Como abrir um consultório de odontologia

Como abrir um consultório de odontologia

Como abrir um consultório de odontologia? Essa é uma dúvida muito comum entre dentistas que sonham em ter o próprio consultório, independência profissional e uma renda maior.

Sabendo disso, o time da Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em dentistas, consultórios e clínicas de odontologia, decidiu preparar um artigo completo sobre o assunto.

Aqui você vai conferir uma série de dicas, um passo a passo completo e muitas informações importantes para montagem e abertura do seu consultório.

Para saber mais e conferir o que a nossa equipe separou para você, continue conosco e acompanhe este conteúdo até o final.

5 dicas práticas para abrir um consultório de odontologia

Para começar esse conteúdo com o pé direito, fornecendo uma série de informações importantes para a montagem do seu consultório de odontologia, a nossa equipe vai apresentar de forma bem detalhada, 5 pontos que merecem sua atenção.

1.Planejamento e pesquisa

Abrir um consultório odontológico é uma decisão que exige um bom planejamento a fim de garantir os resultados esperados e o sucesso do negócio. Sendo assim, confira os itens abaixo:

1.1.Pesquisa de mercado

  • Demanda local: Avalie a necessidade de serviços odontológicos na região onde você pretende abrir o consultório.
  • Tendências do setor: Esteja ciente das tendências atuais na odontologia, como a crescente demanda por tratamentos estéticos, ortodontia e implantes dentários.

1.2.Concorrência

  • Mapeamento da concorrência: Identifique todos os consultórios odontológicos nas proximidades. Analise seus pontos fortes e fracos, os serviços que oferecem, preços e estratégias de marketing.
  • Diferenciação: Pense em como seu consultório pode se destacar da concorrência. Pode ser por meio de especializações diferenciadas, um atendimento excepcional, tecnologia de ponta ou um ambiente mais confortável e acolhedor.

1.3.Plano de negócios

Monte um plano de negócios completo, e que leve em consideração itens como:

  • Apresentação da empresa;
  • Estudo de mercado;
  • Definição do público-alvo;
  • Estudo de fornecedores;
  • Estrutura física do negócio;
  • Estrutura de pessoal;
  • Planejamento financeiro;
  • Planejamento de marketing.

Apesar de não ser obrigatório para fins de abertura e legalização do negócio, o plano de negócios é capaz de fornecer um norte no momento de abrir um consultório de odontologia.

2.Localização e infraestrutura

A escolha do local mais adequado é um passo muito importante na hora de abrir um consultório odontológico.

A localização e a estrutura do consultório, podem impactar diretamente na visibilidade do negócio, bem como, no conforto e satisfação dos pacientes. Confira as dicas abaixo:

2.1.Escolha do local

  • Localização estratégica: Escolha um local estratégico, como bairros e prédios comerciais ou regiões que são conhecidas por concentrar serviços de saúde.
  • Facilidade de acesso: O local deve ser de fácil acesso por transporte público e, se possível, oferecer opções de estacionamento nas proximidades, para que os clientes possam vir de carro.
  • Visibilidade: Um consultório em uma rua movimentada pode atrair mais pacientes. Além disso, placas de sinalização visíveis são importantes para ajudar os pacientes a encontrar o local facilmente.

2.2.Estrutura física

  • Planejamento do espaço: Contrate um arquiteto especializado em ambientes de saúde para planejar a disposição dos consultórios, sala de espera, recepção, banheiros, etc. Um bom layout pode melhorar a experiência dos clientes.
  • Normas de saúde: O projeto deve atender às normas e regulamentos da Anvisa e do Conselho Regional de Odontologia, garantindo a conformidade com todas as exigências sanitárias e de segurança.
  • Equipamentos odontológicos: Adquira equipamentos de qualidade para o seu consultório, como cadeiras odontológicas, autoclaves, dentre outros itens.

2.3.Mobiliário e decoração

  • Conforto: Invista em móveis confortáveis e ergonômicos tanto para a sala de espera quanto para os consultórios. Um ambiente acolhedor e bem decorado pode reduzir a ansiedade dos pacientes e melhorar a percepção do atendimento.
  • Ambiente agradável: A decoração deve transmitir um ambiente profissional, limpo e acolhedor. Utilize cores calmantes e iluminação adequada para criar uma atmosfera relaxante. Plantas e obras de arte podem ajudar a humanizar o espaço.

2.4.Tecnologia e Infraestrutura

  • Software de gestão: Implante um sistema de gestão para agendamentos, prontuários eletrônicos, controle financeiro e comunicação com pacientes.
  • Infraestrutura de TI: Garanta que o consultório tenha uma infraestrutura de TI robusta, com computadores, redes de internet seguras e backup de dados.

3.Financiamento e investimentos

Para abrir um consultório de odontologia, você precisará obter os recursos necessários para cobrir os custos iniciais do negócio. Partindo desse princípio, considere os seguintes itens:

3.1.Fontes de financiamento

  • Recursos próprios: Utilizar economias pessoais costuma ser a forma mais indicada de financiar a abertura do consultório. Isso evita a necessidade de contrair dívidas e pagar juros.
  • Investimento de sócios: Se tiver sócios no negócio, eles podem contribuir com capital próprio, compartilhando os custos e riscos iniciais.
  • Empréstimos e financiamentos: Você também pode recorrer a empréstimos e financiamentos, mas para isso, pesquise e compare as taxas de juros, prazos de pagamento e condições oferecidas por diferentes bancos e instituições financeiras.

3.2.Estimativa dos custos

Faça uma estimativa completa dos custos iniciais para montar o negócio, o que inclui:

  • Reforma e adequação do espaço: Inclui custos de aluguel, reformas, decoração e mobiliário.
  • Compra de equipamentos: Equipamentos odontológicos como cadeiras e autoclaves, são itens de alto custo, mas essenciais para a operação do consultório.
  • Tecnologia e TI: Investimentos em sistemas de gestão, computadores, software para prontuários eletrônicos e outras tecnologias de suporte.
  • Materiais de consumo inicial: Estoque inicial de materiais odontológicos, produtos de esterilização, instrumentos, etc.
  • Licenças e alvarás: Custos com a obtenção de licenças e alvarás de funcionamento e vigilância sanitária.
  • Aluguel e serviços: Pagamento de aluguel, contas de água, luz, internet e outras despesas operacionais.

4.Contratação de pessoal

Montar uma equipe eficiente e qualificada é muito importante ao abrir um consultório de odontologia.

A qualidade do atendimento e a satisfação dos clientes dependem da competência e do comprometimento dos profissionais contratados.

4.1.Equipe necessária

Além do dentista, um consultório odontológico também precisa de outros profissionais, dentre eles:

  • Recepcionista: A profissional ficará responsável por atender telefonemas, agendar consultas, receber pacientes e manter a área de recepção organizada.
  • Auxiliar de Saúde Bucal: Profissional responsável por assistir o dentista durante os procedimentos, preparar e organizar o instrumental, bem como, realizar a limpeza e desinfecção dos equipamentos, e orientar os pacientes.

4.2.Processo de recrutamento

  • Anúncios de vagas: Divulgue as vagas em plataformas de emprego, redes sociais e faculdades de odontologia.
  • Currículos e entrevistas: Analise currículos detalhadamente e conduza entrevistas para avaliar competências técnicas e comportamentais.
  • Testes práticos: Realize testes práticos para avaliar as habilidades dos candidatos, especialmente para ASBs.
  • Referências profissionais: Verifique referências de empregos anteriores para confirmar a experiência e a conduta profissional dos candidatos.

4.3.Contratação

  • Contratos de trabalho: Formalize a contratação através de contratos claros, e que especifiquem funções, remuneração, benefícios, horários de trabalho e políticas do consultório.
  • Treinamento inicial: Ofereça treinamento para que os novos colaboradores compreendam o funcionamento do consultório e todas as tarefas sob suas respectivas responsabilidades.

5.Marketing e divulgação

Desenvolver uma boa estratégia de marketing é outro passo muito importante ao abrir um consultório de odontologia. Sendo assim, confira as dicas abaixo:

5.1.Marketing digital

  • Site: Crie um site profissional e fácil de navegar, que forneça informações detalhadas sobre os serviços oferecidos pelo seu consultório, a equipe, localização, horário de funcionamento e formas de contato.
  • Redes sociais: Utilize plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn para se conectar com diferentes públicos. O Instagram, por exemplo, é excelente para compartilhar fotos de antes e depois de tratamentos.
  • Conteúdo engajador: Publique regularmente conteúdos que envolvam e informem seus seguidores, como vídeos educativos, depoimentos de pacientes, e campanhas de conscientização.
  • Interação: Responda rapidamente a comentários e mensagens. A interação constante ajuda a construir um relacionamento de confiança com os seguidores.
  • Google Ads: Invista em campanhas de Google Ads para alcançar potenciais pacientes que estão procurando por serviços odontológicos na internet.
  • Meta Ads: Utilize anúncios pagos em redes sociais para aumentar a visibilidade do consultório e atrair novos pacientes.

5.2.Marketing local

  • Publicidade tradicional: Distribua flyers informativos sobre os seus serviços em áreas ou eventos estratégicos.
  • Rádio e jornal: Anuncie os seus serviços em rádios locais e jornais para alcançar um público amplo e diversificado.
  • Cartão de fidelidade: Crie um programa de fidelidade onde pacientes acumulam pontos a cada consulta ou tratamento, que podem ser trocados por descontos ou brindes.
  • Newsletter: Envie newsletters mensais com dicas de saúde bucal, novidades do consultório, e promoções especiais.

Ao seguir todas as dicas que apresentamos ao longo deste tópico, temos certeza de que você estará no caminho certo para abrir um consultório de odontologia de sucesso.

Quais os equipamentos e instrumentos necessários para abrir um consultório de odontologia?

Equipamentos e instrumentos necessários para abrir um consultório de odontologia

Para abrir um consultório de odontologia, você vai precisar de uma lista de equipamentos, instrumentos, insumos e medicamentos.

Nesta etapa, vale fazer uma boa pesquisa de preços, e cotar cada item com pelo menos três fornecedores diferentes. Com esse tipo de cuidado, você poderá garantir uma boa economia.

Com o objetivo de orientar e auxiliar você, estamos disponibilizando logo abaixo, uma lista bem completa dos itens que você precisará comprar.

Equipamentos e instrumentos:

  • Cadeira odontológica;
  • Pedal de comando;
  • Autoclave;
  • Fotopolimerizador;
  • Compressor odontológico;
  • Jato de bicarbonato/ultrassom;
  • Negatoscópio;
  • Kit de alta e baixa rotação;
  • Bandeja;
  • Espelho clínico;
  • Pinças;
  • Escavador;
  • Sonda exploratória;
  • Espátulas;
  • Pote Dappen;
  • Cubas;
  • Bisturi;
  • Pinça hemostática;
  • Pinça de sutura;
  • Tesoura clínica;
  • Sugador;
  • Fórceps;
  • Brocas;
  • Limas.

Insumos e Medicamentos:

  • Formocresol;
  • Tartarite;
  • Cones guta;
  • Hemostesin;
  • Bicarbonato de sódio;
  • IRM;
  • Dycal;
  • Roletes de algodão;
  • Cones acessórios;
  • Cimento cirúrgico;
  • Discos soflex;
  • Cariostático;
  • Resinas (A1, A2, A3, A3,5, A4, B1, T, 0A2, OA3);
  • Clorexidine 0,12%;
  • Clorexidine 2%;
  • Anestésico tópico;
  • Flúor tópico;
  • Tricresol;
  • Hipoclorito;
  • Cimento endodôntico;
  • Sugadores;
  • Tiras de lixa metálicas e poliéster;
  • Selante;
  • Anestésico;
  • Ionômero de vidro;
  • Cunhas de madeira;
  • Pasta profilática;
  • Dessensibilizante;
  • Matriz metálica;
  • Tiras de poliéster;
  • EDTA;
  • Pasta de polimento resinas;
  • Paramono;
  • Flúor verniz.

Como abrir um consultório de odontologia [Legalização]

Agora que você já conferiu uma série de dicas e informações importantes, é hora de conferir um passo a passo sobre o trâmite de legalização para abertura de um consultório de odontologia.

1.Contrate uma contabilidade especializada

O primeiro passo para o dentista que deseja abrir um consultório de odontologia, é contratar os serviços e a orientação de uma contabilidade especializada em negócios do segmento odontológico.

O contador vai esclarecer todas as suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura da sua empresa, manter suas obrigações em dia com o fisco, além de lhe ajudar a pagar menos impostos.

Diante disso, se você ainda não possui um contador especialista ao seu lado, saiba que você pode contar com o suporte e assessoria da Contabiliza+.

Como uma contabilidade digital, nós atendemos dentistas de todas as partes do país!

2.Separe os documentos necessários

Dando sequência ao passo a passo para abertura do seu consultório, você precisará separar alguns documentos básicos, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de Residência;
  • Registro no CRO – Conselho Regional de Odontologia;
  • Carnê IPTU do endereço que será utilizado no seu CNPJ.

Além disso, com o suporte e orientação da contabilidade, será preciso elaborar o contrato social, documento básico para registro e legalização da sua empresa.

Não se preocupe, ao escolher a Contabiliza+, você receberá toda orientação necessária em relação aos documentos para abertura do seu CNPJ.

3.Aguarde a emissão do CNPJ e demais documentos

Por fim, você precisará aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade cuida dos trâmites necessários para abertura e legalização do seu consultório, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Para saber mais, esclarecer dúvidas e abrir o seu CNPJ sem qualquer tipo de burocracia ou dificuldade, entre em contato conosco!

Como fazer registro de consultório odontológico no CRO?

De acordo com as leis federais 5.965/73 e 6.839/80, os consultórios odontológicos precisam de registro no CRO – Conselho Regional de Odontologia para funcionar.

Veja o que diz a legislação:

Lei 5.965/73

“§ 1º As clínicas dentárias ou odontológicas, também denominadas odontoclínicas, as policlínicas e outras quaisquer entidades, estabelecidas ou organizadas, como firmas individuais ou sociedades, para a prestação de serviços odontológicos, estão obrigadas à inscrição nos Conselhos Regionais de Odontologia em cuja jurisdição estejam estabelecidas ou exerçam suas atividades.”

Lei  6.839/80

“Art. 1º O registro de empresas e a anotação dos profissionais legalmente habilitados, delas encarregados, serão obrigatórios nas entidades competentes para a fiscalização do exercício das diversas profissões, em razão da atividade básica ou em relação àquela pela qual prestem serviços a terceiros.”

Por sua vez, para o processo de registro dos estabelecimentos junto ao conselho de classe, normalmente são exigidos os seguintes documentos:

  • 01 via de requerimento de inscrição, totalmente preenchido e assinado;;
  • Cópia simples do contrato social de constituição da empresa;
  • Cópia simples da Licença ou do protocolo de Funcionamento da Prefeitura;
  • Cópia simples do Cartão de CNPJ – Receita Federal e/ou protocolo;
  • Declaração de Responsabilidade Técnica;
  • Cópia simples do registro no CRO ou RG e CPF dos sócios (diretores) responsável técnico e administrativo.

É importante destacar que a lista de documentos exigidos para o processo de registro, pode variar de acordo com as exigências do CRO da sua região.

Qual o custo para abrir um consultório de odontologia?

O custo para abrir um consultório de odontologia pode variar bastante a depender de vários fatores como localização, tamanho do consultório, equipamentos necessários, reforma do espaço, entre outros.

Em geral, pode-se estimar um investimento inicial entre R$ 100 mil e R$ 400 mil. Este valor inclui itens como:

  • Reformas e adaptações do imóvel a ser alugado;
  • Mobiliário e equipamentos odontológicos;
  • Sistemas de gestão, telefone, impressora e computador;
  • Televisão e ar-condicionado;
  • Estoque inicial de materiais e insumos;
  • Custos com registro e licenciamento, marketing inicial e capital de giro para os primeiros meses de operação.

Por isso, é muito importante realizar um planejamento financeiro detalhado para obter uma estimativa mais precisa, antes de abrir o seu consultório.

Como funcionam os impostos para consultório de odontologia?

