Prefeitura;
  • Alvará de funcionamento emitido pela Vigilância Sanitária;
  • Certidão de Regularidade do Responsável Técnico.

Além disso, é reciso preencher os seguintes formulários durante o processo de inscrição:

  • Requerimento de inscrição de Pessoa Jurídica;
  • Termo de Responsabilidade Técnica;
  • Declaração de garantia ao (s) psicólogo (s) de liberdade na utilização de suas técnicas;
  • Requerimento de inscrição.

Não se preocupe com a parte burocrática, conte com o time de especialistas da Contabiliza+ e alcance uma importante redução de imposto para psicólogo.

Redução de imposto para psicólogo: como a Contabiliza+ pode ajudar psicólogos a pagar menos impostos

A Contabiliza+ é uma contabilidade especializada em psicólogos e oferece todo o suporte necessário para que você aproveite ao máximo as vantagens tributárias da PJ. Com nosso auxílio, você terá acesso a:

  • Planejamento tributário personalizado: Nossos contadores realizam uma análise detalhada do seu perfil financeiro e indicam a estrutura tributária mais econômica.
  • Gestão contábil e fiscal completa: Cuidamos de todas as obrigações contábeis e fiscais, garantindo que você esteja em dia com o fisco e focado em seu trabalho com os pacientes.
  • Assessoria para otimizar custos: Orientamos sobre despesas dedutíveis e práticas que podem reduzir a carga tributária.

Com a Contabiliza+, você terá uma parceira confiável e comprometida em ajudá-lo a reduzir o imposto para psicólogo, maximizando seus rendimentos e assegurando sua tranquilidade financeira.

Como uma contabilidade digital, atendemos psicólogos de todas as partes do país, entre em contato conosco!