Como abrir CNPJ para veterinário?

Como abrir CNPJ para veterinário?

Quando o objetivo é abrir CNPJ para veterinário, muitas dúvidas podem surgir, o que inclui tópicos sobre os benefícios dessa decisão, o funcionamento dos impostos e os trâmites legais para abertura da PJ de medicina veterinária.

Sabendo disso, o time da Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em médicos veterinários, preparou um conteúdo completo sobre o tema, onde você terá a oportunidade de esclarecer todas as suas dúvidas.

Para saber mais, economizar no pagamento de impostos e fazer as melhores escolhas para o seu crescimento profissional, continue conosco e acompanhe esse artigo até o final.

Vale a pena abrir CNPJ para veterinário?

Não tenha dúvidas, abrir CNPJ para veterinário é uma excelente decisão, por uma série de motivos, a começar pela economia de impostos que é possível obter.

De acordo com a legislação em vigor, médicos veterinários que não possuem CNPJ, são contribuintes obrigatórios do Imposto de Renda Pessoa Física, cuja alíquota pode chegar a 27,50% sobre os rendimentos do profissional.

Veja a tabela:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.00 Isento Isento
De 2.259,01 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Além disso, quando o profissional é autônomo, ou seja, presta seus serviços sem vínculo empregatício com a parte contratante, é necessário recolher mensalmente até 5% de ISS sobre suas receitas de prestação de serviços.

Por outro lado, os médicos veterinários que decidem abrir um CNPJ, podem pagar os seus impostos através de regimes como o Simples Nacional, cuja alíquota pode ser de apenas 6% sobre o faturamento.

Dito isso, vale destacar, que além da economia de impostos, os médicos veterinários que atuam como PJ (pessoa jurídica), ainda podem aproveitar outros benefícios, incluindo:

  • Permissão para emitir notas fiscais de prestação de serviços: Como PJ, você poderá emitir notas fiscais de prestação de serviços, e atender clientes que exigem esse tipo de documento.
  • Possibilidade de prestar serviços como PJ em diferentes estabelecimentos: Como médico pessoa jurídica, você poderá prestar serviços para clientes que preferem contratar profissionais PJ.
  • Isenção de IRPF sobre o lucro transferido do CNPJ para a pessoa física: Todo lucro gerado no seu CNPJ e transferido para o seu CPF, é isento de Imposto de Renda Pessoa Física.
  • Permissão para abertura de conta bancária empresarial com acesso a linhas de crédito especiais: Pessoas jurídicas possuem acesso a linhas de crédito com taxas de juro reduzidas, o que pode ser útil para expansão dos negócios.
  • Possibilidade de contratar plano de saúde com valores mais baixos que o praticado para pessoas físicas: Se você tem interesse em contratar um plano de saúde para você e sua família, saiba que eles costumam custar bem menos para pessoas jurídicas.

Diante dos benefícios em questão fica muito mais fácil compreender o que tem levado um número cada vez maior de profissionais a abrir CNPJ para veterinário, não é mesmo?

Sendo assim, você que chegou até aqui, não pode perder a oportunidade de abrir o seu CNPJ e começar a atuar como pessoa jurídica (profissional PJ).

Veja também: Médico veterinário: atuar como pessoa física ou com CNPJ?

Quais são os tipos de CNPJ para veterinário?

Existem diferentes opções em tipo de CNPJ para veterinário, dentre as quais, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Natureza jurídica que pode ser utilizada por médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Natureza jurídica que pode ser utilizada por médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ em sociedade com terceiros, que por sua vez, podem ser veterinários ou não.
  • Sociedade Simples: Natureza jurídica que pode ser utilizada por dois ou mais médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ para exercer a profissão em sociedade.

Conte com o apoio do nosso time de especialistas para saber mais sobre cada opção e escolher o tipo de CNPJ mais adequado para os seus objetivos.

Veterinário pode ser MEI?

Quando o assunto é como abrir CNPJ para veterinário, uma dúvida muito comum é a que diz respeito ao MEI – Microempreendedor Individual.

“Afinal, médico veterinário pode ser MEI?”

Diante desse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que de acordo com a legislação em vigor, médicos veterinários não podem ser MEI. Na prática, isso acontece, pois, atividades de cunho liberal, como a medicina veterinária, não estão presentes no rol de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

No entanto, como vimos no tópico anterior, existem outras opções em tipo de CNPJ para médico veterinário, ou seja, você não ficará impedido de abrir sua PJ e aproveitar todos os benefícios de atuar como pessoa jurídica.

Além disso, vale destacar que por mais que fosse permitido, o MEI não seria interessante para médicos veterinários, pois o limite de faturamento anual desse tipo de empresa, é de apenas R$ 81 mil por mês, ou seja, cerca de R$ 6.750,00 por ano.

Como funciona a tributação para veterinário PJ

Um dos maiores benefícios da decisão de abrir CNPJ para veterinário é a economia de impostos, principalmente, quando esses profissionais são orientados por uma assessoria contábil especializada, e recolhem seus impostos em regimes como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Na sequência, vamos explicar detalhadamente, o funcionamento do Simples Nacional e do Lucro Presumido para veterinários PJ. Vale a pena conferir se você deseja economizar no pagamento de impostos.

Impostos para veterinário no Simples Nacional

Médicos veterinários que abrem um CNPJ e optam pelo Simples Nacional recolhem todos os seus impostos em guia única mensal sobre o faturamento.

A guia única do Simples Nacional para médicos e clínicas veterinárias, unifica os seguintes tributos:

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;
  • PIS – Programa de Integração Social;
  • ISS – Imposto Sobre Serviços;
  • CPP – Contribuição Previdenciária Patronal.

Por sua vez, o cálculo de impostos sobre atividades de medicina veterinária no Simples Nacional, leva em consideração o volume de faturamento da pessoa jurídica e o seu percentual de despesas com folha de pagamento.

A regra de cálculo para esse tipo de atividade dentro do Simples Nacional, é conhecida como fator R, e diz basicamente o seguinte:

  • Médicos e clínicas veterinárias optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em percentual maior ou igual a 28% sobre seu próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo III, com alíquota a partir de 6%.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Anexo V

  • Médicos e clínicas veterinárias optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em percentual menor que 28% sobre seu próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50%
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Por sua vez, a alíquota efetiva máxima que um médico ou clínica de medicina veterinária pode chegar a recolher no Simples Nacional, é de 19,50% sobre o faturamento.

Impostos para veterinário no Lucro Presumido

Normalmente, os médicos veterinários que atuam como PJ, começam recolhendo seus impostos no Simples Nacional, e a partir de determinado volume de faturamento, mudam para o Lucro Presumido.

Na prática, isso acontece, pois no Lucro Presumido as alíquotas são fixas, ou seja, não variam de acordo com o volume de faturamento.

Neste regime, a carga de impostos para médicos e clínicas veterinárias é a seguinte:

  • Impostos Federais (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS): 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): 2% a 5% sobre o faturamento, a depender do seu município.

Diante das opções, não tenha dúvidas, ao decidir abrir CNPJ para veterinário, você pode obter uma importante economia no pagamento de impostos.

Além disso, quem escolhe o suporte e assessoria de uma contabilidade especializada como a Contabiliza+, recebe um planejamento tributário completo e personalizado, que indica o caminho mais econômico com base na sua realidade.

Quando o objetivo é abrir CNPJ para veterinário com foco na economia de impostos que essa decisão pode proporcionar, saiba que você pode contar conosco!

Veja também: Veterinário precisa emitir nota fiscal ou recibo?

Como abrir CNPJ para veterinário [Passo a Passo]

Como abrir CNPJ para veterinário

Abrir CNPJ para veterinário pode ser muito mais fácil do que você imagina. Para isso, tudo que você precisa fazer é seguir as orientações do passo a passo abaixo. Veja:

1.Contrate uma contabilidade especializada

O primeiro passo para o médico veterinário que deseja abrir um CNPJ, é buscar os serviços e a orientação de uma contabilidade especializada em médicos e clínicas veterinárias.