Ao abrir um consultório de odontologia, você poderá recolher os seus impostos através de regimes como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Veja um resumo para compreender como funciona:

  • Simples Nacional: Neste regime, consultórios odontológicos pagam seus impostos em guia única mensal, com uma alíquota efetiva entre 6% e 19,50% a depender do volume de faturamento.
  • Lucro Presumido: Neste regime, os consultórios de odontologia são tributados na faixa de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento, a depender do município onde estão instalados.

Não se preocupe tanto com os impostos, um dos nossos objetivos e compromissos aqui na Contabiliza+, é lhe ajudar a economizar na hora de acertar as contas com o fisco

Contabilidade para dentistas

Se você procura uma contabilidade completa, que está preparada para oferecer todos os serviços e soluções que um consultório odontológico precisa, saiba que você pode contar com o time da Contabiliza+.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida, CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende dentistas de todas as partes do país. É hora de abrir o seu CNPJ e começar a economizar no pagamento de impostos!

Carnê Leão para psicólogos: dúvidas e como preencher

Carnê Leão para psicólogos: dúvidas e como preencher

Você que é psicólogo, não possui CNPJ e recebe de clientes do tipo pessoa física, valores relacionados à prestação dos seus serviços, precisa conhecer, entender como funciona e preencher o carnê leão.

Diante da importância do assunto, das dúvidas frequentes e da falta de conhecimento de muitos profissionais liberais sobre essa importante obrigatoriedade, a Contabiliza+ decidiu preparar um conteúdo completo sobre o tema.

Aqui você vai conferir o que é carnê leão para psicólogos, além de ter acesso a um passo a passo completo para preencher essa obrigatoriedade, evitando assim, problemas com o fisco.

Além disso, nós também vamos apresentar a abertura de CNPJ, como uma alternativa para psicólogos que desejam ficar livre dessa obrigatoriedade e ao mesmo tempo, ter acesso a benefícios como uma boa economia de impostos.

Para saber mais e conferir o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe este conteúdo até o final.

O que é carnê leão para psicólogos?

O carnê leão é uma ferramenta disponibilizada pela Receita Federal para que psicólogos e outros profissionais que prestam serviços de forma autônoma e recebem valores pagos por outras pessoas físicas, façam uma prestação de contas com o fisco, bem como, recolham o Imposto de Renda, quando devido.

A ferramenta em questão foi criada para o cumprimento do Decreto nº 1705, de 23 de outubro de 1979, que por sua vez, determina o seguinte:

“Art. 1º Fica sujeita ao recolhimento antecipado do imposto de renda a pessoa física que perceber de outra pessoa física rendimentos decorrentes do exercício, sem vínculo empregatício, de profissão legalmente regulamentada, bem como os decorrentes de locação, sublocação, arrendamento e subarrendamento de imóveis.”

Diante disso, se você que chegou até aqui, é psicólogo e atende pacientes de forma autônoma (Sem CNPJ), recebendo valores pelos serviços prestados, saiba que você precisa preencher mensalmente o carnê leão.

Além disso, a depender da soma dos seus rendimentos, você precisa recolher um valor mensal de Imposto de Renda. Mas, não se preocupe, pois, o valor recolhido durante o ano, serve para abater a base de cálculo da declaração anual de IR.

Quem precisa preencher o carnê leão?

O carnê leão precisa ser preenchido por profissionais liberais que recebem rendimentos pagos por outras pessoas físicas, em virtude de serviços prestados.

Sendo assim, além de psicólogos, existem outros profissionais que também estão obrigados a preencher mensalmente o carnê leão, dentre os quais, podemos destacar:

  • Médicos;
  • Dentistas;
  • Nutricionistas;
  • Psicólogos;
  • Advogados;
  • Engenheiros;
  • Arquitetos;
  • Dentre outros.

Como funciona o cálculo de impostos no carnê leão?

Após o preenchimento do carnê leão com os seus rendimentos no mês em questão, o sistema calculará o valor do Imposto de Renda devido sobre suas receitas.

A alíquota de contribuição para o Imposto de Renda, pode chegar a 27,50% ao mês, uma vez que a mesma é calculada com base nas alíquotas e faixas de faturamento da tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Dito isso, a boa notícia, é que existem algumas despesas que podem ser lançadas no carnê leão com o objetivo de reduzir o imposto devido.

Dentre as despesas que são consideradas de caráter dedutível, podemos destacar:

  • Aluguel de sala comercial para prestação dos serviços;
  • Despesas com água, luz e telefone ligados a prestação dos serviços;
  • Contribuições obrigatórias a entidades de classe;
  • Material de conservação e limpeza;
  • Material de escritório;
  • IPTU e ISS.

É muito importante buscar orientação de um contador especializado e lançar apenas despesas que de fato sejam dedutíveis e possam ser comprovadas no sistema, caso contrário o psicólogo pode enfrentar problemas com a Receita Federal, e pagar multa.

Como preencher o carnê leão para psicólogo?

Para auxiliar você no correto preenchimento do carnê leão para psicólogos, preparamos um passo a passo completo e com imagens. Confira e tire suas dúvidas!

1.Acesse o Carnê Leão Web

O carnê leão está disponível dentro do Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal, mais conhecido como e-CAC, ambiente que você pode acessar clicando aqui.

Para acessar a plataforma, basta fazer login com a sua senha GOV.BR.

Veja a imagem abaixo:

Acesse o Carnê Leão

2.Acesse o “Meu Imposto de Renda”

Logo após fazer login, acesse a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)” e na sequência, clique em “Acessar Carnê-Leão”.

Veja como fazer nas imagens abaixo:

2.1.Acessando a opçãoMeu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”:

Acessando a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”

2.2.Acessando o Carnê Leão:

Acessando o Carnê Leão:

3.Responda as perguntas relacionadas ao contribuinte

No primeiro acesso ao sistema, o carnê leão apresentará algumas perguntas relacionadas a sua condição, como contribuinte Responda as perguntas e clique em “Salvar”.

Responda as perguntas relacionadas ao contribuinte

4.Complete suas informações pessoais

Na sequência, será necessário complementar o seu cadastro com algumas informações, incluindo:

  • Número de dependentes;
  • Número do PIS/PASEP;
  • Telefone de Contato.

Veja a imagem abaixo:

Complete suas informações pessoais

5.Preencha os dados de endereço pessoal e qualificação

Nesta etapa, será preciso informar os dados de endereço e a sua qualificação profissional, e clicar em “Salvar Identificação” para avançar.

Preencha os dados de endereço pessoal e qualificação

6.Informe seus rendimentos

Após preencher todos os dados cadastrais solicitados, acesse a opção “Rendimentos”, para começar a informar os seus rendimentos no mês anterior.

Por sua vez, para cada valor recebido a ser informado, você precisará clicar no botão “+Rendimento”

Veja a imagem abaixo:

Informe seus rendimentos

Clicando na opção para inclusão de rendimentos, será aberta a seguinte tela:

Informe seus rendimentos detalhados

Nesta tela você precisará informar:

  • Tipo de rendimento (trabalho não assalariado);
  • Sua ocupação profissional;
  • Natureza do rendimento;
  • Data de recebimento;
  • CPF de quem pagou
  • Breve histórico informando a origem do valor;
  • Valor recebido.

Para finalizar, clique em “Incluir Rendimento” e repita o processo até fornecer ao sistema, informações sobre todos os rendimentos que você recebeu no mês anterior.

Importante: No caso de valores pagos por pessoas jurídicas, o correto é que a empresa ou organização contratante dos serviços, faça a retenção do Imposto de Renda, seja por meio de folha de pagamento ou RPA (Recibo de Pagamento de Autônomo).

7.Informe suas despesas dedutíveis

Após informar todos os seus rendimentos, acesse a opção “Pagamentos” e informe também suas despesas dedutíveis, a fim de abater o valor de um possível imposto de renda, a pagar.

Conforme explicamos anteriormente, são exemplos de despesas dedutíveis:

  • Aluguel de sala comercial para prestação dos serviços;
  • Despesas com água, luz e telefone ligados a prestação dos serviços;
  • Contribuições obrigatórias a entidades de classe;
  • Material de conservação e limpeza;
  • Material de escritório;
  • IPTU e ISS.

7.Imprima a guia para pagamento do Imposto de Renda

Por fim, será preciso imprimir a guia DARF (caso possua valor de IR a pagar). Para isso, clique na opção “Demonstrativo” e logo em seguida no ícone da impressora.

Veja a imagem abaixo:

Imprima a guia para pagamento do Imposto de Renda

Lembre-se de efetuar o pagamento da guia até o seu vencimento e permaneça em dia com a Receita Federal.

Importante: Para evitar erros de preenchimento e problemas com o fisco, é recomendado que o carnê leão seja preenchido por um profissional de contabilidade.

Dito isso, se você precisar de assessoria, saiba que a Contabiliza+ atende psicólogos de todas as partes do país e está à sua disposição.

O que acontece se você não preencher o carnê leão para psicólogos?

Como explicamos anteriormente, o carnê leão é uma obrigatoriedade para profissionais que atuam como pessoa física e em virtude dos serviços prestados, recebem valores pagos por outras pessoas físicas.

Dito isso, aqueles que não preenchem o carnê leão e recolhem o imposto de renda devido sobre seus rendimentos, ficam sujeitos a uma série de penalidades, incluindo:

  • Aplicação de juros e multas;
  • Bloqueio do CPF;
  • Inscrição de débitos em dívida ativa;
  • Responsabilização judicial por sonegação fiscal;
  • Prisão por até 5 anos, em caso de condenação.

Deixar de declarar e recolher valores devidos ao fisco, é considerado crime de sonegação fiscal e crime contra a ordem tributária. Por isso, todo cuidado é pouco. Faça a coisa certa!

Carnê leão para psicólogo: como pagar menos imposto?

Para receber dispensa da obrigatoriedade de preencher o carnê leão, os profissionais precisam buscar a orientação de um escritório de contabilidade e abrir um CNPJ.

Com um CNPJ os psicólogos deixam de ser tributados com base nas regras da pessoa física e passam a recolher seus impostos com base em regimes como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Simples Nacional para psicólogos

No Simples Nacional os psicólogos pagam todos os impostos em uma guia única mensal, com alíquota que pode iniciar em apenas 6% sobre o faturamento, observada a regra do Fator R, que diz o seguinte:

  • Psicólogos que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume igual ou superior a 28% do seu faturamento, são tributados no Anexo III.

Anexo III do Simples Nacional

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Psicólogos que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume inferior a 28% do seu faturamento, são tributados no Anexo V.

Anexo V do Simples Nacional

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Além disso, considerando as deduções da coluna “Valor a Deduzir”, a alíquota efetiva máxima de contribuição para psicólogos optantes pelo Simples Nacional, é de 19,50%.

Lucro Presumido para psicólogo

Quando o Simples Nacional não é a opção mais econômica, os psicólogos podem pagar seus impostos através do Simples Nacional, regime tributário cuja alíquota máxima para serviços de psicologia é de 16,33% sobre o faturamento.

Resumidamente, funciona assim:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre seus rendimentos;
  • Imposto Municipal: 2% a 5% (a depender do município).

Dito isso, vale destacar que neste regime as alíquotas são fixas, ou seja, elas não variam de acordo com o seu volume de faturamento.

Não tenha dúvidas, como psicólogo PJ você pode economizar no pagamento de impostos. Para saber mais, entre em contato conosco!

Vantagens do CNPJ para psicólogos

Além de ficar livre do carnê leão para psicólogos e economizar no pagamento de impostos, com um CNPJ você pode aproveitar outros benefícios, dentre os quais, podemos destacar:

  • Lucro isento de IRPF: O lucro gerado durante o ano no seu CNPJ, pode ser transferido para a pessoa física como lucros e dividendos, tipo de receita que é isenta de Imposto de Renda.
  • Permissão para emitir notas fiscais: Ao regularizar suas atividades como PJ, você poderá emitir notas fiscais de prestação de serviços com facilidade.
  • Mais oportunidades de trabalho: Como pessoa jurídica, o psicólogo se habilita para prestar serviços em clínicas e empresas que preferem contratar profissionais na modalidade PJ.
  • Acesso a linhas de crédito: Com um CNPJ e uma conta bancária empresarial, você pode ter acesso a linhas especiais de crédito.
  • Economia no plano de saúde: A contratação de planos de saúde para você e sua família custará menos na pessoa jurídica.

Diante de tantas vantagens, é muito fácil compreender o que tem contribuído para que um número cada vez maior de psicólogos tome a decisão de abrir um CNPJ, não é mesmo?

Como abrir CNPJ para psicólogo [Passo a Passo]

Se você não deseja mais ter que se preocupar com o carnê leão para psicólogos, e está em busca de economia no pagamento de impostos, abrir o seu CNPJ e atuar como PJ (pessoa jurídica) é o caminho.

Partindo desse princípio, siga as orientações do passo a passo abaixo para conquistar o seu CNPJ:

1.Contrate uma contabilidade especializada: A primeira coisa que você precisa fazer para abrir o seu CNPJ é buscar o auxílio e orientação de um escritório de contabilidade, preferencialmente, que seja especializado na área da saúde.

O contador poderá esclarecer suas dúvidas sobre impostos e outros itens importantes, além de cuidar dos trâmites para abertura da sua PJ de psicologia e manter suas obrigações em dia com o fisco.

2.Separe os documentos necessários: Na sequência, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu consultório, o que inclui:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Registro no CRP – Conselho Regional de Psicologia.

3.Aguarde a abertura do seu CNPJ: Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto o nosso time de especialistas cuida dos trâmites para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Assim que toda documentação estiver em ordem, você poderá desenvolver suas atividades como psicólogo PJ e aproveitar todos os benefícios que citamos ao longo desse conteúdo.

Quanto custa abrir CNPJ para psicólogo?

Ao contrário do que muitos psicólogos pensam, o custo para abrir um CNPJ não é elevado, principalmente quando comparado aos benefícios que essa decisão pode oferecer.

Confira um detalhamento do investimento:

  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor cobrado pelos serviços de registro da Junta Comercial do estado em que será constituído o CNPJ.
  • Honorários do escritório de contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade que ficará responsável por cuidar de todos os trâmites de abertura e legalização da sua PJ de psicologia.
  • Aquisição de um certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e assinatura eletrônica de documentos.
  • Registro no CRP: Custo com a taxa de registro da PJ de psicologia no Conselho Regional de Psicologia.

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Contabilidade para psicólogos é com a Contabiliza+

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  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

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Dentista pode ser Simples Nacional para pagar menos imposto?

Dentista pode ser Simples Nacional para pagar menos imposto?

Dentista pode ser Simples Nacional para pagar menos imposto? Será que vale a pena para dentista abrir um CNPJ? Essas são dúvidas comuns entre profissionais que estão em busca de uma alternativa para pagar menos impostos.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em profissionais da área da saúde, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Aqui você vai conferir tudo sobre o Simples Nacional e outros modelos de tributação para dentistas, além de ter acesso ao passo a passo completo para abertura do seu CNPJ.

Dito isso, se você deseja eliminar todas as suas dúvidas, começar a pagar menos impostos e aumentar sua renda líquida, continue conosco e acompanhe este artigo até o final.

O que é Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário criado pela Lei Complementar 123/2006, com o objetivo de oferecer tratamento fiscal diferenciado para micro e pequenas empresas, ou seja, negócios com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Sendo assim, os dentistas que decidem abrir um CNPJ e atendem ao limite de faturamento anual em questão, podem ser optantes pelo Simples.

Neste regime, os impostos são agrupados em guia única mensal, cujo valor da contribuição é calculado com base em fatores como o faturamento e volume de despesas com folha do profissional.

Confira os impostos que fazem parte do Simples para dentistas:

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • PIS – Programa de Integração Social;
  • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;
  • ISS – Imposto Sobre Serviços;
  • CPP – Contribuição Previdenciária Patronal.

No próximo tópico, vamos apresentar as alíquotas e explicar como funciona o cálculo do Simples Nacional para dentistas.

Como funciona o Simples Nacional para dentistas?