O contador vai esclarecer todas as suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura da sua empresa, manter suas obrigações em dia com o fisco, além de lhe ajudar a pagar menos impostos.

Diante disso, se você ainda não possui um contador especialista ao seu lado, saiba que você pode contar com o suporte e assessoria da Contabiliza+.

Como uma contabilidade digital, nós atendemos médicos veterinários de todas as partes do país!

2.Separe os documentos necessários

Dando sequência ao passo a passo para abertura do seu CNPJ, você precisará separar alguns documentos básicos, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de Residência;
  • Registro no CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária;
  • Carnê IPTU do endereço que será utilizado no seu CNPJ.

Além disso, com o suporte e orientação da contabilidade, será preciso elaborar o contrato social, documento básico para registro e legalização da sua empresa.

Não se preocupe, ao escolher a Contabiliza+, você receberá toda orientação necessária em relação aos documentos para abertura do seu CNPJ.

3.Escolha o tipo de CNPJ ideal

Com o apoio da contabilidade, você precisará optar por uma das opções em tipo de CNPJ que destacamos anteriormente, você lembra quais são elas? Veja:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Natureza jurídica que pode ser utilizada por médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ individual, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Natureza jurídica que pode ser utilizada por médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ em sociedade com terceiros, que por sua vez, podem ser veterinários ou não.
  • Sociedade Simples: Natureza jurídica que pode ser utilizada por dois ou mais médicos veterinários que desejam abrir um CNPJ para exercer a profissão em sociedade.

Além disso, a contabilidade estudará a sua realidade para indicar o regime tributário mais econômico para os seus negócios. Conte com o nosso time de especialistas para fazer as melhores escolhas.

4.Aguarde a emissão do CNPJ e demais documentos

Por fim, você precisará aguardar alguns dias, enquanto a contabilidade cuida dos trâmites necessários para abertura da sua PJ de medicina veterinária, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial;
  • Emissão do CNPJ;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Emissão da Inscrição Municipal;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento.

Para saber mais, esclarecer dúvidas e abrir o seu CNPJ sem qualquer tipo de burocracia ou dificuldade, entre em contato conosco!

Quanto custa abrir CNPJ para veterinário?

Quando o assunto é como abrir CNPJ para veterinário, uma dúvida muito comum é a que diz respeito ao custo com a emissão dos documentos e os trâmites de legalização da PJ de medicina veterinária.

Confira e entenda o valor do investimento (sim investimento, pois o retorno chegará rápido em economia de impostos):

  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor cobrado pelos serviços de registro da Junta Comercial do estado em que será constituído o CNPJ.
  • Honorários do escritório de contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade que ficará responsável por cuidar de todos os trâmites de abertura e legalização da sua PJ de medicina veterinária.
  • Aquisição de um certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e assinatura eletrônica de documentos.
  • Registro da PJ de medicina veterinária no CRMV: A PJ de medicina veterinária precisa ser registrada no conselho regional da atividade, ocasião em que será necessário efetuar o pagamento de algumas taxas.

Para saber mais e obter um orçamento detalhado para abrir CNPJ para veterinário, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Qual o prazo estimado da abertura de CNPJ para veterinário?

Ao escolher uma contabilidade especializada e digital como a Contabiliza+, você pode obter o seu CNPJ de forma ágil, em apenas 48h.

Na sequência, basta aguardar mais alguns dias, para obter toda documentação necessária para o exercício das suas atividades, incluindo:

  • Registro na Junta Comercial;
  • CNPJ;
  • Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Inscrição Municipal;
  • Alvará de Localização e Funcionamento;
  • Registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).

Deseja saber mais, abrir o seu CNPJ de forma ágil e obter economia no pagamento de impostos? Se a sua resposta foi “Sim”, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Como registrar PJ de medicina veterinária no CRMV?

Para que possa exercer suas atividades de forma regular, o médico veterinário que decide abrir CNPJ, precisa registrar a empresa junto ao CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Por sua vez, para obter esse registro, é preciso separar os seguintes documentos:

  • Comprovante de inscrição no CNPJ;
  • Comprovante de inscrição estadual;
  • Contrato social e última alteração contratual;
  • Registro no CRMV do responsável técnico;
  • Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) homologada.

Além de apresentar a documentação em questão ao CRMV, o profissional interessado precisará recolher o pagamento de algumas taxas e da anuidade para pessoas jurídicas, cobrada pelo conselho de classe.

Conte com a orientação do nosso time de especialistas, em caso de dúvida com os trâmites para registro do seu CNPJ perante o Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Importância da contabilidade para veterinário

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um médico veterinário precisa, saiba que você pode contar com o time da Contabiliza+.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida, CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende médicos veterinários de todas as partes do país. É hora de abrir o seu CNPJ e começar a economizar no pagamento de impostos!

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Como funcionam os impostos na venda de cursos e e-books?

Declaração anual do MEI 2025: tire suas dúvidas

Compreender como funcionam os impostos na venda de cursos e e-books é fundamental para o infoprodutor que deseja manter suas obrigações em dia com o fisco e ao mesmo tempo, economizar no pagamento de tributos.

Por falta de orientação e assessoria contábil especializada, tem muito infoprodutor no mercado pagando mais impostos do que deveria. Será que esse é o seu caso? A boa notícia é que a Contabiliza+ está preparada para lhe ajudar.

Neste conteúdo, nós vamos explicar todos os detalhes dos impostos na venda de cursos e e-books, bem como, apresentar o caminho para que você economize de forma legal, ou seja, sem correr qualquer tipo de risco.

Para saber mais, conferir o que a nossa equipe separou para você e começar a pagar menos impostos na venda de cursos e e-books, continue conosco até o final do artigo.

Como funcionam os impostos na venda de cursos e e-books como pessoa física?

Quem ainda não se formalizou, e vende cursos e e-books como pessoa física, ou seja, sem um CNPJ, precisa arcar com uma das maiores cargas tributárias do nosso país.

Ao vender seus infoprodutos como pessoa física, você precisará preencher mensalmente o carnê leão e recolher até 27,50% de imposto de renda sobre seus rendimentos.

Confira a tabela e veja como as alíquotas são elevadas:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.259.00 Isento Isento
De 2.259,01 até 2.826,65 7,50% R$ 169,44
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 381,44
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 662,66
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 896,00

Com alíquotas tributárias elevadas como essas, mais as taxas de comissão das plataformas e dos afiliados, no final das contas, o infoprodutor acaba ficando com muito pouco.

Por sinal, esse é um dos principais motivos pelos quais não se recomenda a venda de cursos e e-books como pessoa física.

Como funcionam os impostos na venda de cursos e e-books como pessoa jurídica?

Na venda de cursos e e-books como pessoa jurídica, o infoprodutor pode utilizar regimes de tributação como o Simples Nacional e o Lucro Presumido para pagar seus impostos e fazer o acerto de contas com o fisco.

Os regimes tributários em questão possuem alíquotas atrativas e em alguns casos bem reduzidas para atividades relacionadas a venda de cursos e e-books. Continue a leitura para compreender como cada opção funciona.

Impostos na venda de cursos e e-books no Simples Nacional

Para começar, é muito importante que você saiba, que a tributação para venda de cursos é completamente diferente da tributação para venda de e-books, afinal, o primeiro é um tipo de serviço e o segundo, um produto.

Impostos na venda de cursos no Simples Nacional

No Simples Nacional, a venda de cursos e mentorias, segue uma regra conhecida como Fator R, que diz basicamente o seguinte:

  • Se as despesas com pró-labore e folha de pagamento do infoprodutor forem iguais ou superiores a 28% sobre o faturamento, a tributação deve ser calculada com base no Anexo III.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,50% sobre o faturamento.

  • Se as despesas com pró-labore e folha de pagamento do infoprodutor forem inferiores a 28% sobre o faturamento, a tributação deve ser calculada com base no Anexo V.

Anexo V

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,25% sobre o faturamento.

Em muitos casos, uma contabilidade especializada em negócios digitais, consegue fazer os ajustes necessários para que o infoprodutor recolha seus impostos no Anexo III, onde as alíquotas são menores.

No entanto, como esse é um regime tributário com alíquotas progressivas, em determinado momento o Simples Nacional deixa de ser a melhor opção para o infoprodutor. Neste caso, o Lucro Presumido entra em cena.

Impostos na venda de e-books no Simples Nacional

No Simples Nacional, a venda de e-books é tributada no Anexo I, com alíquota a partir de 4% sobre o faturamento mensal.

Anexo I

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 11,12% sobre o faturamento.

No entanto, ao escolher uma contabilidade especializada em negócios digitais, e que lhe ajude a aproveitar a isenção de ICMS para e-books, como a Contabiliza+, essa alíquota de contribuição pode ser ainda menor.

Muita gente não sabe, mas a legislação em vigor em nosso país, prevê isenção de ICMS para livros, e em alguns casos, essa regra pode ser estendida aos e-books.

Impostos na venda de cursos e e-books no Lucro Presumido

Quando os cálculos nos mostram que o Simples Nacional não é a melhor opção para quem deseja pagar menos impostos na venda de cursos e e-books, o Lucro Presumido pode ser a alternativa.

Neste regime, as alíquotas são fixas, ou seja, não variam sobre o faturamento, o que é muito interessante para infoprodutores que já possuem um volume bem expressivo de vendas.

Impostos na venda de cursos no Lucro Presumido

No Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de cursos e mentorias, pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do infoprodutor.

Neste caso, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Somam uma alíquota fixa de 11,33%;
  • Imposto Municipal (ISS): Pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

Impostos na venda de e-books no Lucro Presumido

No Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de e-books, possui alíquota de 2,28%, quando a contabilidade consegue aproveitar a isenção de PIS/COFINS e ICMS sobre a venda dos produtos.

Sem dúvida alguma, uma alíquota muito reduzida, que não varia à medida que o seu faturamento cresce, e que com isso, pode lhe ajudar a economizar de uma forma muito expressiva no pagamento de impostos.

Por sua vez, pagando menos impostos, você lucra mais, tem mais qualidade de vida e realiza mais rápido os seus sonhos.

Como pagar menos impostos na venda de cursos e e-books?

Como pagar menos impostos na venda de cursos e e-books?

Para pagar menos impostos na venda de cursos e e-books, a primeira coisa que você precisa fazer é contratar os serviços e a assessoria de uma contabilidade especializada em negócios digitais.

Como são muitas possibilidades em modelos de tributação, o contador precisará estudar a sua realidade para lhe indicar o regime tributário mais econômico. Afinal, em quantos para uns o Simples Nacional é a opção mais econômica, para outros o regime mais indicado é o Lucro Presumido.

Além disso, quem busca economia de impostos precisa abrir um CNPJ para vender cursos e e-books. Como vimos nos tópicos anteriores, a alíquota de contribuição pode ser muito menor para quem busca a legalização e trabalha como pessoa jurídica.

Não se preocupe, se o seu objetivo é pagar menos impostos, o time Contabiliza+ assume a responsabilidade de lhe ajudar a alcançar esse objetivo.

Além de abrir o seu CNPJ (caso você ainda não possua), nós montamos um planejamento tributário completo com base na sua realidade, e com isso, lhe indicamos o melhor caminho para redução dos seus impostos.

Impostos na venda de cursos e e-books e o risco de não declarar suas vendas

Na expectativa de pagar menos impostos, muitos infoprodutores acabam não declarando 100% das suas vendas ao fisco. No entanto, esse é um grande erro, pois por mais que seja possível obter uma economia temporária, a conta pode ficar bem cara no futuro.

Muita gente não sabe, mas o fisco tem acesso ao valor total das vendas dos infoprodutores. Na prática, isso acontece devido a DIMP – Declaração de Informações de Meios de Pagamentos.

A DIMP é uma obrigação acessória regulamentada pelo Convênio ICMS 134/2016 e pelo Ato Cotepe ICMS 65/2018.

De acordo com a legislação em questão, todas as plataformas que fazem a intermediação de pagamentos eletrônicos, precisam informar ao fisco, o volume de vendas mensais dos seus parceiros.

Em outras palavras, plataformas como Hotmart, Eduzz, Monetizze e Kiwify, estão obrigadas a dizer para o fisco quanto você anda vendendo.

Sendo assim, você até vai conseguir não declarar e recolher todos os impostos devidos. No entanto, o fisco vai observar isso, e algum tempo depois, lhe cobrar a dívida com juros e uma multa pesada.

Além disso, é importante destacar que se ficar claro que houve má-fé, você pode responder judicialmente por sonegação fiscal, um crime cuja pena envolve o pagamento de multa e até mesmo, prisão do réu.

Diante disso, não cometa o erro de não declarar 100% das suas vendas. Prefira fazer a coisa certa, e contar com o auxílio de uma contabilidade que lhe ajude a economizar no pagamento de impostos.

Como abrir CNPJ para pagar menos impostos na venda de cursos e e-books

Você já sabe que o melhor caminho para pagar menos impostos na venda de cursos e e-books, é buscar a assessoria de uma contabilidade especializada e abrir um CNPJ.

Como vimos ao longo desse conteúdo, a tributação em regimes como Simples Nacional e Lucro Presumido pode ser bastante econômica, principalmente quando comparada com o recolhimento de impostos na pessoa física.

Diante disso, é hora de conferir no passo a passo abaixo, o que é preciso para abrir o seu CNPJ. Veja:

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é reduzir os impostos na venda de cursos e e-books, a primeira coisa que você precisa fazer é contratar os serviços de uma contabilidade especializada em negócios digitais.

O contador ficará responsável por abrir o seu CNPJ (caso você ainda não possua), bem como, por manter suas obrigações em dia com o fisco, e lhe ajudar dentro dos limites legais, a pagar o menor volume possível de impostos.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós atendemos infoprodutores, coprodutores e afiliados de todas as partes do país, pois além de ser uma contabilidade digital, conhecemos todos os detalhes e particularidades desse mercado.

Sendo assim, se você ainda não tem um contador especialista ao seu lado, entre em contato conosco e conte com a assessoria do nosso time.

2.Separe os documentos necessários

Por sua vez, logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, o que inclui:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência atualizado.

3.Escolha o endereço que você pretende usar no seu CNPJ

A venda de infoprodutos é um negócio digital, ou seja, você não precisa montar uma loja física para vender os seus produtos. Sendo assim, qual endereço utilizar na hora de abrir o seu CNPJ?

Em meio a esse tipo de situação, a primeira opção da maior parte dos empreendedores digitais é a utilização do próprio endereço residencial. No entanto, por questões ligadas à segurança e privacidade, essa não é a alternativa mais indicada.

Para solucionar esse tipo de questão, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em negócios digitais, pode lhe fornecer uma sede virtual para abertura do seu CNPJ.

Na prática, como uma sede virtual, você poderá utilizar o nosso endereço físico no seu CNPJ, sem se preocupar com despesas com aluguel.

Trabalhamos dessa forma para facilitar a vida do empreendedor digital. Conte sempre conosco!

4.Defina o tipo de CNPJ

Dando sequência ao passo a passo para abertura do seu CNPJ, você também precisará nos informar se deseja constituir a sua empresa para venda de cursos e e-books de forma individual ou em sociedade com alguém.

Atualmente, os modelos de formalização mais indicados são os seguintes:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por infoprodutores interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por infoprodutores que tenham interesse em abrir um negócio em sociedade com outras pessoas.

4.Aguarde a abertura da sua empresa

Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto cuidamos de todos os trâmites para abertura e legalização da sua empresa, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Assim que finalizado o processo, você poderá faturar suas vendas de cursos e e-books no CNPJ, ou seja, como pessoa jurídica, e assim, garantir uma boa economia mensal ao pagar impostos.

Quanto custa a abertura de CNPJ para venda de cursos e e-books?

Abrir um CNPJ para venda de cursos e e-books pode custar muito menos do que você imagina. Ao contrário do que muitos pensam, o processo para abertura de CNPJ é rápido e não envolve um alto custo.