De acordo com a legislação em vigor, os dentistas que decidem abrir um CNPJ e optam pelo Simples Nacional, podem ser tributados pelas alíquotas do Anexo III ou do Anexo V do referido regime, observada a regra do fator R, que em resumo, diz o seguinte:

  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume maior ou igual a 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo III, com alíquota a partir de 6%.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume menor que 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50%.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

A princípio o Simples Nacional pode até parecer complexo, mas para que você tenha uma ideia, profissionais que faturam até R$ 180 mil por ano, (em média R$ 15 mil por mês), conseguem pagar apenas 6% em impostos através deste regime.

Além disso, é importante esclarecer que para aqueles que faturam mais de R$ 180 mil por ano, quando realizamos os cálculos, as alíquotas efetivas de contribuição acabam sendo menores que essas que aparecem nos Anexos acima.

Na prática, isso acontece, pois no Simples Nacional temos parcelas considerações de deduções para abater a base de cálculo dos impostos.

Dentista pode ser Simples Nacional: Veja como funciona o cálculo do imposto

Neste tópico, vamos apresentar alguns exemplos para que você entenda como funciona o cálculo de impostos no Simples Nacional para dentistas.

Exemplo I: Dentista enquadrado no Anexo III, com faturamento mensal de R$ 15 mil.

  • Valor do Simples Nacional: R$ 15 mil x 6% = R$ 900,00

Exemplo II: Dentista enquadrado no Anexo V, com faturamento mensal de R$ 15 mil

  • Valor do Simples Nacional: R$ 15 mil x 15,50% = R$ 2.325,00

Através dos exemplos acima é fácil perceber a importância de contar com o suporte de uma contabilidade especializada e preparada para lhe ajudar a conquistar o enquadramento no Anexo III.

Para ser enquadrado no Anexo III, você só precisa comprar que gasta 28% do faturamento em despesas com folha, o que inclui o seu próprio pró-labore. Dessa forma, na maior parte dos casos, basta um pequeno ajuste no valor da retirada de pró-labore para obter uma boa economia de impostos no Simples.

Exemplo III: Dentista com faturamento de R$ 200.000,00 nos últimos 12 meses (2ª faixa do Simples), enquadramento no Anexo III e faturamento no mês de atual de R$ 25.000,00.

A partir da segunda faixa de faturamento, precisamos aproveitar a coluna “valor a deduzir” e encontrar a alíquota efetiva de cálculo. Para isso, utilizamos a fórmula abaixo:

[(RBT12 x ALIQ) – PD] / RBT12

Onde:

  • RBT12: Receita dos últimos 12 meses
  • ALIQ: Alíquota do Anexo;
  • PD: Parcela a deduzir.

Agora vamos ao cálculo:

  • Tipo do Anexo: III
  • Faturamento últimos 12 meses: R$ 200.000,00
  • Faturamento no mês atual: R$ 25.000,00
  • Alíquota do Simples Nacional: 11,20%
  • Parcela a deduzir: R$ 9.360,00

[(R$ 200.000,00 x 11,20%) – R$ 9.360,00] / R$ 200.000,00

(R$ 22.400,00 – R$ 9.360,00) / R$ 200.000,00

R$ 13.040/ R$ 200.000,00

Alíquota Efetiva: 6,52%

Por fim, podemos calcular o imposto a pagar:

  • Valor do Simples Nacional: R$ 25.000,00 x 6,52% = R$ 1.630,00

Diante dos cálculos, não tenha dúvidas, dentista pode ser Simples Nacional e economizar no pagamento de impostos, principalmente quando enquadrado no Anexo III do regime.

Dentista pode ser Simples Nacional ou é melhor ser pessoa física?

Você que chegou até aqui já sabe como funciona o Simples Nacional para dentista. Mas, afinal, será que vale a pena abrir um CNPJ e aderir a esse regime ou é melhor atuar como pessoa física?

Em meio a esse tipo de dúvida, nós precisamos esclarecer que abrir um CNPJ é a melhor opção, por uma série de fatores, a começar pela economia de impostos que se pode obter como PJ (pessoa jurídica).

De acordo com a legislação em vigor, os dentistas que atuam como pessoa física, precisam contribuir mensalmente para o Imposto de Renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50%.

Confira a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Além disso, como prestadores de serviços autônomos, os dentistas precisam se cadastrar na Prefeitura, e de acordo com a legislação do seu município, recolher entre 2% e 5% de ISS sobre os seus rendimentos mensais.

Para que você tenha uma ideia, de acordo com o Simulador de Imposto de Renda da Receita Federal, mesmo considerando a parcela de dedução da tabela acima, um dentista com rendimentos mensais de R$ 25.000,00 pagaria R$ 5.823,67 de IR (alíquota efetiva de 23,29%).

Por sua vez, somando o ISS, que na maior parte dos municípios é de 5%, temos uma carga de 28,29% em impostos para o volume de faturamento do nosso exemplo, contra 6,52% de alíquota efetiva no Anexo III do Simples.

Na prática, por mais que seja possível utilizar alguns tipos de despesas para abater o valor do IR, na imensa maioria dos casos, abrir um CNPJ é muito mais vantajoso na hora de recolher impostos.

Quais as vantagens de abrir CNPJ para dentista?

Por sua vez, além de economizar no pagamento de impostos, o dentista que decide abrir um CNPJ, pode aproveitar outros benefícios importantes, dentre eles:

  • Permissão para emitir notas fiscais: Como PJ, você poderá emitir notas fiscais e atender clientes que exigem esse tipo de documento, incluindo clínicas odontológicas e empresas.
  • Isenção de IRPF sobre o lucro transferido do CNPJ para a pessoa física: Todo lucro gerado no seu CNPJ e transferido para o seu CPF, é isento de Imposto de Renda Pessoa Física.
  • Permissão para abertura de conta bancária PJ: Pessoas jurídicas possuem acesso a linhas de crédito com taxas de juro reduzidas, o que pode ser útil para expandir os seus negócios.
  • Possibilidade de contratar plano de saúde com valores mais baixos: Os planos de saúde oferecem valores mais atrativos para clientes do tipo pessoa jurídica.

Dentista pode ser Simples Nacional e existem muitos motivos para que você tome a decisão de abrir o seu CNPJ.

Dentista pode ser Simples Nacional ou é melhor ser Lucro Presumido?

Você que chegou até aqui, já sabe que o Simples é um regime com alíquotas progressivas, cujo valor varia de acordo com o volume de faturamento do profissional. Diante disso, esse regime pode não ser interessante para dentistas com um faturamento anual muito alto.

Em casos desse tipo, o Lucro Presumido entra em cena como uma opção interessante, já que neste regime as alíquotas são fixas, ou seja, elas não mudam com base no volume das suas receitas.

A contribuição é calculada da seguinte forma:

  • Impostos Federais: Somam 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% sobre o faturamento (a depender do município).

Estamos falando de uma alíquota final de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento, que por sua vez, também é menor que a alíquota de contribuição atuando como pessoa física.

Com isso, podemos afirmar que dentista pode ser Simples Nacional, e que mesmo, quando o regime em questão não é tão econômico, temos outras alternativas, dentre elas, o Lucro Presumido.

Agora ficou fácil entender o que tem contribuído para que um número cada vez maior de dentistas tome a decisão de abrir um CNPJ, não é mesmo?

Pensando em abrir um CNPJ para começar a pagar menos impostos e aproveitar outras vantagens? Entre em contato conosco!

Dentista pode ser MEI?

Você já sabe que dentista pode ser Simples Nacional. Mas, e quanto ao MEI, dentista pode ser Microempreendedor Individual?

Devido a facilidade de abertura, sem obrigatoriedade de um contador e a carga de impostos extremamente reduzida, o MEI é a primeira opção procurada por pessoas que desejam abrir um CNPJ.

No entanto, o modelo em questão possui algumas limitações, como o limite de faturamento anual de R$ 81 mil (R$ 6.750,00 por mês) e a vedação a determinadas atividades.

Dentistas, por exemplo, não podem ser MEI, uma vez que a odontologia não faz parte do rol de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

Dentista pode ser Simples Nacional para pagar menos imposto: como abrir CNPJ

Agora que você já sabe que dentista pode ser Simples Nacional para pagar menos impostos, é hora de conferir o passo a passo para abertura do seu CNPJ.

A boa notícia, para você que chegou até aqui, é que abrir um CNPJ para exercer as suas atividades profissionais como PJ (pessoa jurídica), é muito mais fácil do que a maior parte das pessoas imagina. Veja como funciona:

1.Contrate uma contabilidade para dentistas: Quando o objetivo é abrir CNPJ para dentista, a primeira coisa que o profissional precisa fazer é contratar os serviços de uma contabilidade especializada.

Além de esclarecer dúvidas importantes, e lhe ajudar a pagar menos impostos, o contador cuidará dos trâmites para abertura da sua PJ de odontologia e das obrigações pós-abertura, incluindo:

  • Cálculo de pró-labore e folha de pagamento;
  • Cálculo de impostos e emissão de guias;
  • Entrega de declarações ao fisco;
  • Elaboração do balanço contábil;
  • Dentre outros itens importantes.

2.Separe os documentos necessários: Por sua vez, após contratar um escritório de contabilidade especializado, o dentista precisará separar os documentos necessários para abertura da sua PJ, o que inclui:

  • RG e CPF ou CNH;
  • Comprovante de residência;
  • Carnê IPTU ou Inscrição Imobiliária do local para abertura da empresa;
  • Registro do dentista responsável técnico no CRO – Conselho Regional de Odontologia.

3.Aguarde a constituição da PJ de odontologia: Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto cuidamos da constituição e regularização da sua PJ de odontologia, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Liberação do Alvará da Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Funcionamento na Prefeitura.

Como registrar PJ de odontologia no CRO?

Além de abrir um CNPJ, para que você possa desenvolver suas atividades como pessoa jurídica, optar pelo Simples Nacional e de fato, começar a obter uma economia mensal expressiva de impostos, será preciso registrar a sua PJ de odontologia no CRO.

Os documentos que normalmente são requisitados para registro de dentista PJ no CRO são os seguintes:

  • 01 via de requerimento de inscrição, totalmente preenchido e assinado;
  • Cópia simples do contrato constitutivo e suas respectivas alterações;
  • Cópia simples da licença ou do protocolo de funcionamento da prefeitura;
  • Cópia simples do cartão CNPJ ou protocolo;
  • Declaração de responsabilidade técnica;
  • Cópia simples da cédula CRO ou RG e CPF dos sócios (diretores), responsável técnico e administrativo;
  • Cópia do contrato de trabalho do responsável técnico, no caso de todos os sócios forem pessoas leigas.

Não se preocupe, pois, o time da Contabiliza+ também está preparado para auxiliar você no processo de registro da sua PJ no Conselho Regional de Odontologia.

Quanto custa abrir CNPJ para dentista?

Ao contrário do que muitos pensam, para abrir um CNPJ de dentista e começar a pagar menos impostos, não é necessário realizar um alto investimento.

Na prática, os custos são os seguintes:

  • Taxa de registro da empresa na Junta Comercial;
  • Aquisição de um certificado digital;
  • Honorários do escritório de contabilidade;
  • Taxa de registro da empresa no CRO.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado para abertura do seu CNPJ, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Contabilidade para dentista é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um dentista precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende veterinários de todas as partes do país, levando o que há de melhor para os nossos clientes.

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  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
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  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital.

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Como uma contabilidade digital, atendemos dentistas de todas as partes do país!

O que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos?

O que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos?

O que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos? Essa é uma dúvida comum entre veterinários que atuam de forma autônoma, e que estão em busca de uma alternativa para economizar no pagamento de tributos, a fim de aumentar seus lucros.

Sabendo disso, o time da Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em médicos veterinários decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Para saber mais e conhecer o caminho para economizar de forma legal, ou seja, sem correr riscos de enfrentar problemas com o fisco, continue conosco até o final.

Tributação para veterinário impostos na pessoa física

Quando o assunto é o que um veterinário pode fazer para pagar menos impostos, saiba que a primeira coisa é parar de prestar os seus serviços como autônomo na pessoa física.

De acordo com a legislação em vigor, veterinários e outros profissionais liberais que atuam de forma autônoma e não possuem um CNPJ, ficam sujeitos ao recolhimento do Imposto de Renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50% sobre o faturamento.

Veja a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Por outro lado, aqueles que buscam a orientação de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+, e que entendem a importância de abrir um CNPJ, podem contribuir com alíquotas bem menores, através de regimes como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

No Simples Nacional, por exemplo, veterinários que faturam até R$ 15 mil por mês, podem pagar apenas 6% em impostos mensais.

Tributação para veterinário: imposto na pessoa jurídica

A melhor coisa que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos é abrir um CNPJ para ter acesso a regimes tributários diferenciados, com alíquotas menores que aquelas que são praticadas na tabela de imposto de renda da pessoa física.

Na sequência, vamos explicar como funciona o Simples Nacional e o Lucro Presumido para veterinários, tendo em vista que esses são os regimes mais utilizados pelos profissionais da área que atuam como PJ.

Simples Nacional para veterinário

No Simples Nacional os veterinários ficam sujeitos à regra do Fator R, que em resumo, diz o seguinte:

  • Veterinários optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume maior ou igual a 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo III, com alíquota a partir de 6%.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Veterinários optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume menor que 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50%.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Para que você tenha ideia do tamanho da economia que o enquadramento neste regime pode representar. Um veterinário que fatura R$ 15 mil por mês e é enquadrado no Anexo III, paga R$ 900,00 mensais em impostos.

Por sua vez, atuando sem CNPJ, o mesmo profissional precisaria arcar com R$ 3.073,67 de Imposto de Renda, ou seja, uma alíquota efetiva de 20,49% sobre os seus rendimentos.

Você mesmo pode fazer essa simulação no Simulador de IRPF da Receita Federal para conferir a veracidade dessa informação.

Agora você está começando a entender o que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos, e o que tem contribuído para que um número cada vez maior de profissionais da área decida abrir um CNPJ, não é mesmo?

Lucro Presumido para veterinário

Como o Simples é um regime tributário que possui alíquotas progressivas, em alguns casos ele não será a opção mais econômica para os médicos veterinários, sobretudo para aqueles que possuem um alto volume de faturamento mensal.

Neste caso, uma contabilidade especializada pode estudar todos os cenários e montar um planejamento tributário, enquadrando o veterinário no Lucro Presumido.

No Lucro Presumido a tributação para atividades de medicina veterinária está fixada entre 13,33% e 16,33% sobre o faturamento mensal, observadas as seguintes alíquotas:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% sobre o faturamento, a depender do município.

Para que não restem dúvidas, vamos a mais um comparativo com a tributação na pessoa física, considerando agora, um médico veterinário que fatura em média R$ 35 mil por mês.

Na pessoa física, sendo tributado com base no Imposto de Renda, a alíquota de tributação efetiva do profissional (já considerando deduções), seria de 24,55% sobre seus rendimentos mensais, o que por sua vez, representaria R$ 8.594,83 em impostos.

Por outro lado, no Lucro Presumido, seria possível contribuir com R$ 4.665,50 sobre esse volume de rendimentos mensais.

Não tenha dúvidas, quando o assunto é o que veterinário pode fazer para pagar menos impostos, abrir um CNPJ é a opção.

Veterinário pode ser MEI?

Quando o objetivo é a busca por uma boa economia de impostos, muitos profissionais questionam se veterinário pode ser MEI. Afinal, o Microempreendedor Individual é um formato para abertura de CNPJ, conhecido pela economia que pode gerar.

A carga de impostos do MEI é fixa e possui um valor bem reduzido, que chama a atenção de muita gente. No entanto, o que a maior parte das pessoas não sabem, é que atividades de cunho liberal como a medicina veterinária, não estão presentes no rol de ocupações permitidas aos microempreendedores individuais.

Na prática, isso significa que veterinários não podem ser MEI. No entanto, em contrapartida, existem outras opções interessantes em tipos de CNPJ, que você pode utilizar, dentre elas:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por veterinários interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.
  • Sociedade Simples: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dois ou mais veterinários que possuem interesse de abrir um negócio em sociedade para o exercício da medicina veterinária.

Não sabe qual tipo de CNPJ abrir para desenvolver suas atividades economizando no pagamento de impostos? Entre em contato conosco e receba as orientações do nosso time de especialistas.