Na prática, você precisará levar apenas três itens em consideração:

  • Honorários da contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade pelo serviço de abertura do seu CNPJ.
  • Aquisição do certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco.
  • Taxa de registro na Junta Comercial: Taxa para registrar a abertura da empresa (valor varia de estado para estado e de acordo com o modelo de constituição da empresa).

Não se preocupe, aqui na Contabiliza+ você abre a sua empresa para vender de cursos e e-books com economia e em pouco tempo o valor investido retorna em economia de impostos.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento detalhado para abertura do seu CNPJ.

Reduza impostos na venda de cursos e e-books com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um infoprodutor precisa, incluindo alternativas para reduzir legalmente a sua carga de impostos, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende infoprodutores de todas as partes do país, levando o que há de melhor para os nossos clientes.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
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Declaração do MEI: prazo, como fazer e dúvidas frequentes

Declaração do MEI: prazo, como fazer e dúvidas frequentes

De acordo com a Receita Federal, o prazo para entrega da Declaração do MEI (DASN SIMEI), vai até o próximo dia 31 de maio.

A multa mínima por atraso na entrega da declaração é de R$ 50,00 mas pode chegar a 20% dos tributos declarados, ou seja, 20% dos impostos que você pagou ao MEI durante o ano anterior.

Para evitar prejuízos, problemas com o fisco e a exclusão do MEI, é muito importante que os microempreendedores individuais entreguem a declaração em dia.

Diante das dúvidas que costumam surgir a respeito do tema, o time da Contabiliza+ decidiu preparar um conteúdo completo. Sendo assim, se você precisa entregar a declaração anual, mas não sabe como fazer isso, continue conosco até o final do artigo.

O que é a declaração do MEI e quem deve entregar?

A declaração anual do MEI ou DASN SIMEI é uma declaração obrigatória, que precisa ser entregue por todos aqueles que são microempreendedores individuais, ou que estiveram nessa condição no ano anterior.

Por meio dessa declaração, o contribuinte precisa informar ao fisco o valor que faturou em cada mês do ano anterior.

Dito isso, é importante esclarecer que existem dois tipos de declaração do MEI:

  • Declaração normal: A DASN SIMEI situação normal é a declaração que deve ser entregue a partir de janeiro do ano seguinte a que se refere. Por exemplo, a DASN SIMEI referente ao ano-calendário 2023, deve ser transmitida a partir de janeiro de 2024.
  • Declaração especial (extinção): No caso de extinção, ou seja, quando é feita a baixa do CNPJ, o MEI deve transmitir a DASN SIMEI situação especial.

Contar com o apoio e assessoria de uma contabilidade especializada para entregar a declaração no prazo e evitar problemas com o fisco, é algo muito importante.

Prazo para entrega da declaração do MEI

De acordo com a legislação em vigor e as orientações da Receita Federal, o prazo para entrega da declaração do MEI deve observar o seguinte:

Declaração normal: O prazo para entrega da DASN SIMEI, situação normal, vai até o último dia do mês de maio do ano-calendário seguinte. No entanto, a declaração fica disponível para preenchimento a partir de janeiro.

Declaração especial: No caso de extinção do CNPJ, o MEI deverá entregar a declaração nos seguintes prazos:

  • O último dia do mês de junho, quando a extinção ocorrer no primeiro quadrimestre do ano-calendário;
  • O último dia do mês subsequente à extinção, nos demais casos.

O que acontece se não enviar a declaração do MEI no prazo?

Conforme informamos na introdução do artigo, a multa mínima para entrega da DASN SIMEI em atraso é de R$ 50,00 podendo chegar a 20% sobre o valor total dos tributos declarados.

No entanto, além disso, ao não cumprir o prazo para entrega da declaração, o contribuinte pode ser prejudicado de outras formas, pois fica automaticamente impedido de:

  • Obter empréstimos bancários vinculados ao CNPJ;
  • Parcelar guias do MEI em atraso;
  • Ter acesso a benefícios da Previdência Social.

Além disso, as pendências podem resultar na exclusão da sua empresa do MEI, bem como, na inclusão do microempreendedor individual na dívida ativa, situação, onde o fisco cobrará a dívida judicialmente.

Como entregar a declaração do MEI [passo a passo]

Após esclarecer algumas dúvidas importantes sobre a declaração do MEI, é hora de conferir um passo a passo completo para preenchimento e entrega da mesma.

O passo a passo é um pouco extenso e repleto de detalhes, mas não se preocupe, pois você também pode clicar no botão do WhatsApp para solicitar que o nosso time entregue sua declaração.

A vantagem de contar com o suporte de especialistas, é que assim, você terá a certeza de que a sua declaração estará sendo entregue da forma correta, evitando surpresas como a cobrança de multas e juros.

1.Acessando ao programa DASN SIMEI

O acesso ao programa para preenchimento e entrega da DASN SIMEI pode ser feito por meio do Portal do Simples Nacional ou através do App MEI, que está disponível para download no Google Play Store e na Apple Store.

No Portal do Simples Nacional, o contribuinte deve acessar o menu SIMEI – Serviços > Cálculo e Declaração > DASN-SIMEI – Declaração Anual para o MEI.

Passo 1 - Declaração do MEI
Passo 1 – Declaração do MEI

Por sua vez, ao optar por preencher a declaração no App do MEI, o contribuinte deve clicar no menu “Fazer a declaração”.

2.Informando o ano calendário e o tipo da declaração

Ao acessar a declaração do MEI, você precisará informar o seu CNPJ, e na sequência, preencher as informações que serão solicitadas na tela abaixo:

Passo 2 - Declaração do MEI
Passo 2 – Declaração do MEI

Selecione o ano calendário da declaração do MEI, e em caso de encerramento da empresa, marque a caixa “extinção” e informe a data de baixa do CNPJ.

Após fornecer as informações solicitadas na tela acima, clique em “Continuar.”

3.Importação de dados de pagamento da guia do MEI

Serão importados automaticamente pelo sistema, os dados de geração e pagamento da guia do MEI referentes ao período da declaração.

Caso a guia de algum mês não esteja emitida, o sistema apresentará um aviso em tela, para que o contribuinte regularize essa situação.

Neste caso, o microempreendedor individual precisará acessar o programa para geração das guias pendentes, e na sequência, retornar ao programa para entrega da declaração do MEI.

4.Fornecimento do faturamento anual

Dando sequência ao passo a passo para correto preenchimento da declaração do MEI, o microempreendedor individual, precisará informar o valor total das suas receitas no ano anterior, e se possuía funcionário no período.

Passo 4 - Declaração do MEI
Passo 4 – Declaração do MEI
  • Receita de comércio e indústria: Deve ser informado o faturamento auferido no ano anterior relativas às atividades de comércio e/ou indústria. Caso a empresa não tenha registrado esse tipo de receita no período, basta informar zero.
  • Receita de prestação de serviços: Deve ser informado o faturamento auferido no ano anterior, referente às atividades serviços. Caso a empresa não tenha registrado esse tipo de receita no período, basta informar zero.
  • Possuiu empregado durante o período abrangido pela declaração: Deve ser informado se a empresa manteve ou não algum empregado no período.

Após preencher e conferir os campos, clique em “Continuar” para avançar.

5.Transmitindo a declaração do MEI

Nesta tela, será exibido o resumo da Declaração. Este resumo mostra os valores dos tributos devidos em cada período de apuração do ano-calendário e os DAS que foram pagos.

Ao clicar no botão “Transmitir” os dados da Declaração são salvos definitivamente, gerando o número do recibo.

Passo 5 - Declaração do MEI
Passo 5 – Declaração do MEI

Clique na opção “Recibo de entrega”, salve o documento em PDF e guarde o mesmo em um local seguro.

Caso a impressão do recibo de entrega da declaração não seja feita neste momento, você só conseguirá imprimir o recibo utilizando o aplicativo de “Consulta Declaração Transmitida do MEI”, disponível no Portal do Simples Nacional.

No entanto, é importante destacar que para acessar a funcionalidade em questão, você precisará de um código de acesso ou certificado digital.