Como uma contabilidade digital especializada em médicos veterinários, a Contabiliza+ atende profissionais de todas as partes do país!

Para finalizar esse tópico sem deixar qualquer tipo de dúvida, é importante informar que o próprio CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária já publicou uma matéria para esclarecer o assunto. Confira um trecho:

“O empreendedorismo tem vários caminhos, mas é preciso esclarecer que o modelo empresarial conhecido como MEI (microempreendedor individual) não se aplica a médicos-veterinários. O coordenador jurídico do CRMV-SP, Marcos Antonio Alves, ressalta que a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que criou o Estatuto Nacional da Microempresa, delegou ao Comitê Gestor do Simples Nacional a regulamentação das atividades que podem ser exercidas na forma de MEI.

“Sendo assim, por meio da Resolução CGSN nº 140/2018, em seu Anexo XI, o Comitê estabeleceu quais são as ocupações permitidas ao MEI, sendo que as atividades de natureza intelectual, exercidas por profissionais liberais, como o médico-veterinário, advogado, psicólogo, entre outros, não se enquadram nestas permissões”, esclarece Alves.”

Para conferir a matéria na íntegra, clique aqui e acesse o site do Conselho de Medicina Veterinária do estado de São Paulo.

Veterinário precisa emitir nota fiscal?

Sim. Como um prestador de serviços, o médico veterinário precisa emitir nota fiscal para manter suas obrigações em dia com o fisco.

Veja o diz um trecho da Lei 8.846/1994:

Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.

Por sua vez, a Lei 8.137/90 trata o ato de não emitir nota fiscal quando obrigatório, como um crime contra a ordem tributária e a Lei 4.729/65 trata a prática em questão como crime de sonegação fiscal.

Em virtude das legislações em vigor, os infratores podem responder judicialmente, pagar multas pesadas e a depender da gravidade dos fatos, sofrer condenação à prisão.

Não corra riscos, o fisco possui acesso a suas movimentações bancárias e a sua evolução patrimonial, de modo que pode identificar com facilidade qualquer ato de sonegação.

Sendo assim, fica o alerta de que sonegar não é a melhor coisa que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos.

Como abrir CNPJ para veterinário e pagar menos impostos?

Agora que você já sabe o que veterinário pode fazer para pagar menos impostos, é hora de conferir em um passo a passo, o que é preciso para conquistar o seu CNPJ.

Temos certeza que você vai se surpreender ao descobrir que abrir um CNPJ é muito mais fácil do que a maior parte das pessoas acredita. Veja como funciona:

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é abrir um CNPJ, a primeira coisa que o veterinário precisa fazer é contratar um escritório de contabilidade, preferencialmente, que seja especializado na prestação de assessoria para médicos veterinários.

A contabilidade cuidará de todos os trâmites para abertura do CNPJ, fornecerá informações importantes para redução de impostos e lhe ajudará a manter todas as suas obrigações em dia com o fisco.

Dito isso, se você ainda não tem um contador especialista ao seu lado, saiba que você pode contar com o time da Contabiliza+.

2.Separe a documentação necessária

Dando sequência ao passo a passo, você precisará separar a documentação necessária para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

3.Aguarde a legalização da sua PJ de medicina veterinária

Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade providencia a documentação da sua PJ de medicina veterinária, incluindo:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Importante: Vale destacar que para que possa exercer suas atividades de forma regular, o médico veterinário que decide abrir um CNPJ, precisa registrar a empresa junto ao CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Para isso, é necessário efetuar o pagamento de uma taxa e providenciar os seguintes documentos:

  • Comprovante de inscrição no CNPJ;
  • Comprovante de inscrição estadual;
  • Contrato social e última alteração contratual;
  • Registro no CRMV do responsável técnico;
  • Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) homologada.

Não se preocupe, pois em caso de dúvidas você poderá contar com o apoio do nosso time de especialistas.

Tributação para veterinário: benefícios da abertura de CNPJ

Além de pagar menos impostos, o médico veterinário que decide abrir um CNPJ, pode aproveitar uma série de benefícios, dentre os quais, podemos destacar:

  • Permissão para emitir notas fiscais: Como PJ, você poderá emitir notas fiscais e atender clientes que exigem esse tipo de documento, incluindo grandes fazendas.
  • Isenção de IRPF sobre o lucro transferido do CNPJ para a pessoa física: Todo lucro gerado no seu CNPJ e transferido para o seu CPF, é isento de Imposto de Renda Pessoa Física.
  • Permissão para abertura de conta bancária PJ: Pessoas jurídicas possuem acesso a linhas de crédito com taxas de juro reduzidas, o que pode ser útil para expandir os seus negócios.
  • Possibilidade de contratar plano de saúde com valores mais baixos: Normalmente, os planos de saúde oferecem valores mais atrativos para clientes do tipo pessoa jurídica.

Sendo assim, se você ainda estava com algum tipo de dúvida, saiba que mais do que nunca, você precisa abrir um CNPJ.

Tributação para veterinário: quanto custa abrir um CNPJ?

Muitos médicos veterinários acabam atuando como pessoa física e pagando mais impostos que o necessário, pois acreditam que abrir um CNPJ exige um alto investimento.

Na prática, além de não ser um investimento alto como se acredita, em muitos casos, logo no primeiro mês como PJ, a economia de impostos é suficiente para cobrir os custos da transição para pessoa jurídica.

O investimento para abrir um CNPJ voltado para exercício da medicina veterinária é composto pelos seguintes itens:

  • Taxa de registro na Junta Comercial;
  • Honorários do escritório de contabilidade;
  • Aquisição de um certificado digital;
  • Taxa de registro da PJ de medicina veterinária no CRMV.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado para abertura do seu CNPJ, entre em contato conosco!

Bônus: dicas para ser um veterinário de sucesso!

Agora que você já sabe o que o veterinário pode fazer para pagar menos impostos, antes de sair, confira algumas dicas para ter sucesso na profissão:

  • Estude com dedicação: Uma base sólida de conhecimento é fundamental. Sendo assim, se dedique aos estudos durante a graduação e continue aprendendo ao longo da carreira por meio de cursos de atualização e especialização.
  • Desenvolva habilidades técnicas: Pratique e aprimore suas habilidades técnicas em exames clínicos, cirurgias, diagnósticos por imagem, entre outros aspectos.
  • Cultive habilidades interpessoais: Ser capaz de se comunicar efetivamente com os donos dos animais é fundamental. Desenvolva habilidades de comunicação empática e eficaz para explicar diagnósticos, tratamentos e cuidados necessários.
  • Trabalhe em equipe: A colaboração com outros profissionais pode enriquecer o seu nível de conhecimento e melhorar os resultados para os pacientes.
  • Construa relacionamentos: Cultive relacionamentos sólidos com seus clientes. Isso não só aumenta a fidelidade do cliente, mas também pode levar a recomendações para novos clientes.
  • Mantenha o equilíbrio: Cuida da sua própria saúde física e mental, reservando tempo para o descanso, o lazer e o autocuidado.
  • Considere a especialização: Se houver uma área específica que você seja especialmente apaixonado ou talentoso, considere se especializar, pois isso pode lhe abrir portas para oportunidades de carreira mais gratificantes e lucrativas.
  • Seja apaixonado: Por fim, mantenha sua paixão pelos animais e pela profissão. O amor pelo trabalho é um dos principais impulsionadores do sucesso a longo prazo.

Ao observar as dicas acima e colocá-las em prática com dedicação, você tem tudo para chegar mais longe e alcançar resultados extraordinários na profissão.

Contabilidade para veterinário é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um veterinário precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende veterinários de todas as partes do país, levando o que há de melhor para os nossos clientes.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital.

Para saber mais sobre nossos serviços e pagar menos impostos, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Como uma contabilidade digital, atendemos veterinários de todas as partes do país!

Como abrir CNPJ para fisioterapeuta?

Como abrir CNPJ para fisioterapeuta?

Como abrir CNPJ para fisioterapeuta? Essa é uma dúvida comum entre profissionais da área de fisioterapia que precisam do CNPJ para prestar serviços no estabelecimento de terceiros ou que estão buscando uma forma de pagar menos impostos.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em profissionais da área da saúde, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Aqui você vai conferir tudo que precisa e deseja saber sobre o CNPJ para fisioterapeutas, do passo a passo ao pagamento de impostos. Não perca a oportunidade!

Vale a pena abrir CNPJ para fisioterapeuta?

Não tenha dúvidas, abrir CNPJ para fisioterapeuta é uma excelente decisão, por uma série de motivos, a começar pela economia de impostos.

De acordo com a legislação em vigor, os fisioterapeutas que atuam como pessoa física, ou seja, que não possuem CNPJ, precisam contribuir mensalmente para o Imposto de Renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50% sobre os seus rendimentos. Confira a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

 

Por outro lado, aqueles que buscam a orientação de uma contabilidade especializada, e que decidem abrir um CNPJ, podem recolher impostos em regimes como o Simples Nacional, onde a alíquota de contribuição pode ser muito menor.

Além disso, podemos destacar outros benefícios relacionados a abertura de CNPJ, dentre eles:

  • Permissão para emitir notas fiscais de prestação de serviços: Ao abrir um CNPJ, o fisioterapeuta pode emitir notas fiscais para os serviços prestados.
  • Possibilidade de prestar serviços como PJ em diferentes estabelecimentos: Com um CNPJ, o fisioterapeuta pode atuar como pessoa jurídica em diferentes estabelecimentos, como clínicas e hospitais, ampliando suas oportunidades de trabalho e renda.
  • Isenção de IRPF sobre o lucro transferido do CNPJ para pessoa física: Ao transferir o lucro do CNPJ para conta pessoal, o fisioterapeuta pode se beneficiar da isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) sobre esse valor.
  • Permissão para abertura de conta bancária empresarial com acesso a linhas de crédito especiais: Com um CNPJ, o fisioterapeuta pode abrir uma conta bancária empresarial, facilitando a gestão financeira e permitindo o acesso a linhas de crédito especiais e outros serviços financeiros.
  • Possibilidade de contratar planos de saúde com valores mais baixos que o praticado para pessoas físicas: Muitas operadoras de planos de saúde oferecem condições especiais para empresas, incluindo descontos nos valores das mensalidades.

Diante de todas as vantagens que citamos até aqui, não tenha dúvidas, vale a pena abrir CNPJ para fisioterapeuta.

Quais são os tipos de CNPJ para fisioterapeuta?

Para fisioterapeutas que desejam abrir um CNPJ, as opções mais comuns são a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), a Sociedade Limitada (LTDA) e a Sociedade Simples (SS).

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

  • A Sociedade Limitada Unipessoal é uma forma jurídica que permite a abertura de um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Esse tipo de CNPJ oferece proteção aos bens pessoais do profissional, já que os bens pessoais do responsável pelo CNPJ não podem ser penhorados para quitar dívidas da empresa.
  • É uma opção interessante para fisioterapeutas que desejam ter controle total sobre o negócio, sem a necessidade de outro sócio.

Sociedade Limitada (LTDA):

  • A Sociedade Limitada é uma forma de sociedade composta por dois ou mais sócios, que são responsáveis ​​pelas atividades da empresa.
  • Assim como na SLU, as dívidas da empresa são separadas dos bens pessoais dos sócios.
  • É uma opção adequada para fisioterapeutas que desejam iniciar um negócio em sociedade com pessoas que podem ser da mesma área profissional ou não.

Sociedade Simples (SS):

  • A Sociedade Simples é uma forma jurídica que pode ser adotada por profissionais liberais, como médicos, advogados e fisioterapeutas, para a prestação de serviços de forma associada.
  • Neste tipo de sociedade, a responsabilidade dos sócios costuma ser ilimitada, o que significa que eles responderam com seus bens pessoais pela dívida da empresa.
  • A Sociedade Simples é uma opção a ser considerada por profissionais que desejam trabalhar de forma colaborativa e compartilhar recursos, como espaço físico e equipamentos.

Cada uma dessas opções tem suas próprias vantagens e vantagens, por isso é importante avaliar as suas necessidades e objetivos antes de escolher o tipo de CNPJ mais adequado. Na dúvida, entre em contato conosco e consulte um dos nossos contadores.

Fisioterapeuta pode ser MEI?

Quando o assunto é como abrir CNPJ para fisioterapeuta, uma dúvida muito comum é a seguinte: “Fisioterapeuta pode ser MEI?”

Em meio a esse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que de acordo com a legislação em vigor, os fisioterapeutas não podem ser MEI. Na prática, isso acontece, pois, a fisioterapia não faz parte do rol de ocupações que são permitidas para os microempreendedores individuais.

Para que não restem dúvidas sobre o tema, o COFITTO – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional já se pronunciou sobre o assunto por meio de nota.

Veja um trecho do esclarecimento:

“O CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL, em atenção a dúvidas dos profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, vem a público ESCLARECER que a legislação tributária nacional, que regula a atividade de microempreendedor individual (MEI), NÃO AUTORIZA a inscrição das atividades de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional como Microempreendedor Individual (MEI).

A prestação de serviços fisioterapêuticos ou terapêuticos ocupacionais, nessa condição, poderá trazer uma série de problemas legais ao profissional, incluindo punições por parte das autoridades competentes.”

Para conferir a íntegra da nota de esclarecimento divulgada pelo COFFITO, clique aqui.

No entanto, a boa notícia, é que conforme destacamos anteriormente, existem outras opções interessantes em tipo de CNPJ para fisioterapeutas.

Como funciona a tributação para fisioterapeuta PJ

O valor da tributação para fisioterapeuta PJ pode variar em função de alguns fatores, dentre eles, o volume de faturamento do profissional e o regime tributário utilizado para calcular os impostos.

Dentre os regimes tributários disponíveis, as opções mais indicadas são o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Na sequência, vamos explicar como essas alternativas funcionam.

Impostos para fisioterapeuta no Simples Nacional

Ao abrir CNPJ para fisioterapeuta no Simples Nacional, você pagará seus impostos em guia única mensal, cujo valor será calculado de acordo com o seu faturamento e a regra do fator R, que diz basicamente o seguinte:

  • Fisioterapeutas optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em percentual maior ou igual a 28% sobre seu próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo III, com alíquota a partir de 6%.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 

  • Fisioterapeutas optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em percentual menor que 28% sobre seu próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50%

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

Importante: A alíquota efetiva máxima do Simples para fisioterapeutas (considerando as deduções previstas nos anexos) corresponde a 19,50% sobre o faturamento.

Impostos para fisioterapeuta no Lucro Presumido

Por sua vez, quando o Simples Nacional não é a opção mais econômica para a realidade do profissional, a contabilidade pode indicar o recolhimento dos impostos com base no Lucro Presumido.

Neste regime, não temos a regra do fator R e as alíquotas são fixas, ou seja, não variam de acordo com o volume de faturamento. Veja como funciona:

  • Impostos Federais (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS): 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% sobre o faturamento, a depender do seu município.

Para saber mais, abrir CNPJ para fisioterapeuta escolhendo o regime certo para sua realidade, e assim, economizar no pagamento de impostos, entre em contato conosco!

Como abrir CNPJ para fisioterapeuta [Passo a Passo]

Após esclarecer uma série de dúvidas importantes, é hora de conferir em um passo a passo completo, como abrir CNPJ para fisioterapeuta.

1.Contrate uma contabilidade especializada

Para abrir um CNPJ, a primeira coisa que o fisioterapeuta precisa fazer é contratar um serviço de contabilidade, preferencialmente, que seja especializado em profissionais da área da saúde.

O contador vai cuidar de todos os trâmites para abertura do CNPJ, manter suas obrigações em dia com o fisco, esclarecer dúvidas importantes e lhe ajudar a pagar menos impostos.

Dito isso, se você ainda não tem uma contabilidade com a qual você possa contar, saiba que a Contabiliza+ pode auxiliar e orientar você.

2.Separe os documentos necessários

Por sua vez, logo após contratar um serviço de contabilidade, você receberá orientações e precisará separar a documentação básica para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de Residência;
  • Registro no CREFITO – Conselho Regional de Fisioterapia
  • Carnê IPTU do endereço que será utilizado no seu CNPJ.

Em caso de dúvidas com a documentação, não se preocupe, pois, o nosso time pode lhe fornecer todas as orientações necessárias.

Além disso, é importante esclarecer que se o seu objetivo é prestar serviços exclusivamente no endereço de terceiros, como clínicas e hospitais, é possível registrar seu CNPJ em uma sede virtual, sem que você precise ter custos com o aluguel de um endereço comercial.

3.Escolha o tipo de CNPJ

Na sequência e com a orientação do contador, você precisará escolher o tipo de CNPJ que deseja constituir. Conforme nós explicamos em um dos tópicos anteriores, às opções são as seguintes:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Natureza jurídica que pode ser utilizada por fisioterapeutas que desejam abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Natureza jurídica que pode ser utilizada por fisioterapeutas que desejam abrir um CNPJ em sociedade com terceiros, que por sua vez, podem ser da mesma área ou não.
  • Sociedade Simples: Natureza jurídica que pode ser utilizada por dois ou mais fisioterapeutas que desejam abrir um CNPJ para exercer a profissão em sociedade.

Durante esta etapa, você poderá contar com o apoio do nosso time para escolher a opção mais adequada para os seus objetivos.

4.Aguarde a emissão do CNPJ e demais documentos

Por fim, basta aguardar alguns dias, enquanto cuidamos dos trâmites para abertura da sua PJ de fisioterapia, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Para saber mais, esclarecer dúvidas e abrir o seu CNPJ sem qualquer tipo de burocracia ou dificuldade, entre em contato conosco!

Quanto custa abrir CNPJ para fisioterapeuta

Você já sabe como abrir CNPJ para fisioterapeuta, mas afinal, quais são os custos envolvidos no processo de abertura e legalização de uma PJ de fisioterapia?

O custo para abrir um CNPJ para fisioterapeuta pode variar dependendo de alguns fatores. Confira!

  • Junta Comercial: Primeiramente, há a taxa de registro na Junta Comercial do estado, que é cobrada pelos serviços de registro do CNPJ.
  • Honorários da contabilidade: Também é importante considerar os honorários do escritório de contabilidade que ficará responsável por cuidar de todos os trâmites de abertura e legalização da empresa.
  • Certificado digital: Por sua vez, outro custo a ser considerado é a aquisição de um certificado digital, necessário para a troca de informações com o fisco e a assinatura eletrônica de documentos.
  • Registro no CREFITO: Por fim, será preciso efetuar o pagamento da taxa de registro de pessoas jurídicas no CREFITO – Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado para abrir CNPJ para fisioterapeuta, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Qual o prazo estimado da abertura de CNPJ para fisioterapeuta

O prazo estimado para abertura de CNPJ para fisioterapeuta, depende da celeridade dos órgãos públicos envolvidos e da contabilidade responsável pela condução do processo.

Ao escolher uma contabilidade especializada e digital como a Contabiliza+, você pode obter o seu CNPJ de forma ágil, em apenas 48h.

Na sequência, basta aguardar mais alguns dias, para obter toda documentação necessária para o exercício das suas atividades, incluindo:

  • Registro na Junta Comercial;
  • CNPJ;
  • Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Inscrição Municipal;
  • Alvará de Localização e Funcionamento.

Importância da contabilidade para fisioterapeuta

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um fisioterapeuta precisa, saiba que você pode contar com o time da Contabiliza+.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida, CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

 

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende fisioterapeutas de todas as partes do país. É hora de abrir o seu CNPJ e começar a economizar no pagamento de impostos!

Para saber mais, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Bônus: como ser um fisioterapeuta de sucesso!

Ser um fisioterapeuta de sucesso envolve alguns fatores, dentre eles, um bom nível de conhecimento técnico e habilidades interpessoais.

Confira algumas dicas para alcançar o sucesso como fisioterapeuta:

  • Excelência clínica: Invista continuamente em sua educação e aprimoramento profissional. Mantenha-se atualizado com as últimas pesquisas, técnicas e tecnologias em fisioterapia.
  • Empatia e comunicação: Desenvolva habilidades de comunicação e pratique a empatia com seus pacientes. Ouça atentamente suas preocupações, explique os procedimentos de forma clara e estabeleça uma relação de confiança.
  • Atendimento personalizado: Adote uma abordagem personalizada para cada paciente, levando em consideração suas necessidades individuais, histórico médico e objetivos de tratamento.
  • Marketing e networking: Promova seus serviços de forma eficaz, utilizando estratégias de marketing para atrair novos pacientes. Construa uma rede sólida de referências médicas e profissionais da área de saúde.
  • Gestão de tempo e prática: Gerencie seu tempo de forma eficiente para garantir que possa atender a todos os pacientes adequadamente. Organize sua agenda de forma a maximizar a produtividade sem comprometer a qualidade do atendimento.
  • Atenção ao cliente: Ofereça um atendimento ao cliente excepcional, desde o primeiro contato até o final do tratamento.
  • Ética profissional: Pratique a fisioterapia com ética e integridade, respeitando os padrões profissionais e os direitos dos pacientes. Mantenha a confidencialidade das informações do paciente e atue dentro dos limites de sua competência.

Seguindo essas dicas e mantendo um compromisso constante com a excelência profissional, você estará no caminho para se tornar um fisioterapeuta de sucesso.

No mais, conte sempre com uma contabilidade especializada como a Contabiliza+ ao seu lado!

Como funciona o Simples Nacional para psicólogo?

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Como funciona o Simples Nacional para psicólogo? Será que vale a pena aderir ao regime? Quais são as alíquotas utilizadas no cálculo dos impostos e qual a data de vencimento da guia?

Se você é psicólogo e possui alguma dúvida sobre o Simples Nacional, saiba que você chegou ao lugar certo para sanar suas dúvidas de forma clara e objetiva.

Neste conteúdo, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em psicólogos, vai listar e responder as principais questões sobre o regime simplificado para arrecadação de impostos. Vale a pena conferir!

O que é Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado, criado pela Lei Complementar 123/2006, com o objetivo de oferecer tratamento fiscal diferenciado para micro e pequenas empresas, ou seja, negócios com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Neste regime, ao invés de pagar os seus impostos em várias guias mensais, as empresas podem recolher os seguintes tributos em guia única:

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • CSLL – Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido;
  • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • PIS – Programa de Integração Social;
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias;
  • ISS – Imposto sobre Serviços;
  • CPP – Contribuição Previdenciária Patronal.

No caso da atividade de psicologia propriamente dita, os impostos que precisam ser pagos, e que, portanto, podem ser unificados por meio da guia do Simples Nacional, são o IRPJ, a CSLL, o PIS, o COFINS, o ISS e a CPP.

Simples Nacional para psicólogo: quais são as alíquotas?

De acordo com a legislação em vigor, os psicólogos optantes pelo Simples Nacional, estão sujeitos a regra do fator R, que, por sua vez, diz basicamente o seguinte:

  • Empresas prestadoras de serviços sujeitas ao fator R que possuem despesas igual ou superior a 28% do seu faturamento com folha de pagamento (incluindo pró-labore dos sócios e encargos trabalhistas) devem ser tributadas no Anexo III.
  • Empresas prestadoras de serviços sujeitas ao fator R que possuem despesas inferiores a 28% do seu faturamento com folha de pagamento (incluindo pró-labore dos sócios e encargos trabalhistas) devem ser tributadas no Anexo V.

Em regra, dentre as opções acima, o Anexo III é o regime mais benéfico, tendo em vista que a alíquota inicial é de apenas 6% sobre o faturamento:

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 

Por sua vez, no Anexo V, a alíquota inicia em 15,50% sobre o faturamento:

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

Além disso, é importante destacar que devido a coluna “Valor a deduzir” a alíquota máxima efetiva do Simples Nacional para psicólogo, corresponde a 19,50% sobre o faturamento.

Na prática, isso significa que mesmo alcançando R$ 4,8 milhões ao ano em faturamento, um profissional, consultório ou clínica de psicologia no Simples, não pagaria mais de 30% em impostos como sugere as tabelas acima.

Como calcular o Simples Nacional para psicólogo?

Para calcular o Simples Nacional para psicólogo e descobrir o valor a pagar, precisamos ter algumas informações, incluindo o anexo de enquadramento e o seu respectivo volume de faturamento.

Com base nessas informações, podemos determinar a alíquota efetiva de contribuição e o valor do Simples Nacional. Veja como funciona:

  • Tipo do Anexo: III
  • Faturamento últimos 12 meses: R$ 200.000,00
  • Faturamento no mês atual: R$ 20.000,00
  • Alíquota do Simples Nacional: 11,20%
  • Parcela a deduzir: R$ 9.360,00

Com base nessas informações, vamos encontrar a alíquota efetiva do Simples Nacional, utilizando a fórmula do exemplo abaixo:

[(RBT12 x ALIQ) – PD] / RBT12

Confira o cálculo:

[(R$ 200.000,00 x 11,20%) – R$ 9.360,00] / R$ 200.000,00

(R$ 22.400,00 – R$ 9.360,00) / R$ 200.000,00

R$ 13.040/ R$ 200.000,00

Alíquota Efetiva: 6,52%

Neste caso, a alíquota efetiva do Simples Nacional foi de 6,52%. Agora basta aplicarmos essa alíquota sobre o faturamento do mês atual, veja:

Valor do Simples Nacional: R$ 20.000,00 x 6,52% = R$ 1.304,00

Quais são as vantagens do Simples Nacional para psicólogo?

O Simples Nacional é um regime tributário conhecido por oferecer muitas vantagens, dentre as quais, podemos destacar:

  • Pagamento de impostos em guia única: Empresas do Simples Nacional pagam todos os seus impostos em guia única;
  • Alíquotas reduzidas de acordo com o faturamento: As alíquotas do Simples Nacional são progressivas, e levam em consideração o crescimento do faturamento das empresas.
  • Facilidade para negociação de débitos: A Receita Federal oferece condições especiais para empresas do Simples Nacional que desejam parcelar e negociar débitos tributários.
  • Número reduzido de obrigações: Empresas do Simples contam com menor número de obrigações e declarações para entrega ao fisco.
  • Acesso a crédito e financiamento: Empresas optantes pelo Simples Nacional contam com maior facilidade para obter créditos e financiamentos com condições especiais.
  • Preferência em licitações públicas: O governo tem preferência pela contratação de micro e pequenas empresas nas licitações públicas.

O Simples Nacional para psicólogo é a melhor opção?

Apesar de ser um regime tributário que garante acesso a muitos benefícios, o Simples Nacional para psicólogo nem sempre é a melhor opção.

Na prática, isso acontece, pois, as alíquotas do Simples Nacional são progressivas, ou seja, elas variam de acordo com o volume de faturamento do negócio, enquanto existem outros regimes, dentre eles, o Lucro Presumido, onde as alíquotas são fixas.

Sendo assim, é muito comum que a partir de determinado volume de faturamento, outros regimes se tornem mais interessantes para os psicólogos.

No Lucro Presumido por exemplo, a carga de impostos para profissionais, clínicas e consultórios de psicologia é a seguinte:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% dependendo do município.

Diante disso, se você é profissional da área de psicologia e está em busca de alternativas para pagar menos impostos, conte com a assessoria de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+ para estudar a sua realidade e lhe indicar o melhor caminho.

O que é DAS no Simples Nacional?

DAS – Documento de Arrecadação do Simples Nacional é o nome da guia utilizada por empresas do Simples para o recolhimento de impostos.

A DAS deve ser calculada por meio do Portal do Simples Nacional na internet e paga mensalmente até o dia 20 de cada mês, sob pena de juros e multa.

Como pagar guia do Simples em atraso?

Para pagar guia do Simples em atraso, o psicólogo e empreendedor precisa solicitar ao seu contador o cálculo e emissão da guia com valores atualizados.

Sobre as guias do Simples Nacional em atraso incide multa de 2% e juros de 0,33% ao dia, limitado a 20%.

Além dos juros e multas, empresas com o pagamento do Simples Nacional podem ser excluídas do Simples a qualquer momento.

Como parcelar o Simples Nacional?

O parcelamento do Simples Nacional é uma alternativa para psicólogos que estão com guias em atraso, mas que ao mesmo tempo, desejam regularizar a situação perante o fisco.

Para aderir ao parcelamento é preciso cumprir alguns requisitos, são eles:

  • Os débitos são parcelados entre 2 e 60 prestações;
  • O valor mínimo de cada parcela é de R$ 300,00;
  • O valor de cada parcela é acrescido de juros calculados com base na Selic;
  • A primeira parcela deve ser quitada no mês de opção pelo parcelamento;
  • As demais parcelas devem ser pagas até o último dia útil de cada mês.

Vale destacar que para que o parcelamento não seja cancelado pelo fisco, é muito importante manter as parcelas rigorosamente em dia.

Psicólogo no Simples Nacional precisa de contador?

Sim. Independente do regime tributário adotado ou da forma de atuação, como pessoa física ou jurídica, o psicólogo precisa de um contador para lhe ajudar a manter todas as obrigações em dia com o fisco e a economizar no pagamento de impostos.

Veja algumas responsabilidades da contabilidade:

  • Registro e regularização da empresa;
  • Apuração, cálculo de impostos e emissão da guia DAS;
  • Escrituração e controle de movimentos contábeis e fiscais;
  • Envio de obrigações acessórias e declarações;
  • Controle e emissão de certidões negativas;
  • Admissão e registro de funcionários;
  • Cálculo de folha de pagamento e pró-labore;
  • Elaboração de demonstrativos e relatórios contábeis;
  • Dentre outras obrigações importantes.

Dito isso, se você ainda não tem uma contabilidade especializada em psicólogos ao seu lado, saiba que você pode contar com o suporte e orientação do nosso time.

Simples Nacional para psicólogo:  psicólogo pessoa física ou Simples Nacional?

Quando o assunto é o Simples Nacional para psicólogos, muitos profissionais perguntam se é melhor atuar como pessoa física ou abrir um CNPJ e aderir ao Simples.

Em meio a esse tipo de dúvida, podemos afirmar que abrir um CNPJ é a melhor opção, pois ao tomar essa decisão, você terá acesso a uma série de benefícios importantes, o que inclui uma importante economia mensal no pagamento de impostos.

Na prática, isso acontece, pois de acordo com a legislação em vigor, os psicólogos que atuam como pessoa física, precisam contribuir mensalmente para o IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), cuja alíquota pode chegar rapidamente a 27,50% sobre os seus rendimentos. Veja:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

 

Por outro lado, os profissionais que decidem abrir um CNPJ no Simples Nacional em muitos casos, podem pagar apenas 6% em impostos sobre o faturamento.

Além disso, existem outros benefícios que podem ser associados a abertura de um CNPJ, dentre eles:

  • Permissão para emitir notas fiscais: Com um CNPJ o psicólogo pode emitir nota fiscal e atender clientes que exigem esse tipo de documento, incluindo empresas.
  • Mais oportunidades de trabalho: Muitas empresas, clínicas e hospitais preferem contratar psicólogos que possuem CNPJ.
  • Economia no plano de saúde: Os custos para contratar um plano de saúde costumam ser menores para pessoas jurídicas.
  • Lucro isento de IRPF: Todo lucro gerado no seu CNPJ e transferido para o seu CPF, poderá ser declarado como uma receita isenta de IRPF na sua declaração anual de IR.

Diante disso, não tenha dúvidas, abrir um CNPJ no Simples Nacional para psicólogo é muito mais vantajoso do que atuar na pessoa física.

Como abrir CNPJ para psicólogo [Passo a Passo]

Agora que você já sabe que o Simples Nacional para psicólogo é uma excelente opção, é hora de conferir o passo a passo para abertura do seu CNPJ. Veja como funciona:

1.Contrate uma contabilidade especializada

O primeiro passo para o psicólogo que deseja abrir um CNPJ no Simples Nacional, é buscar a orientação de uma contabilidade especializada em profissionais de psicologia.

O contador vai esclarecer todas as suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura da sua empresa, manter suas obrigações em dia com o fisco, além de lhe ajudar a pagar menos impostos.

2.Separe os documentos necessários

Dando sequência ao passo a passo para abertura do seu CNPJ, você precisará separar alguns documentos básicos, incluindo:

Além disso, com o suporte e orientação da contabilidade, será preciso elaborar o contrato social, documento básico para registro e legalização da sua empresa.