Além disso, você precisa saber que após a transmissão da Declaração, não há como alterar qualquer informação, a não ser por meio de uma declaração retificadora.

Declaração do MEI e a verificação do limite de faturamento

No momento do preenchimento da declaração, a aplicação verificará se a receita informada é superior ao limite do ano-calendário selecionado.

Atualmente, o limite é de R$ 81 mil, observadas as seguintes particularidades:

  • R$ 81.000,00 (para MEI que não está no ano de início de atividade);
  • R$ 6.750,00 multiplicados pelo número de meses do período entre o mês de início de atividade e o final do primeiro ano (para MEI que está no ano de início de atividade).

Sendo assim, se a receita bruta total no ano-calendário escolhido ultrapassar o limite em mais de 20%, ou seja, for superior a R$ 97.200,00 não será permitida a transmissão da declaração.

Caso o MEI informe valor de receita acima do limite em mais de 20%, o sistema exibirá a seguinte mensagem:

limite-de-faturamento-do-mei

Neste caso, você precisará buscar a orientação e assessoria de um contador o mais rápido possível, a fim de realizar o processo de migração de MEI para ME.

Se a mensagem acima apareceu para você, entre em contato conosco para receber as orientações do nosso time de especialistas.

Agora, se a receita auferida no período for superior ao limite em até 20%, ou seja, não passar de R$ 97.200,00 a aplicação permitirá a transmissão da declaração, mas o valor que ultrapassou o limite será tributado.

A tela de resumo da declaração exibirá as informações da receita declarada, do limite anual, o valor que excedeu o limite e o valor devido sobre o excedente. Além disso, o valor devido será atualizado por multa e juros até a data da transmissão para pagamento por DAS de excesso de receita.

multa-excesso-de-faturamento-mei

Observe que ao final da página, o sistema exibe a mensagem de alerta para a necessidade de comunicação de desenquadramento do MEI.

desenquadramento-do-mei

Clicando em “Emitir DAS”, a guia referente à tributação da receita excedente poderá ser impressa. No entanto, caso prefira, você também pode optar por pagar online.

É importante destacar, que mesmo com o pagamento da guia de excesso de faturamento, você não poderá permanecer no MEI, ou seja, precisará providenciar imediatamente o desenquadramento do MEI, transformando a sua empresa em uma ME.

O que é ME?

ME é a sigla para Microempresa, um porte onde você poderá faturar mais que R$ 81 mil por ano, e não ficará sujeito a outras restrições do MEI. Sendo assim, você poderá:

  • Contratar mais funcionários;
  • Abrir outras empresas ou filiais;
  • Incluir sócios na sua empresa;
  • Ser sócio em outros negócios;
  • Desenvolver atividades que não são permitidas ao MEI.

Além disso, você poderá recolher os seus impostos no Simples Nacional, regime onde permanecerá pagando os seus impostos em guia única mensal.

Como ficam os impostos após migrar de MEI para ME?

Após migrar de MEI para ME, o valor dos seus impostos mensais não será mais fixo, ou seja, irá variar de um mês para o outro, de acordo com o seu volume de faturamento.

Além disso, a depender da orientação da contabilidade, você poderá optar por um dos seguintes regimes tributários:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real.

Normalmente, quem migra de MEI para ME, passa a recolher os impostos no Simples Nacional, um regime tributário, com pagamento de tributos em guia única e alíquotas progressivas.

Confira as tabelas com alíquotas e faixas de faturamento do Simples Nacional logo abaixo:

Anexo I – Para atividades de comércio

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Anexo II – Para atividades de indústria

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,80% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 10,00% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,20% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,70% R$ 85.500,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,00% R$ 720.000,00

Anexo III – Para atividades de serviços

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

 Dito isso, é importante destacar que em alguns casos, os prestadores de serviços optantes pelo Simples Nacional, também podem ser tributados nos anexos IV e V, mas não vamos entrar nesse tipo de detalhe aqui neste conteúdo.

Também é muito importante que você saiba, que o Simples Nacional possui um sistema de deduções que reduz a alíquota efetiva de contribuição das empresas. Sendo assim, a maior alíquota efetiva do Simples Nacional é de 19,50% sobre o faturamento.

Para saber mais sobre os impostos da ME e pagar o menor volume possível de tributos, entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas.

A Contabiliza+ é uma contabilidade digital que atende empreendedores de todas as partes do país, e oferece serviços especializados em planejamento tributário para economia legal de impostos.

FAQ: Dúvidas frequentes sobre a declaração do MEI

Após conferir o passo a passo para entrega da declaração do MEI e conferir detalhes sobre o excesso de faturamento, é hora de conferir um resumo com dúvidas frequentes.

1.Quem é obrigado a fazer a declaração do MEI?

  • Todos os Microempreendedores Individuais (MEIs) são obrigados a preencher e entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN SIMEI).

2.O que é preciso informar na declaração?

  • Você precisará informar o total das suas receitas com atividades de comércio e indústria, o total das receitas com serviços e se a sua empresa teve funcionário no ano anterior.

3.Qual o prazo para entrega da declaração do MEI?

  • O prazo para entrega da declaração do MEI inicia no começo de janeiro e vai até o dia 31 de maio de cada ano.

4.O que acontece se a declaração não for entregue no prazo?

  • Se a declaração não for entregue dentro do prazo, o Microempreendedor Individual estará sujeito a uma multa que pode variar de R$ 50,00 a 20% sobre os tributos devidos no período, além de correr o risco de ser excluído do MEI.

5.Como é feita a declaração anual do MEI?

  • A declaração anual do MEI deve ser transmitida através da internet, seja por meio do Portal do Empreendedor ou aplicativo para Android e iOS. Você não precisa sair de casa, já que todo processo é online.

6.Qual a diferença entre DASN SIMEI e declaração anual do Imposto de Renda?

  • A DASN SIMEI contém informações sobre o faturamento do seu CNPJ, enquanto a declaração anual do Imposto de Renda está relacionada à declaração dos seus rendimentos como pessoa física.

7.O que acontece quando o MEI ultrapassa o limite de faturamento anual?

  • Quando o MEI ultrapassa o limite de faturamento anual, ele precisará solicitar o desenquadramento da categoria, passando para a condição de ME (Microempresa). Para migrar de MEI para ME, você precisará da orientação de um contador.

8.Como entregar a declaração do MEI e evitar problemas com o fisco?

  • O melhor caminho para entregar a declaração do MEI da forma certa e evitar problemas com o fisco, é buscar a assessoria e orientação de um escritório de contabilidade.

9.O MEI que não teve faturamento no ano ou estava sem movimento, tem de entregar a declaração?

  • O Microempreendedor Individual que durante o ano não teve faturamento ou ficou sem movimento, também está obrigado a elaborar e entregar a declaração.

Para saber mais, transmitir a declaração do MEI ou migrar de MEI para ME com o apoio de especialistas, clique no botão do WhatsApp e fale com a nossa equipe.

A Contabiliza+ é uma contabilidade digital que atende empreendedores de todas as partes do país!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo?

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo?

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo? Esse tipo de dúvida é comum entre profissionais que desejam atuar como PJ ou que estão em busca de uma alternativa para pagar menos impostos.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em profissionais de psicologia, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Aqui você vai conferir tudo que precisa saber, desde os benefícios da abertura de CNPJ, até o passo a passo para obter esse documento e conquistar uma boa economia de impostos mensalmente.

Para saber mais e conferir tudo que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe esse artigo até o final.

Quais as vantagens do CNPJ para psicólogo?

Não tenha dúvidas, vale a pena abrir CNPJ para psicólogo, pois essa decisão, é capaz de lhe proporcionar uma série de benefícios, dentre os quais, podemos destacar:

  • Economia no pagamento de impostos;
  • Mais oportunidades de trabalho;
  • Acesso a linhas especiais de crédito;
  • Economia no plano de saúde;
  • Economia na hora de declarar o IRPF.

Para que você fique por dentro de tudo e conheça os principais benefícios que a decisão de abrir CNPJ pode lhe garantir, vamos falar detalhadamente sobre cada vantagem da lista apresentada acima.