Não possui um endereço comercial para registrar o seu CNPJ? Não se preocupe, pois é possível utilizar uma sede virtual. Entre em contato conosco para saber mais sobre essa possibilidade.

3.Escolha o tipo de CNPJ ideal

Com o apoio da contabilidade, você precisará optar por uma das seguintes opções em tipo de CNPJ:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Natureza jurídica que pode ser utilizada por psicólogos que desejam abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Natureza jurídica que pode ser utilizada por psicólogos que desejam abrir um CNPJ em sociedade com terceiros, que por sua vez, podem ser psicólogos ou não.
  • Sociedade Simples: Natureza jurídica que pode ser utilizada por dois ou mais psicólogos que desejam abrir um CNPJ para exercer a profissão em sociedade.

Além disso, a contabilidade estudará a sua realidade para indicar o regime tributário mais econômico para os seus negócios. Conte com o nosso time de especialistas para fazer as melhores escolhas.

Como nós destacamos anteriormente, em alguns casos, o Lucro Presumido pode ser mais interessante que o Simples Nacional.

4.Aguarde a emissão do CNPJ e demais documentos

Por fim, você precisará aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade cuida dos trâmites necessários para abertura da sua PJ de psicologia, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Para saber mais, esclarecer dúvidas e abrir o seu CNPJ sem qualquer tipo de burocracia ou dificuldade, entre em contato conosco!

Simples Nacional para psicólogo: quanto custa abrir um CNPJ?

Ao contrário do que muitos pensam, o custo para abrir um CNPJ para psicólogo não é elevado, e pode ser resumido em apenas três itens:

  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor cobrado pelos serviços de registro da Junta Comercial do estado em que será constituído o CNPJ.
  • Honorários do escritório de contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade que ficará responsável por cuidar de todos os trâmites de abertura e legalização da sua PJ de psicologia.
  • Aquisição de um certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e assinatura eletrônica de documentos.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Importância da contabilidade para psicólogo

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um psicólogo precisa, a Contabiliza+ é a escolha certa.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida, CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende psicólogos de todas as partes do país. É hora de abrir o seu CNPJ e começar a economizar no pagamento de impostos!

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Tributação para nutricionista: como pagar menos impostos

Tributação para nutricionista

Você sabe como funciona a tributação para nutricionista e o que é possível fazer para pagar menos impostos? Se você está em busca de economia, este é o seu lugar.

Neste conteúdo, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em profissionais da área da saúde, vai explicar tudo o que você precisa saber sobre redução de impostos, além de esclarecer outras dúvidas importantes.

Para conferir o que a nossa equipe separou para você, manter suas obrigações em dia com o fisco e ao mesmo tempo economizar, continue conosco até o final.

Tributação para nutricionista: impostos na pessoa física

De acordo com a legislação em vigor, nutricionistas que atuam como pessoa física, ou seja, que não possuem CNPJ, ficam sujeitos ao recolhimento mensal do imposto de renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50% sobre os seus rendimentos.

Confira a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00
  • No caso daqueles que trabalham com vínculo empregatício, o imposto é descontado na folha de pagamento pelo empregador;
  • Por sua vez, no caso daqueles que trabalham de forma autônoma, é preciso preencher mensalmente o carnê leão para recolher o imposto de renda devido.

Além disso, o nutricionista autônomo precisa recolher o ISS (Imposto Sobre Serviços), que é devido à prefeitura.

Diante da alta carga de impostos em questão, não tenha mais dúvidas, a tributação para nutricionista na pessoa física não é uma boa opção.

Tributação para nutricionista: impostos na pessoa jurídica

A tributação para nutricionista na pessoa jurídica, ou seja, com CNPJ, varia de acordo com fatores como o volume de faturamento do profissional e o regime tributário utilizado para a apuração dos impostos.

Por sua vez, quanto ao regime tributário, os nutricionistas PJ costumam recolher os seus impostos no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. Na sequência, vamos explicar como essas opções funcionam.

Simples Nacional para nutricionista

No Simples Nacional os nutricionistas ficam sujeitos à regra do Fator R, que em resumo, diz o seguinte:

  • Nutricionistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume maior ou igual a 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo III, com alíquota a partir de 6%.

 

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Nutricionistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume menor que 28% sobre o próprio faturamento, são tributados no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50%.

 

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Em regra, o Simples Nacional é uma opção econômica, principalmente para profissionais que conseguem fazer os ajustes necessários para recolher seus impostos nas primeiras faixas do Anexo III.

Lucro Presumido para nutricionista

Por sua vez, quando o Simples Nacional não é a opção mais econômica para a realidade do nutricionista, a contabilidade pode recomendar o Lucro Presumido.

No Presumido não temos anexos ou alíquotas que variam de acordo com o seu volume de faturamento. As alíquotas são fixas, e assim distribuídas:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% sobre o faturamento, a depender do município.

Após conhecer as alternativas, não tenha dúvidas, quando o assunto é a tributação para nutricionista, a melhor coisa que você pode fazer para pagar menos impostos é abrir um CNPJ.

Com um CNPJ e o apoio de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+ você pode ter acesso a um planejamento tributário que lhe garantirá uma excelente economia de impostos.

Nutricionista pode ser MEI?

Quando o assunto é tributação para nutricionista, uma dúvida muito comum é a que diz respeito ao MEI – Microempreendedor Individual, afinal, neste modelo de CNPJ, a carga de impostos é bem reduzida.

No entanto, de acordo com a legislação que está em vigor, nutricionista não pode ser MEI. Na prática, isso ocorre, pois a nutrição não faz parte do rol de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

Entretanto, isso não deve ser motivo para desânimo, afinal, existem outras opções em tipo de CNPJ para profissionais que desejam economizar no pagamento de impostos.

Nutricionista precisa emitir nota fiscal?

Deixar de fornecer recibo ou nota fiscal com o objetivo de pagar menos impostos não é uma estratégia assertiva, pois o fisco consegue monitorar as suas movimentações bancárias e padrão financeiro de vida.

Sendo assim, mais cedo ou mais tarde a Receita Federal vai descobrir a sonegação, ato que é considerado crime e tem consequências severas.

De acordo com a Lei 8.846/1994, a emissão de nota fiscal ou recibo (a depender do caso), é obrigatória em todas as operações que envolvam a venda de mercadorias ou a prestação de serviços.

Veja um trecho da legislação em questão:

Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.

Além disso, por se tratar de uma obrigatoriedade, quem deixa de emitir nota fiscal, incorre nos crimes previstos na Lei 8.137/1990 e na Lei 4.729/1965.

Dentre outras coisas, a Lei 8.137/90 que trata dos crimes contra a ordem tributária e relações de consumo, considera crime o ato de negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada.

Para esse tipo de ilegalidade, a pena prevista é de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

Já a Lei 4.729/65 que trata do crime de sonegação fiscal, adverte que prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei é crime, com pena de detenção, de seis meses a dois anos, e multa de duas a cinco vezes o valor do tributo.

Diante das complicações legais em questão, o nutricionista precisa emitir nota fiscal ou recibo, pois em caso contrário, poderá ser responsabilizado fiscal e criminalmente.

  • Emissão de nota fiscal: Deve ser realizada por nutricionistas que atuam como pessoa jurídica.
  • Emissão de recibo: Deve ser realizada por nutricionistas que atuam como pessoa física.

Para emissão de recibos e notas fiscais você precisará de algumas informações básicas, como o nome completo do cliente e o seu respectivo endereço, bem como, o valor e a descrição dos serviços prestados.

Não se preocupe, você que possui dúvidas com relação a emissão de notas fiscais e recibos, pode contar com o apoio do nosso time de especialistas. Entre em contato conosco!

Como abrir CNPJ para nutricionista e pagar menos impostos?

Você que chegou até aqui já sabe que para manter suas obrigações em dia com o fisco e pagar menos impostos, a melhor coisa que você pode fazer é abrir um CNPJ.

Partindo desse princípio, preparamos um passo a passo completo e detalhado para que você entenda como funcionam os trâmites para abertura do seu CNPJ. Confira!

1.Contrate uma contabilidade especializada

Para abrir o seu CNPJ, você precisará contratar um contador, preferencialmente, que tenha expertise na área da saúde.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós atendemos nutricionistas de todas as partes do país, pois somos uma contabilidade moderna e digital, onde toda a troca de documentos acontece através da internet.

O nosso time de contadores está preparado para esclarecer todas as suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura do seu CNPJ, lhe ajudar a pagar menos impostos, e fornecer orientações importantes.

2.Separe os documentos necessários

Logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

Importante: Caso você não tenha um endereço comercial para registrar o seu CNPJ, você pode registrar a sua empresa em nossa sede virtual. Entre em contato conosco para saber mais sobre essa possibilidade.

3.Defina o tipo de CNPJ

Durante os trâmites para abertura da sua empresa, você precisará definir qual é o melhor tipo de CNPJ para os seus objetivos. Dentre as opções, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por nutricionistas interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.
  • Sociedade Simples: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dois ou mais nutricionistas que possuem interesse de abrir um negócio em sociedade para o exercício da profissão.

4.Aguarde a abertura da sua empresa

Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto o nosso time cuida da abertura e legalização da sua PJ de nutrição, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Assim que tudo estiver em ordem, você poderá solicitar a inscrição como nutricionista PJ (pessoa jurídica) no CRN da sua região e desenvolver suas atividades de uma forma onde é possível pagar menos impostos.

Tributação para nutricionista: benefícios da abertura de CNPJ

Quando o assunto é a tributação para nutricionista, você já sabe que atuar como pessoa jurídica, ou seja, através de um CNPJ, pode lhe garantir uma importante economia na hora de acertar as contas com o fisco.

No entanto, os benefícios de atuar como PJ não se limitam a economia de impostos, e também incluem itens como:

  • Mais oportunidades de trabalho: A maior parte das clínicas e hospitais preferem contratar nutricionistas que atuam como PJ, pois assim, elas economizam com encargos trabalhistas.
  • Contratação de plano de saúde: Com um CNPJ, você poderá contratar um plano de saúde empresarial para você e para a sua família. (planos empresariais são mais baratos que planos para pessoa física).
  • Lucro isento de IRPF: Todo lucro gerado no CNPJ, poderá ser transferido para sua pessoa física, com isenção de IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física).
  • Abertura de conta bancária empresarial: Você poderá abrir uma conta PJ e ter acesso a serviços como linhas especiais de crédito.

Não tenha dúvidas, abrir um CNPJ, é a melhor opção para nutricionistas que buscam economia e mais oportunidades.

Tributação para nutricionista: quanto custa abrir um CNPJ?

Tributação para nutricionista

Ao contrário do que muitos pensam, o investimento para abrir um CNPJ não é elevado, e em pouco tempo é recuperado pela economia de impostos que essa decisão pode garantir.

Basicamente, você precisa levar apenas três itens em consideração. São eles:

  • Honorários da contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade para cuidar dos trâmites de abertura do CNPJ (varia de acordo com a política de preços de cada escritório).
  • Aquisição do certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e entrega de declarações (em média R$ 200,00).
  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor da taxa para registrar a abertura da empresa (valor varia de estado para estado e de acordo com o modelo de constituição da empresa, mas não é elevado).

Para saber mais, obter um orçamento detalhado e economizar, seja na hora de legalizar suas atividades ou no momento de pagar impostos, entre em contato conosco!

A Contabiliza+ é especializada em negócios digitais e tem condições imperdíveis para você!

Bônus: dicas para ser um nutricionista de sucesso!

Preparamos algumas dicas para ajudar você que sonha em ser um nutricionista de sucesso a alcançar os seus objetivos. Confira!

Invista em atualização: Mantenha-se atualizado com as últimas pesquisas e tendências da área de nutrição. Além disso, participe de conferências, workshops, faça especializações e invista em literatura especializada.

Desenvolva habilidades de comunicação: Aprimore suas habilidades de comunicação para explicar conceitos nutricionais de forma clara e acessível aos seus clientes.

Empatia e respeito: Demonstre empatia e respeito pelos seus clientes, reconhecendo suas necessidades individuais e apoiando-os em suas jornadas de saúde. Uma abordagem personalizada e empática pode ajudar a construir relacionamentos sólidos e duradouros.

Desenvolva habilidades de aconselhamento: Além de fornecer orientações nutricionais, desenvolva habilidades de aconselhamento para ajudar os clientes a superar desafios emocionais e comportamentais relacionados à alimentação e ao estilo de vida.

Construa uma presença digital: No mundo digital de hoje, é importante ter uma presença online forte, o que inclui um site profissional, perfis em redes sociais e compartilhamento de conteúdo relevante para educar e engajar seu público-alvo.

Ofereça serviços diferenciados: Considere oferecer serviços exclusivos que o diferenciem da concorrência, como consultas virtuais, programas de coaching de saúde ou workshops de culinária saudável.

Mantenha a ética profissional: Esteja sempre em conformidade com as diretrizes éticas e legais da profissão, como manter a confidencialidade dos clientes e fornecer informações baseadas em evidências.

Network: Construa relacionamentos com outros profissionais de saúde e líderes de opinião na área da nutrição. O networking pode abrir oportunidades de colaboração, aprendizado e crescimento profissional.

Seja persistente e resiliente: Construir uma carreira de sucesso como nutricionista requer tempo, esforço e dedicação. Esteja preparado para enfrentar desafios e obstáculos ao longo do caminho, e seja resiliente em sua busca pelo sucesso.

Seguindo essas dicas e mantendo um compromisso com a excelência profissional, você estará no caminho certo para se tornar um nutricionista de sucesso!

Contabilidade para nutricionista é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um nutricionista precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende nutricionistas de todas as partes do país, levando o que há de melhor para os nossos clientes.

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  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
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  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital.

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Como uma contabilidade digital, atendemos nutricionistas de todas as partes do país!

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal?

infoprodutor-precisa-emitir-nota-fiscal

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal? Essa é uma dúvida muito comum entre aqueles que pretendem ganhar dinheiro vendendo infoprodutos, como cursos, e-books e mentorias na internet.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em negócios digitais, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Ao longo deste artigo, você terá a oportunidade de esclarecer todas as suas dúvidas sobre a emissão de notas fiscais, incluindo como emitir e quais impostos vão incidir sobre suas notas.

Para saber mais, conferir o que o nosso time de especialistas separou para você e atuar de forma regular perante o fisco, continue conosco até o final.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal?

De acordo com a Lei 8.846/1994, a emissão de nota fiscal ou recibo (a depender do caso), é obrigatória em todas as operações que envolvam a venda de mercadorias ou a prestação de serviços.

Veja um trecho da legislação em questão:

“Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.”

Observe que a legislação em questão não faz distinção entre produtos e serviços físicos ou digitais, ou seja, não existe exceção, vendeu ou prestou serviços, precisa emitir nota fiscal.

Por se tratar de uma obrigatoriedade, quem deixa de emitir nota fiscal, incorre nos crimes previstos na Lei 8.137/1990 e na Lei 4.729/1965.

Dentre outras coisas, a Lei 8.137/90 que trata dos crimes contra a ordem tributária e relações de consumo, considera crime o ato de negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada.

Para esse tipo de ilegalidade, a pena prevista é de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

Já a Lei 4.729/65 que trata do crime de sonegação fiscal, adverte que prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei é crime, com pena de detenção, de seis meses a dois anos, e multa de duas a cinco vezes o valor do tributo.

Diante das complicações legais em questão, o infoprodutor precisa emitir nota fiscal, pois em caso contrário, poderá ser responsabilizado fiscal e criminalmente. Vale lembrar, que a emissão de nota fiscal é obrigatória tanto para produtos e serviços físicos, como também para os digitais.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal quando vende como pessoa física?

O infoprodutor que está começando a sua jornada, e ainda não possui um CNPJ, não terá também, a permissão do fisco para emitir notas fiscais.

Neste caso em específico, a nota fiscal pode ser substituída por um recibo de venda ou prestação de serviços. No entanto, essa não é a opção mais indicada do ponto de vista do pagamento de impostos.