Economia no pagamento de impostos

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo e um dos itens que nos permitem afirmar isso, é a economia de impostos que um profissional PJ pode obter.

De acordo com a legislação em vigor, psicólogos que atuam como pessoa física, precisam contribuir para o Imposto de Renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50% sobre seus ganhos mensais.

Confira a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.112.00 Isento Isento
De 2.112,01 até 2.826,65 7,50% R$ 158,40
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 370,40
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 651,73
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 884,96

Além disso, profissionais que trabalham por conta própria, precisam contribuir mensalmente com até 5% de ISS sobre os valores que recebem em função dos serviços prestados.

Por outro lado, os psicólogos que buscam a orientação de uma contabilidade especializada, e decidem abrir CNPJ, podem contribuir com alíquotas menores, como por exemplo, 6% no Simples Nacional.

Mais oportunidades de trabalho

Outro item que reforça que vale a pena abrir CNPJ para psicólogo, é o maior número de oportunidades no mercado de trabalho, para profissionais que atuam como PJ (pessoa jurídica).

Atualmente, um número cada vez maior de empresas, incluindo clínicas e hospitais, preferem contratar os serviços de psicólogos que atuam como PJ, do que contratar profissionais em regime CLT (carteira assinada).

Na prática, isso acontece, pois no modelo de contratação PJ, as empresas não precisam assumir custos com encargos trabalhistas como FGTS e contribuição previdenciária patronal ou com benefícios como 13º salário e férias.

Por sua vez, em contrapartida, além de encontrar mais oportunidades, os psicólogos que possuem CNPJ, também costumam receber remunerações mais atrativas.

Acesso a linhas especiais de crédito

O CNPJ é um documento que abre às portas para uma série de oportunidades, e dentre outras coisas, possibilita que o psicólogo solicite a abertura de uma conta bancária do tipo empresarial.

Com esse tipo de conta, o profissional tem acesso facilitado a máquinas de cartão e a linhas de créditos com juros reduzidos.

Ecnomia no plano de saúde

Não tenha dúvidas, vale a pena abrir CNPJ para psicólogo e outro benefício que reforça essa afirmação é a economia de custos com a contratação de planos de saúde.

Se você possui ou sonha em ter um plano de saúde para você e sua família, saiba que as operadoras costumam cobrar valores mais acessíveis para pessoas jurídicas, ou seja, pelo simples fato de contratar o plano na modalidade empresarial, você pode economizar.

Economia na hora de declarar o IRPF

Por fim, vale destacar que todo lucro gerado pela sua PJ de psicologia, pode ser transferido para sua conta pessoa física, como distribuição de lucros.

A distribuição de lucros é um tipo de receita isenta de IRPF, ou seja, um valor que você vai receber, mas que não vai gerar valor a pagar na declaração anual de Imposto de Renda.

Com tantos benefícios, ficou mais fácil entender o que tem levado tantos psicólogos a tomar a decisão de abrir um CNPJ, não é mesmo?

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo: quanto um psicólogo PJ paga de imposto?

Você que chegou até aqui, já sabe que vale a pena abrir CNPJ para psicólogo. Mas, afinal, quanto um psicólogo PJ paga de imposto?

A pergunta acima é muito interessante, e diante dela, precisamos esclarecer que o valor que um psicólogo PJ paga de imposto, varia com base em fatores como:

  • Regime tributário;
  • Volume de faturamento;
  • Despesas com pró-labore e folha de pagamento;
  • Alíquota de ISS do seu município de atuação.

Quanto ao regime tributário, normalmente os psicólogos são tributados com base no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. Explicaremos na sequência, como esses regimes funcionam.

Simples Nacional para psicólogo

No Simples Nacional, os psicólogos pagam todos os seus impostos mensais em uma guia única, cujo valor é calculado sobre o faturamento, com base em uma alíquota inicial de 6%.

A regra utilizada para a apuração de impostos dos profissionais de psicologia optantes pelo Simples Nacional, é conhecida como fator R, e diz basicamente o seguinte:

  • Psicólogos optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em um valor que represente 28% ou mais do seu faturamento, devem recolher seus impostos com base nas alíquotas do Anexo III.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Psicólogos optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em um valor que represente menos de 28% do seu faturamento, devem recolher seus impostos com base nas alíquotas do Anexo V.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Além disso, é importante dizer, que devido a sistemática de cálculo e as deduções desse regime, a alíquota efetiva máxima com a qual um psicólogo pode precisar contribuir, não passa de 19,50% sobre o faturamento.

Lucro Presumido para psicólogo

Quando o Simples Nacional com a sua guia única de arrecadação não é a melhor opção em relação à economia de impostos, os psicólogos podem optar pelo Lucro Presumido.

No Lucro Presumido, a carga de impostos dos psicólogos pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento, observado o seguinte:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal: 2% a 5% sobre o faturamento.

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo e um dos benefícios que você pode obter é a economia de impostos, entre em contato conosco para saber mais e começar a economizar.

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo: psicólogo pode ser MEI?

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo: psicólogo pode ser MEI?

Após conferir a economia de impostos e outros benefícios interessantes, é hora de começar a pensar na abertura do seu CNPJ. Nessa etapa, uma dúvida muito comum que costuma surgir é a seguinte: “psicólogo pode ser MEI?”

O MEI é uma opção em tipo de empresa muito procurada por profissionais que decidem abrir um CNPJ. No entanto, o que nem todo mundo sabe, é que psicólogos não podem ser MEI.

Na prática, isso acontece, pois, a psicologia, assim como outras atividades de cunho liberal, não faz parte do rol de ocupações que são permitidas para os microempreendedores individuais.

Contudo, isso não deve ser motivo para desânimo, já que veremos no próximo tópico, que existem outras opções interessantes em tipo de CNPJ para psicólogo.

Qual o melhor tipo de CNPJ para psicólogo?

Dentre as melhores opções em tipo de CNPJ para psicólogo, podemos destacar:

SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: A SLU é uma natureza jurídica que surgiu com a publicação da Lei da Liberdade Econômica, e que dentre outras coisas, permite a abertura de empresas individuais de responsabilidade limitada.

Na empresa de responsabilidade limitada, o patrimônio pessoal do empreendedor fica separado do patrimônio da pessoa jurídica, e de possíveis dívidas que a empresa possa contrair.

Se você planeja abrir um CNPJ sem sócios, saiba que essa é a opção mais recomendada atualmente.

Sociedade Simples: A Sociedade Simples é uma natureza jurídica voltada para pessoas que desejam exercer uma atividade intelectual, de natureza científica, literária ou artística, como é o caso dos psicólogos.

Sendo assim, essa alternativa pode ser utilizada por dois ou mais psicólogos que desejam constituir uma sociedade, para desenvolver suas atividades profissionais como PJ.

Para saber mais e escolher o melhor tipo de CNPJ para os seus objetivos, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo: como abrir CNPJ para psicólogo?

Agora que você já sabe que vale a pena abrir CNPJ para psicólogo, é hora de conferir o passo a passo para colocar os seus planos em prática.

A boa notícia para você que chegou até aqui, é que ao contrário do que muitos pensam, abrir um CNPJ é algo fácil e rápido, ou seja, dentro de poucos dias, você pode ter o seu documento em mãos. Confira as orientações abaixo:

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é abrir CNPJ para psicólogo, a primeira coisa que o profissional precisa fazer é buscar o auxílio e orientação de um escritório de contabilidade, preferencialmente, que seja especializado na área da saúde.

O contador poderá esclarecer suas dúvidas sobre impostos e outros itens importantes, além de cuidar dos trâmites para abertura da sua PJ de psicologia e manter suas obrigações em dia com o fisco.

2.Separe a documentação necessária para abrir CNPJ para psicólogo

Logo após contratar um contador, o psicólogo precisa separar a documentação necessária para abertura do seu CNPJ, o que inclui itens básicos como:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Carnê IPTU ou Inscrição Imobiliária do consultório.

Dito isso, vale destacar que no caso de profissionais que não possuem consultório e desejam abrir um CNPJ para prestar serviços exclusivamente no estabelecimento de terceiros, como clínicas e hospitais, é possível registrar a empresa em uma sede virtual.

Em outras palavras, isso significa que você não precisa usar o seu endereço pessoal no CNPJ ou alugar uma sala comercial para tirar a documentação necessária para atuar como PJ.

Na prática, são esses e alguns outros detalhes, que demonstram o quanto é importante contratar os serviços de uma contabilidade especializada no seu tipo de atividade.

3.Escolha o melhor tipo de CNPJ para seus objetivos

Na sequência, você precisará conversar com o contador e apresentar os seus objetivos, para que possa ser definido o melhor tipo de CNPJ, ou seja, de natureza jurídica para suas necessidades.

Conforme destacamos anteriormente, as opções mais indicadas são a SLU – Sociedade Limitada Unipessoal (para quem não tem sócios) e a Sociedade Simples (para profissionais que possuem sócios).

4.Defina com o contador, o melhor regime tributário

Também será preciso definir em conjunto com o contador, o melhor regime tributário para a sua realidade, garantindo assim, que além de ter um CNPJ, você obtenha economia de impostos.

Conforme explicamos em um dos tópicos anteriores, as opções mais econômicas para psicólogos costumam ser o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Converse com o nosso time para que possamos montar o seu planejamento tributário e lhe explicar quanto você poderá economizar no pagamento de impostos.

5.Aguarde a emissão dos documentos da sua PJ de psicologia

Por fim, você só precisa aguardar alguns dias, enquanto o nosso time de especialistas cuida de todos os trâmites para abertura da sua PJ de psicologia, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Assim que toda documentação estiver em ordem, você poderá desenvolver suas atividades como psicólogo PJ e aproveitar todos os benefícios que citamos ao longo desse conteúdo. Não tenha dúvidas, de fato, vale a pena abrir CNPJ para psicólogo.

Vale a pena abrir CNPJ para psicólogo: quanto custa abrir CNPJ para psicólogo?

Você que chegou até aqui, já sabe que vale a pena abrir CNPJ para psicólogo e conferiu um passo a passo completo para obter esse documento. Mas, afinal, quanto custa abrir CNPJ para psicólogo?

No geral, o custo para abrir um CNPJ, é muito menor do que a maior parte das pessoas imagina, sendo composto por:

  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor cobrado pelos serviços da Junta Comercial do estado em que será constituído e registrado o CNPJ. Para quem não sabe, a Junta é uma espécie de cartório onde registra-se abertura de empresas.
  • Honorários do escritório de contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade que ficará responsável por cuidar de todos os trâmites de abertura e legalização da sua PJ de psicologia.
  • Aquisição de um certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e assinatura eletrônica de documentos.

Deseja saber mais e economizar na hora de abrir o seu CNPJ? Entre em contato conosco e conheça os nossos planos e condições diferenciadas para psicólogos.

Quanto tempo é necessário para abrir CNPJ para psicólogo?

Atualmente, o processo para abertura de CNPJs é digital, ou seja, os trâmites podem ser encaminhados e solucionados através da internet.

Sendo assim, quem escolhe uma contabilidade ágil, moderna e com os melhores processos, como a Contabiliza+, pode receber o seu CNPJ em apenas 48 horas.

É isso mesmo, você não vai precisar se preocupar com burocracia, e em pouco tempo, estará com os documentos da sua empresa em mãos.

Contabilidade para psicólogos é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um psicólogo precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida, CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade digital, com tecnologia de ponta e profissionais capacitados, que atende psicólogos de todas as partes do país. É hora de abrir o seu CNPJ e começar a economizar no pagamento de impostos!

Para saber mais, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Vale a pena abrir CNPJ para dentista?

Vale a pena abrir CNPJ para dentista?

Vale a pena abrir CNPJ para dentista? Quais os benefícios desta decisão? Como ficam os impostos? Essas são dúvidas comuns entre dentistas que estão avaliando uma possível abertura de CNPJ.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em dentistas e outros profissionais da área da saúde, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

Aqui você vai conferir tudo o que precisa saber sobre o CNPJ para dentistas, incluindo os benefícios que a decisão de atuar como PJ pode lhe garantir. Continue conosco até o final do artigo e tire todas as suas dúvidas de forma simples e objetiva.

Quais as vantagens do CNPJ para dentista?

É cada vez maior o número de dentistas que decidem abrir um CNPJ, e esse fenômeno tem como uma de suas explicações, a grande economia de impostos que essa decisão pode garantir.

De acordo com a legislação em vigor, dentistas autônomos, que prestam seus serviços como pessoa física, precisam recolher dois impostos: o Imposto de Renda e o ISS.

A alíquota do Imposto de Renda varia de acordo com o volume de faturamento do profissional, podendo chegar a 27,50% ao mês. Confira a tabela:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.112.00 Isento Isento
De 2.112,01 até 2.826,65 7,50% R$ 158,40
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 370,40
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 651,73
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 884,96

Já a alíquota de ISS (Imposto Sobre Serviços) pode variar chegar a 5%, a depender do seu município.

Por outro lado, os dentistas que buscam a orientação de uma contabilidade especializada e tomam a decisão de abrir um CNPJ, podem pagar apenas 6% em impostos mensais, por meio do Simples Nacional.

Como podemos observar, a economia de impostos por si só, já deixa claro que vale a pena abrir CNPJ para dentista. No entanto, ainda podemos comentar sobre outros benefícios, incluindo:

  • Lucro isento de IRPF: O lucro gerado durante o ano no seu CNPJ, pode ser transferido para a pessoa física como lucros e dividendos, tipo de receita que é isenta de Imposto de Renda.
  • Permissão para emitir notas fiscais: Ao regularizar suas atividades como PJ, você poderá emitir notas fiscais de prestação de serviços com facilidade.
  • Mais oportunidades de trabalho: Como pessoa jurídica, o dentista se habilita para prestar serviços em clínicas que preferem contratar profissionais na modalidade PJ.
  • Acesso a linhas de crédito: Com um CNPJ e uma conta bancária empresarial, você pode ter acesso a linhas especiais de crédito.
  • Economia no plano de saúde: A contratação de planos de saúde para proprietários de empresas e sua família costuma custar menos que a contratação como pessoa física.

Diante de todos os benefícios citados, não tenha mais dúvidas, vale a pena abrir CNPJ para dentista.

Vale a pena abrir CNPJ para dentista: quanto um dentista PJ paga de imposto?

Quanto um dentista PJ paga de imposto

O valor que um dentista PJ paga de imposto pode variar com base em uma série de fatores, incluindo o volume de faturamento do profissional e o regime tributário adotado por ele.

Quanto ao regime tributário, os dentistas que atuam como PJ, normalmente recolhem seus impostos no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. Na sequência, nós vamos detalhar o funcionamento desses regimes.

Simples Nacional para dentista

O Simples Nacional é um regime tributário onde os impostos são pagos em guia única mensal, cujo valor a pagar é apurado com base na aplicação de uma alíquota sobre o faturamento.

No caso dos dentistas, a determinação dessa alíquota, leva em consideração uma regra conhecida como fator r, que de forma resumida, diz o seguinte:

  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em um valor que represente 28% ou mais do seu faturamento, devem recolher seus impostos com base nas alíquotas do Anexo III.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em um valor que represente menos de 28% do seu faturamento, devem recolher seus impostos com base nas alíquotas do Anexo V.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Nesse regime, dentistas que faturam até R$ 180 mil por ano (média de R$ 15 mil por mês), são enquadrados na primeira faixa, cuja menor alíquota é de 6% sobre o faturamento.

Por sua vez, para aqueles que possuem faturamento maior, é preciso fazer as contas para identificar se não seria mais vantajoso optar pelo Lucro Presumido. Isso acontece, pois, a partir da segunda faixa do Simples, é preciso considerar a coluna “Valor a Deduzir”, o que reduz a alíquota efetiva a ser utilizada no cálculo.