Na prática, isso acontece, pois de acordo com a legislação que está em vigor, quem aufere rendimentos da venda de mercadorias ou prestação de serviços na pessoa física, precisa recolher mensalmente até 27,50% de Imposto de Renda sobre os seus rendimentos.

Confira a tabela:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.20 Isento Isento
De 2.259,21 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Por outro lado, aqueles que decidem abrir um CNPJ para vender seus infoprodutos, podem recolher os impostos em regimes mais econômicos, como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal: veja como ficam os impostos

Além de emitir nota fiscal, todo infoprodutor precisa recolher os impostos devidos sobre os seus ganhos, com a finalidade de acertar as contas com o fisco.

Diante disso, vamos explicar detalhadamente na sequência, como funcionam os impostos para venda de infoprodutos tanto no Simples Nacional, quanto no Lucro Presumido, já que esses são os regimes mais utilizados.

Tributação na emissão de nota fiscal de e-books

Para os infoprodutores optantes pelo Simples Nacional, a venda de e-books é tributada no Anexo I, com alíquota a partir de 4% sobre o faturamento mensal.

Anexo I

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 11,12% sobre o faturamento.

No entanto, ao escolher uma contabilidade especializada e que esteja preparada para lhe ajudar a aproveitar a isenção de ICMS para venda de e-books, a alíquota de contribuição pode ser ainda menor.

Por sua vez, para aqueles que optam pela tributação no Lucro Presumido a carga de impostos sobre a venda de e-books, pode ser de apenas 2,28%, sobre o faturamento, quando aproveitadas as isenções de PIS/COFINS e ICMS sobre esse tipo de infoproduto.

Tributação na emissão de nota fiscal de cursos e mentorias

A tributação de cursos e mentorias no Simples Nacional, é baseada no Anexo III, com alíquota a partir de 6% sobre o faturamento.

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,50% sobre o faturamento.

Por sua vez, no Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de cursos e mentorias, pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do infoprodutor.

Neste caso, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Somam uma alíquota fixa de 11,33%;
  • Imposto Municipal (ISS): Pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

 

Como podemos observar, são muitas as variações e possibilidades de acertar as contas com o fisco, não é mesmo?

Diante disso, o mais importante é que você saiba que com um CNPJ e o apoio de uma contabilidade especializada em negócios digitais como a Contabiliza+, você emite notas fiscais, mantém as obrigações em dia com o fisco, e ainda economiza no pagamento de impostos.

Infoprodutor ou afiliado: quem emite nota fiscal na venda de infoprodutos?

Você já sabe que infoprodutor precisa emitir nota fiscal, mas afinal, de quem é a responsabilidade de emissão do documento, quando a venda é intermediada por um afiliado?

Neste tipo de operação, o infoprodutor continua com a responsabilidade de emitir a nota fiscal para o cliente final, documento esse, que precisa ser emitido no valor cheio, ou seja, no valor total da compra, vedada a dedução da comissão paga ao afiliado.

Por sua vez, cabe ao afiliado, emitir uma nota fiscal de prestação de serviços para o infoprodutor, documento esse, que deve ser emitido com base no valor da sua comissão, e não no valor do infoproduto vendido por seu intermédio.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal: tipos de documentos fiscais

Não tenha dúvidas, o infoprodutor precisa emitir nota fiscal, mas o tipo de documento a ser emitido dependerá do infoproduto que está sendo vendido.

  • Nota fiscal para venda de e-books: Na venda de e-books, o tipo de nota fiscal a ser emitida é a NFe (Nota Fiscal Eletrônica);
  • Nota fiscal para venda de cursos e mentorias: Na venda de cursos e mentorias, o tipo de nota fiscal a ser emitida é a NFSe (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica).

 

Para emissão das notas fiscais em questão, você precisará ter um CNPJ ativo, bem como, os dados do comprador, incluindo nome, endereço completo e CPF.

Como emitir nota fiscal para venda de infoprodutos [Passo a Passo]

Como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos

Para ajudar você que deseja emitir nota fiscal para venda de infoprodutos, mas que não sabe exatamente por onde começar, o nosso time de especialistas preparou um passo a passo completo.

Aqui neste tópico, você vai conferir tudo o que precisa saber para começar a emitir seus documentos fiscais, desde o passo a passo para abertura do CNPJ até a emissão dos documentos em si. Vale a pena conferir!

1.Contrate um escritório de contabilidade

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal, e que para que seja possível regularizar suas atividades, com a finalidade de evitar problemas com o fisco e emitir esse tipo de documento, é muito importante que você contrate um contador, preferencialmente, especializado em negócios digitais.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós atendemos infoprodutores de todas as partes do país, fornecendo suporte para abertura do CNPJ, bem como para manutenção de todas as obrigações em dia com o fisco e economia de impostos.

Diante disso, se você que chegou até aqui, ainda não tem um contador especialista ao seu lado, entre em contato conosco!

2.Separe os documentos necessários

Por sua vez, após contratar um contador, você precisará separar os documentos que serão necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

 

Em caso de dúvidas com a documentação necessária para abertura do seu CNPJ, não se preocupe, pois, o nosso time de especialistas lhe fornecerá todo o suporte necessário.

3.Escolha o tipo de CNPJ ideal

Na hora de abrir o seu CNPJ com o objetivo de regularizar suas atividades na venda de infoprodutos e começar a emitir notas fiscais, você terá diferentes naturezas jurídicas, ou seja, configurações de constituição empresarial à sua disposição.

Dentre as opções, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ para empreendedores que desejam abrir uma empresa individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ para dois ou mais empreendedores que desejam se unir em sociedade para desenvolver suas atividades.

 

Caso você ainda não tenha definido qual é a melhor opção para os seus objetivos, o nosso time de especialistas lhe fornecerá toda orientação necessária.

4.Escolha entre uma sede física ou virtual

Um dos maiores benefícios de empreender no mercado digital, é que você não precisa de uma sede física, ou seja, pode trabalhar de casa pela internet, e ficar livre de custos com aluguel, água e luz de um endereço comercial.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós oferecemos o serviço de sede virtual, e com isso, disponibilizamos o nosso próprio endereço para que você utilize na documentação da sua empresa, como por exemplo, no seu CNPJ.

Neste caso, você pode trabalhar de qualquer lugar, sem se preocupar com os custos com o aluguel de um espaço comercial, apenas para que a sua empresa seja registrada e receba autorização para funcionar por parte do fisco.

5.Aguarde a abertura do seu CNPJ

Dando sequência ao nosso passo a passo, você precisará aguardar alguns dias, enquanto a nossa equipe cuida de todos os trâmites para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura;
  • Liberação da permissão para emissão de notas fiscais.

 

Por sua vez, assim que toda documentação for liberada, o fisco lhe concederá a autorização para emitir notas fiscais.

6.Comece a emitir suas notas fiscais

Após a abertura do CNPJ, é hora de conferir o passo a passo abaixo para entender como tudo funciona e o que o infoprodutor precisa para emitir nota fiscal.

Como emitir nota fiscal para venda de cursos e mentorias

A nota fiscal a ser emitida na venda de cursos e mentorias é a NFSe (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica).

Esse tipo de nota fiscal pode ser emitida manualmente e de forma gratuita, diretamente no site da prefeitura do seu município, mediante certificado digital ou um usuário e senha, bem como, também pode ser emitida de forma automatizada por meio de ferramentas específicas, como o eNotas.

Para emissão da nota fiscal é necessário fornecer os dados do comprador (Nome, CPF e endereço), bem como, a descrição e o valor dos serviços prestados.

Como emitir nota fiscal para venda de e-books

Por sua vez, a nota fiscal a ser emitida na venda de cursos e mentorias é a NFe (Nota Fiscal Eletrônica).

Para emitir esse tipo de nota fiscal, você precisará contratar um sistema emissor de NFe, e optar entre emitir nota a nota manualmente ou de forma automatizada, através de serviços como o eNotas.

Dito isso, é importante destacar que para emissão da NFe, é necessário ter um certificado digital, bem como, fornecer os dados do comprador (Nome, CPF e endereço). Além disso, é preciso informar qual foi o tipo de produto vendido e o seu valor de venda.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal, e se você ainda possui algum tipo de dúvida, saiba que pode contar conosco!

Como o fisco fiscaliza a emissão de nota fiscal do infoprodutor?

A fiscalização da emissão de nota fiscal por infoprodutores, ou seja, aqueles que produzem e comercializam produtos digitais como cursos online, e-books e mentorias, é realizada com base em movimentações bancárias, e principalmente, através da DIMP – Declaração de Informações de Meios de Pagamentos.

A DIMP é uma declaração mensal que deve ser preenchida pelos intermediários de pagamentos digitais, como empresas de cartão de crédito, bancos, plataformas de infoprodutos, entre outros, e encaminhado para a Receita Federal.

Essa documentação contém informações sobre as vendas e operações financeiras realizadas, incluindo os pagamentos recebidos por infoprodutores.

Portanto, a fiscalização ocorre cruzando os dados das DIMPs com as notas fiscais emitidas pelos infoprodutores.

Sendo assim, quando os valores apresentados na DIMP não são iguais ao volume de notas fiscais emitidas pelo infoprodutor, o fisco pode exigir a apresentação de documentos que comprovem a legalidade das operações e a correta emissão de notas fiscais, sob pena de multa.

Diante disso, é muito importante que os infoprodutores estejam cientes de suas obrigações fiscais e emitam corretamente as notas fiscais para as vendas que realizarem.

Vale lembrar e alertar que deixar de emitir nota fiscal é considerado crime de sonegação fiscal e crime contra a ordem tributária, cuja pena inclui de multa a prisão dos envolvidos.

Não corra riscos, opere no mercado digital de forma legalizada com o apoio de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+!

Contabilidade para infoprodutor: conheça a Contabiliza+

A Contabiliza+ é uma contabilidade digital que atende infoprodutores de todas as partes do país. Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura do seu CNPJ de forma digital.

 

Para saber mais sobre nossos serviços, emitir nota fiscal e pagar menos impostos na venda de infoprodutos, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Imposto de Renda 2024: como declarar, dependentes, deduções e prazos

Imposto de Renda 2024: o que acontece com quem não declarar?

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2024 começa no dia 15 de março e vai até o dia 31 de maio. Durante esse período, a Receita Federal espera receber cerca de 43 milhões de declarações.

Diante do grande número de contribuintes que vão precisar apresentar a declaração, muitas dúvidas começam a surgir, e por sinal, foi pensando nisso, que o time da Contabiliza+ decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Continue conosco até o final do artigo para saber quem precisa e como declarar, quem pode ser dependente, quais são as deduções aceitas, e muito mais!

Imposto de Renda 2024: quem precisa declarar?

De acordo com a Receita Federal, todos os contribuintes que atendem um dos requisitos da lista abaixo, estão obrigados a declarar o Imposto de Renda:

  • Receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 no ano passado;
  • Receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
  • Obtiveram em qualquer mês do ano anterior, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
  • Receberam isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
  • Recebeu no ano anterior, receita bruta em valor superior a R$ 153.199,50 em atividade rural;
  • Tinham até 31 de dezembro do ano anterior a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
  • Passaram para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro do ano anterior;
  • Optaram por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
  • Possuem trust no exterior;
  • Desejam atualizar bens no exterior.

Se ainda assim, você não sabe se precisa declarar, entre em contato conosco, receba a orientação de especialistas e evite problemas com o fisco.

Imposto de Renda 2024: quem pode ser dependente?

A inclusão de dependentes no Imposto de Renda pode ser muito interessante, pois ajuda a abater a base de cálculo do IR a pagar, bem como, pode aumentar o valor de uma possível restituição.

No entanto, para que a sua declaração não fique retida na malha fina, é muito importante que você saiba quem pode ser incluso como dependente na sua declaração.

Confira a lista com todos os dependentes aceitos:

  • Companheiro (a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge;
  • Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade;
  • Filho (a) ou enteado (a) com deficiência, de qualquer idade;
  • Filho (a) ou enteado (a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade;
  • Irmão (ã), neto (a) ou bisneto (a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
  • Irmão (ã), neto (a) ou bisneto (a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;
  • Irmão (ã), neto (a) ou bisneto (a) com deficiência, sem arrimo dos pais, do (a) qual o contribuinte detém a guarda judicial, em qualquer idade;
  • Pais, avós e bisavós que no ano anterior, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, de até R$ 22.847,76;
  • Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;
  • Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

Confira respostas para algumas dúvidas frequentes sobre a inclusão de dependentes no Imposto de Renda:

Quem mora junto pode ser dependente no Imposto de Renda?

  • Quem mora junto, mas não é casado, pode ser dependente no Imposto de Renda, desde que o casal tenha um filho em comum ou viva junto há mais de cinco anos.

Quando o cônjuge trabalha pode ser dependente?

  • O cônjuge que trabalha pode ser declarado como dependente no Imposto de Renda, mas atenção, pois os rendimentos serão somados, o que pode elevar a base de cálculo e a alíquota do IR.

Pais e avós podem ser colocados como dependentes?

  • Pais, avós e bisavós podem ser declarados como dependentes, desde que não tenham recebido um montante total de rendimentos superior a R$ 22.847,76 no ano anterior.

É permitido incluir filho como dependente na declaração do pai e da mãe?

  • Não. De acordo com a legislação em vigor, o filho só pode ser inserido como dependente na declaração de um dos pais.

Em caso de mais dúvidas, entre em contato conosco e receba a orientação do nosso time de especialistas.

Imposto de Renda 2024: quais são os documentos necessários para entrega da declaração?

Na hora de declarar o Imposto de Renda 2024, é muito importante que você separe toda a documentação necessária para o correto preenchimento da sua declaração.

Na prática, além de alguns documentos pessoais, você precisará providenciar documentos que comprovam o recebimento de valores no ano anterior, a realização de investimentos, bem como, a compra, posse e venda de bens.

Confira um resumo dos documentos que você precisa separar:

  • Seu CPF e dos seus dependentes;
  • Seu título de eleitor;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • Número do recibo da declaração do ano anterior (caso tenha declarado);
  • Informes de rendimentos bancários e de corretoras de investimentos;
  • Informe de rendimentos entregues pelo seu empregador (caso possua);
  • Comprovantes de despesas médicas e despesas com planos de saúde;
  • Comprovante de despesas com mensalidades escolares;
  • Documentos que comprovem a propriedade, a compra e a venda de bens;
  • Dados bancários e extratos de todas as suas contas.

Não se preocupe, em caso de dúvidas com a documentação necessária para entrega da sua declaração de Imposto de Renda, você pode contar com o suporte e orientação do nosso time de especialistas.

Quais são as despesas permitidas no Imposto de Renda 2024?

Para aqueles que optarem pela declaração no modelo completo, a utilização de despesas dedutíveis é muito importante. Despesas dessa natureza podem abater o valor do IR a pagar, bem como, aumentar o valor de uma possível restituição.

Atualmente, as despesas dedutíveis aceitas pelo fisco, são as seguintes:

  • 12% das contribuições para Previdência Privada;
  • Despesas com saúde (sem valor limite);
  • Até 3.561,50 por dependente, em despesas com educação.

Na sequência, vamos falar de forma mais detalhada sobre cada tipo de despesa dedutível. Confira!

Despesas dedutíveis com educação

É permitido deduzir até R$ 3.651,50 em despesas de educação, para cada pessoa informada na declaração, seja ela, titular ou dependente.

Por sua vez, dentre as despesas educacionais dedutíveis, podemos destacar:

  • Mensalidades de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio;
  • Mensalidades de cursos de nível superior e pós-graduação, incluindo mestrado, doutorado e especialização;
  • Mensalidades de cursos de educação profissional e ensino técnico.

Por outro lado, não é permitida a dedução de despesas com cursos de pré-vestibular, cursos de idiomas, uniforme, transporte ou material escolar.

Despesas dedutíveis com saúde

De acordo com a legislação em vigor, não há um valor limite para deduções com despesas de saúde. Confira as principais despesas permitidas:

  • Consultas médicas de qualquer especialidade;
  • Exames laboratoriais e radiológicos;
  • Despesas com parto;
  • Despesas hospitalares e internação;
  • Despesas com planos de saúde;
  • Despesas com tratamentos odontológicos.

Por outro lado, não é permitida a dedução de despesas com a compra de vacinas, medicamentos e tratamentos estéticos.

Despesas com plano de previdência privada

No modelo completo de apresentação da declaração de Imposto de Renda, os contribuintes também podem abater até 12% da sua renda tributável ao declarar investimentos em planos de previdência privada do tipo PGBL.

ATENÇÃO: Essa possibilidade está prevista apenas para planos do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

Imposto de Renda completo ou simplificado: qual a melhor opção?

A escolha entre o modelo completo ou simplificado para a declaração do Imposto de Renda depende da sua situação financeira e das suas despesas dedutíveis. Aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a decidir:

Declaração simplificada

  • Esta opção é mais adequada para quem possui poucas despesas dedutíveis ou não tem muitas informações para lançar na declaração.
  • Com a declaração simplificada, você tem direito a um desconto padrão de 20% sobre seus rendimentos tributáveis, limitado a um determinado valor estabelecido pela Receita Federal.
  • É uma opção mais fácil e rápida, pois não requer o detalhamento de despesas dedutíveis.

Declaração completa

  • Se você possui muitas despesas dedutíveis, como gastos com saúde, educação, previdência privada, entre outros, pode ser mais vantajoso optar pela declaração completa.
  • Com a declaração completa, você pode listar todas as suas despesas dedutíveis, o que pode resultar em uma redução maior no imposto a pagar ou em uma restituição maior.
  • No entanto, ao optar pela declaração completa você não receberá o desconto direto de 20% na base de cálculo do IR, como acontece no modelo simplificado.

Não sabe qual é o modelo mais vantajoso para sua realidade? Entre em contato conosco e declare o seu Imposto de Renda 2024 com o apoio de especialistas!

Imposto de Renda 2024: calendário de restituição

De acordo com a Receita Federal, o pagamento das restituições de Imposto de Renda serão pagos em 5 lotes, assim distribuídos:

  • 1º lote: 31 de maio de 2024
  • 2º lote: 28 de junho de 2024
  • 3º lote: 31 de julho de 2024
  • 4º lote: 30 de agosto de 2024
  • 5º lote: 30 de setembro de 2024

Além disso, é importante destacar que pessoas a partir de 60 anos, pessoas com deficiência, e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério, possuem prioridade no pagamento de restituições.

Por sua vez, a Receita Federal também garante prioridade para aqueles que optarem pela declaração pré-preenchida e pelo recebimento da restituição via PIX.

Imposto de Renda 2024: o que acontece com quem não declarar?

Imposto de Renda 2024: o que acontece com quem não declarar?
Imposto de Renda 2024: o que acontece com quem não declarar? – Foto: Freepik

Se uma pessoa obrigada a declarar o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) não fizer a declaração dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal, poderá sofrer uma série de consequências, tais como:

  • Multa: A pessoa estará sujeita a uma multa por atraso na entrega da declaração, que é calculada com base em um percentual sobre o imposto devido, sendo o valor mínimo de R$ 165,74 e o máximo de 20% do imposto.
  • Inclusão na Malha Fina: A não declaração ou informações inconsistentes na declaração podem levar a pessoa a ser selecionada para a malha fina da Receita Federal, sujeitando-a a uma análise mais detalhada, bem como, na cobrança de multas e juros.
  • Impedimento de realizar determinadas transações: A falta de regularização da situação com o fisco pode impedir a pessoa de abrir conta bancária, bem como, contratar empréstimos e financiamentos.
  • Emissão e renovação de passaporte: Ao não entregar o Imposto de Renda, o contribuinte fica com o CPF suspenso, e com isso, não pode emitir ou renovar passaporte, dentre outras consequências.

Portanto, é importante cumprir com a obrigação de declarar o IRPF dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal para evitar problemas e prejuízos futuros.

Em caso de dúvidas ou dificuldades na elaboração da declaração, você já sabe que pode contar com o nosso apoio. Atendemos contribuintes de todas as partes do país!

Como declarar o Imposto de Renda 2024?

Para ajudar você que possui dúvidas e não sabe como declarar o Imposto de Renda 2024, preparamos um passo a passo completo. Confira!

1.Reúna os documentos necessários

  • Documentos pessoais (CPF, RG, etc.).
  • Informes de rendimentos fornecidos por empregadores, instituições financeiras, entre outros.
  • Comprovantes de despesas dedutíveis, como saúde, educação, previdência privada, entre outros.
  • Informações sobre bens e direitos, como imóveis, veículos, investimentos, etc.
  • Comprovantes de rendimentos recebidos de aluguéis, pensões, etc.
  • Extratos bancários e de investimentos.
  • Eventuais recibos de doações ou pagamentos a instituições beneficentes.

2.Baixe o programa ou utilize o serviço online da Receita Federal

  • O programa gerador da declaração (PGD) estará disponível no site da Receita Federal. Você também pode optar pelo serviço de declaração online, conhecido como “Meu Imposto de Renda”.

3.Preencha sua declaração

  • Abra o programa ou acesse o serviço online e siga as instruções para preencher os campos com suas informações pessoais, rendimentos, despesas dedutíveis, bens e direitos, entre outros.

4.Informe seus rendimentos

  • Insira os rendimentos recebidos ao longo do ano, incluindo salários, aluguéis, pensões, entre outros.

5.Informe suas despesas dedutíveis

  • Informe suas despesas dedutíveis, como gastos com saúde, educação, previdência privada, entre outros, que podem reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar sua restituição.

6.Verifique as pendências

  • Utilize a ferramenta de verificação de pendências para garantir que todos os campos foram preenchidos corretamente e que não há erros na declaração.

7.Envie a declaração

  • Após revisar e confirmar que todas as informações estão corretas, envie a declaração para a Receita Federal utilizando o programa ou serviço online.

8.Pague o imposto, se aplicável

  • Se você tiver imposto a pagar, é necessário gerar e pagar o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) até a data de vencimento.

9.Acompanhe o processamento da declaração

  • Acompanhe o processamento da sua declaração pelo site da Receita Federal e fique atento a eventuais pendências ou solicitações de retificação.

Lembre-se de que este é um guia básico e que é sempre recomendável buscar a orientação de um contador para não cometer erros.

Como declarar investimentos no Imposto de Renda?

Declarar investimentos no Imposto de Renda envolve informar à Receita Federal os rendimentos obtidos com investimentos, bem como os valores aplicados e eventuais ganhos de capital.

A declaração de investimentos no Imposto de Renda exige muita atenção, afinal, existe um passo a passo para cada tipo de aplicação financeira e rendimento obtido.

Diante disso, nós decidimos preparar um conteúdo para tratar exclusivamente do assunto: Como declarar investimentos no Imposto de Renda?

Declare seu Imposto de Renda com a Contabiliza+

Para declarar o seu Imposto de Renda corretamente, evitando problemas com o fisco e dor de cabeça, você pode contar com o time de especialistas da Contabiliza+.

Temos uma equipe de especialistas em contabilidade pronta para declarar o seu IR.

Ao optar por nossos serviços, você terá a tranquilidade de contar com profissionais que estão preparados para cuidar de todos os detalhes da sua declaração, garantindo que ela seja feita de forma correta.

Além disso, oferecemos um atendimento personalizado, para que você tenha a assistência necessária para esclarecer suas dúvidas e garantir que sua declaração seja feita de acordo com a legislação vigente.

Não deixe para a última hora e evite dores de cabeça. Deixe o time da Contabiliza+ cuidar da sua declaração de IR e evite problemas com o fisco.

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Como declarar investimentos no Imposto de Renda?

Como declarar investimentos no Imposto de Renda?

Como declarar investimentos no Imposto de Renda? Essa é uma dúvida muito comum entre os contribuintes, quando chega o período para entrega da declaração anual de IR.

Sabendo disso, a Contabiliza+ decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto, com instruções detalhadas passo a passo para esclarecer suas dúvidas.

Para saber mais e conferir tudo que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe este artigo até o final.

Quem precisa declarar o Imposto de Renda?

De acordo com a Receita Federal, todos os contribuintes que atenderem ao menos um dos requisitos abaixo, estão obrigados a preencher e transmitir a declaração anual de Imposto de Renda. Confira!

  • Recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ R$ 30.639,90 no ano, o que inclui itens como salários, aposentadorias, pensões e alugueis;
  • Recebeu rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil, como por exemplo, FGTS, seguro-desemprego, bolsas de estudo, indenizações trabalhistas, doações, heranças e PLR;
  • Teve ganho de capital vendendo bens ou direitos sujeitos a pagamento do IR, como por exemplo, imóveis e veículos.
  • Realizou operações na bolsa de valores e vendeu acima de R$ 40 mil ou teve ganho de capital acima do limite de isenção;
  • Tem bens, como veículos e imóveis, ou direitos acima de R$ 300 mil em 31 de dezembro do ano anterior;
  • Teve receita de atividade rural acima de R$ 153.199,50 no ano anterior;
  • É um cidadão estrangeiro que se mudou para o Brasil e seguiu nessa condição até 31 de dezembro do ano passado.
  • Quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
  • Quem possui trust no exterior;
  • Quem deseja atualizar bens no exterior.

Se ainda assim, você possui dúvidas com relação a obrigatoriedade de entrega da declaração, entre em contato conosco e receba a orientação do nosso time de especialistas.

Como declarar ações no Imposto de Renda?

Na sequência, você vai conferir orientações completas para declarar:

  • Ações em carteira;
  • Ações em carteira no Imposto de Renda;
  • Venda de ações acima do limite de isenção e Day Trade;
  • Recebimento de dividendos de ações;
  • Juros sobre o Capital Próprio (JCP).

Como declarar ações em carteira no Imposto de Renda

Declarar ações em carteira no Imposto de Renda anual é muito simples. Veja como funciona:

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, selecione o código correspondente a ações.
  2. Para cada ação na sua carteira, informe o nome da empresa, o CNPJ e a quantidade de ações que você possui.
  3. Preencha o campo “Situação em 31/12/Ano Base” com o valor que as ações possuíam na data de 31 de dezembro do ano anterior ao da declaração.
  4. Em “Discriminação”, inclua informações sobre as ações que você possui, como nome da empresa, quantidade, tipo de ação, data de compra, valor pago e corretora utilizada.

Como declarar a venda de ações em volume inferior a R$ 40 mil

Por sua vez, além de declarar ações em carteira, você também vai precisar declarar a venda de ações, caso tenha vendido alguma no ano anterior. Veja:

  1. Acesse a opção “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”;
  2. Escolha o código “20 – Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em Bolsas de Valores nas alienações realizadas até R$40.000,00”;
  3. Informe o valor do lucro não tributável obtido com as suas vendas de ações.

Como declarar venda de ações acima do limite de isenção e Day Trade

Também é necessário declarar operações do tipo Day Trade e vendas acima do limite de isenção. Veja:

  1. Acesse a ficha de “Renda Variável”;
  2. Logo na sequência, clique em “Operações Comuns / Day-Trade” em “Renda Variável”;
  3. Informe o valor consolidado das suas operações em cada mês, separando as operações comuns do Day-Trade;
  4. Além disso, é preciso informar o valor do IR já pago ou retido durante o ano sobre essas operações.

Como declarar dividendos de ações

Para evitar problemas com o fisco, você também precisa informar os valores que recebeu a título de dividendos:

  1. Acesse a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”;
  2. Selecione o item “09 – Lucros e dividendos recebidos”;
  3. Informe a razão social e o CNPJ da empresa que pagou os dividendos;
  4. Forneça o valor total dos rendimentos recebidos no ano anterior.

Como declarar Juros sobre o Capital Próprio (JCP)

Por fim, caso tenha recebido JCP, você também precisa declarar os valores. Veja o passo a passo:

  1. Acesse a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”;
  2. Escolha o tipo de rendimento “10 – Juros sobre capital próprio”;
  3. Forneça o CNPJ e a razão social da empresa pagadora;
  4. Informe o valor recebido a título de JCP.

Como declarar fundos imobiliários no Imposto de Renda?

Na sequência, você vai conferir orientações completas para declarar:

  • Fundos imobiliários em carteira;
  • Dividendos de fundos imobiliários;
  • Ganhos de capital com fundos imobiliários.

Como declarar fundos imobiliários em carteira

Veja como é fácil declarar fundos imobiliários em carteira, na sua declaração anual de Imposto de Renda:

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, selecione o grupo “07 – Fundos” e depois o código “03 – Fundos Imobiliários (FIIs)”;
  2. Informe o valor aplicado e no campo “Discriminação”, informe a instituição financeira administradora do fundo, CNPJ do fundo, código do fundo e quantidade de cotas;
  3. Em “Situação em 31/12/2022”, informe o valor presente da declaração do ano anterior;
  4. Em “Situação em 31/12/2023”, informe os valores correspondentes às cotas de fundos de investimento que você possuía na data em questão;

Declarar dividendos dos fundos imobiliários

Agora veja como você deve declarar valores recebidos a título de dividendos:

  1. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, utilize o código “99 – Outros”;
  2. Informe o valor dos dividendos de fundos imobiliários que você recebeu ao longo do ano.

Declarar ganho de capital com fundos imobiliários

Por fim, se você auferiu ganhos na venda de fundos imobiliários, veja como declarar:

  1. Selecionar a ficha “Renda Variável” e clicar em “Operações em FII”;
  2. Na coluna “Resultado líquido do mês”, informe o lucro ou prejuízo obtido em cada mês.
  3. Em “Imposto retido no mês”, informe o IR retido na fonte conforme seu informe de rendimentos.
  4. Em “Imposto Pago”, indique os valores pagos via Darf a cada mês (se houver).

Como declarar títulos de renda fixa no Imposto de Renda?

Após conferir o que é preciso para declarar aplicações de renda variável como ações e fundos imobiliários no Imposto de Renda, é hora de conferir as orientações para declarar títulos de renda fixa.

Veja como funciona:

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, selecione o código correspondente ao tipo de investimento que você possui. Por exemplo, se você tem um CDB, selecione o código referente a aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros);
  2. Informe o nome da instituição financeira onde você realizou o investimento e o CNPJ da mesma;
  3. No campo “Discriminação”, informe informações sobre o investimento, como data de aquisição, valor aplicado e taxa de juros;
  4. Na coluna “Situação em 31/12/Ano Base”, informe o valor que o investimento possuía em 31 de dezembro do ano anterior ao da declaração.

Como declarar Bitcoins e outras criptomoedas no Imposto de Renda?

De acordo com a Instrução Normativa RFB 1.888/2019, os contribuintes são obrigados a prestar informações relativas às operações realizadas com criptoativos ao fisco.

Atualmente, a Receita Federal exige que todos os investidores que possuem criptomoedas em valor de aquisição igual ou maior que R$ 5 mil em moedas declarem esses ativos no IR.

A propriedade de criptomoedas deve declarada no Imposto de Renda na ficha de Bens e Direitos, informando o código e a quantidade de cada criptoativo que você possui.

Por sua vez, caso você tenha vendido criptomoedas no ano anterior, em valor superior a R$ 35 mil em um mês e obtido lucro com a operação, o correto é que você tenha recolhido o imposto devido no mês subsequente à venda, para apenas informar o lucro obtido na ficha “Ganhos de Capital”.

As alíquotas que o fisco utiliza para cobrar o Imposto de Renda sobre o lucro na venda de criptoativos são as seguintes:

  • Até R$ 5 milhões de lucro: 15%
  • Acima de R$ 5 milhões até R$ 10 milhões: 17,5%
  • Acima de R$ 10 milhões até R$ 30 milhões: 20%
  • Acima de R$ 30 milhões: 22,5%.

Por fim, vale destacar que para transações de moedas virtuais com valores inferiores a R$ 35 mil, há isenção de IR sobre os lucros. Entretanto, mesmo com a isenção, esses ativos precisam constar na declaração anual.

Declare investimentos no Imposto de Renda com a Contabiliza+

Para saber mais e declarar investimentos no Imposto de Renda da forma correta, evitando multas, malha fina e outros problemas com o fisco, você pode contar com a Contabiliza+

A nossa equipe atende contribuintes de todas as partes do país, e possui um núcleo de especialistas preparado para declarar suas informações sobre investimentos da forma exigida pelo fisco.

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