Para que você compreenda melhor o que estamos querendo dizer, veja o exemplo abaixo:

  • Anexo: III
  • Faturamento últimos 12 meses: R$ 200.000,00
  • Faturamento no mês atual: R$ 25.000,00
  • Alíquota do Simples Nacional: 11,20%
  • Parcela a deduzir: R$ 9.360,00

[(R$ 200.000,00 x 11,20%) – R$ 9.360,00] / R$ 200.000,00

(R$ 22.400,00 – R$ 9.360,00) / R$ 200.000,00

R$ 13.040,00/ R$ 200.000,00

Alíquota Efetiva: 6,52%

Lucro Presumido para dentista

No Lucro Presumido os impostos não são pagos em guia única mensal. Além disso, não existem anexos ou regra do fator R e as alíquotas utilizadas são diferentes.

Em resumo, os dentistas que optam pelo Lucro Presumido, contribuem com as seguintes alíquotas:

  • Impostos Federais: 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal: 2% a 5% sobre o faturamento.

Sendo assim, caso você opte pela abertura do seu CNPJ no Lucro Presumido, a sua carga de impostos poderá variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal.

Na prática, sabemos que entender todos os detalhes do cálculo de impostos pode não ser fácil. Por isso, contamos com um time de especialistas altamente treinado para lhe ajudar a fazer a escolha mais econômica, e assim pagar o menor volume possível de impostos.

Por enquanto, o mais importante, é que você saiba que o dentista que atua como pessoa jurídica (PJ) pode pagar menos impostos.

Qual o melhor tipo de CNPJ para dentista?

Você já sabe que vale a pena abrir CNPJ para dentista e que essa decisão pode lhe garantir uma excelente economia mensal de impostos. Mas, afinal, qual o melhor tipo de CNPJ para dentista?

Dentistas que desejam atuar como PJ, possuem diferentes opções em tipo de CNPJ à sua disposição, dentre as quais, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa individualmente, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa com outros dentistas ou mesmo, com profissionais que não são da área odontológica.
  • Sociedade Simples: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa com outros dentistas.

Não se preocupe, o time de especialistas em contabilidade para dentistas da Contabiliza+, está preparado para lhe indicar a melhor alternativa para os seus objetivos.

Dentista pode ser MEI?

Quando o objetivo é abrir CNPJ para dentista, muitos questionam se dentistas podem ser MEI (Microempreendedores Individuais).

Em meio a esse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que de acordo com a legislação em vigor, dentistas não podem ser MEI. Na prática, isso acontece, pois, a odontologia não foi contemplada no rol de ocupações permitidas para microempreendedores individuais.

Por sua vez, a explicação para o fato da odontologia não fazer parte da lista de atividades permitidas para o MEI, reside no fato dessa ser uma profissão de nível superior, regulada por lei e conselho de classe, enquanto o MEI é voltado para facilitar a abertura de CNPJ para empreendedores informais.

No entanto, como já detalhamos anteriormente, existem outros tipos de CNPJ para dentista. Sendo assim, a vedação quanto a abrir uma empresa como MEI, não deve ser motivo para preocupação.

Como abrir CNPJ para dentista?

A decisão de abrir CNPJ para dentista pode ser muito mais fácil do que você imagina, e para lhe orientar quanto a isso, o nosso time de especialistas decidiu preparar um passo a passo completo.

1.Contrate uma contabilidade especializada

Quando o objetivo é abrir CNPJ para dentista, a primeira coisa que o empreendedor precisa fazer é buscar a assessoria e orientação de uma contabilidade especializada.

O contador é o profissional mais indicado para esclarecer dúvidas a respeito dos trâmites para abertura de empresas, bem como, para fornecer suporte para que profissionais que desejam atuar como PJ consigam pagar menos impostos.

Além disso, cabe ao contador, a responsabilidade de manter todas as obrigações fiscais e contábeis dos seus clientes em dia com o fisco.

Você que chegou até aqui, já sabe que vale a pena abrir CNPJ para dentista. Portanto, não perca mais tempo, entre em contato conosco e conte com o nosso time.

2.Separe a documentação necessária para abrir CNPJ para dentista

Logo após contratar a assessoria de um escritório de contabilidade, você precisará separar a documentação necessária para abertura da sua PJ de odontologia, o que inclui:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Carnê IPTU ou Inscrição Imobiliária do consultório.

Importante: Você não precisa necessariamente ter um consultório próprio para abrir o seu CNPJ. Quando o dentista pretende prestar serviços exclusivamente no estabelecimento de terceiros, como clínicas odontológicas, é possível abrir o CNPJ com um endereço virtual ou residencial.

3.Escolha o melhor tipo de CNPJ para seus objetivos

Após a organização da documentação necessária para abertura do CNPJ, será preciso definir com o contador o melhor tipo de CNPJ para os seus objetivos profissionais.

Conforme explicamos anteriormente, as alternativas são as seguintes:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa individualmente, ou seja, sem sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa com outros dentistas ou mesmo, com profissionais que não são da área odontológica.
  • Sociedade Simples: Opção para dentistas que desejam abrir uma empresa com outros dentistas.

4.Defina com o contador, o melhor regime tributário

Logo em seguida, o contador precisará fazer os cálculos, analisar todas as variáveis envolvidas e indicar o regime tributário mais econômico para sua realidade.

Conforme explicamos anteriormente, os dentistas que desejam abrir um CNPJ, podem recolher seus impostos em regimes de tributação como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

No Simples Nacional a tributação pode iniciar em apenas 6% enquanto no Lucro Presumido, ela pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento.

Tenha a certeza de fazer as melhores escolhas ao abrir o seu CNPJ. Conte com o apoio do time de especialistas da Contabiliza+, sua contabilidade especializada em dentistas.

5.Aguarde a emissão dos documentos da sua PJ de odontologia

Após contratar um contador, separar os documentos necessários e com a orientação do profissional de contabilidade, definir o melhor tipo de CNPJ e regime tributário, tudo que o dentista precisa fazer é aguardar alguns dias.

Nessa etapa, o contador providenciará o registro e regularização da PJ de odontologia, incluindo a emissão dos seguintes documentos:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Por fim, lembre-se de solicitar o registro da sua empresa no CRO – Conselho Regional de Odontologia, para que a mesma receba autorização para desenvolver suas atividades de forma regular.

Para ingressar com o pedido de registro da sua PJ de odontologia no CRO, você precisará dos seguintes documentos:

  • 01 via de requerimento de inscrição, totalmente preenchido e assinado;
  • Cópia simples do contrato constitutivo e/ou estatuto, alterações e/ou atas (registrados);
  • Cópia simples da licença ou do protocolo de funcionamento da prefeitura;
  • Cópia simples do cartão CNPJ ou protocolo;
  • Declaração de responsabilidade técnica;
  • Cópia simples da cédula CRO ou RG e CPF dos sócios (diretores), responsável técnico e administrativo;
  • Cópia do contrato de trabalho do responsável técnico, no caso de todos os sócios forem pessoas leigas.

Caso você precise de suporte e orientação nessa fase, não se preocupe, pois nós também estaremos disponíveis para lhe oferecer toda assessoria necessária.

Quanto custa abrir CNPJ para dentista?

Você que chegou até aqui, já sabe que vale a pena abrir CNPJ para dentistas, esclareceu dúvidas sobre impostos e conferiu o passo a passo para abertura da sua PJ de odontologia.

Sendo assim, é hora de conhecer os custos com a abertura de um CNPJ. A boa notícia, é que eles são menores do que a maior parte dos profissionais acredita. Sendo, portanto, um investimento pago em pouco tempo, com a economia de impostos.

Basicamente, você precisa levar os seguintes itens em consideração:

  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor cobrado pela Junta Comercial do Estado para registrar o pedido de abertura da sua empresa.
  • Honorários da contabilidade: Valor que precisa ser pago ao contador que ficará responsável por conduzir os trâmites de abertura do CNPJ.
  • Certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado para trocar informações com o fisco e assinar documentos digitalmente.
  • Registro no CRO: Taxa cobrada pelo Conselho Regional de Odontologia, para registrar a sua empresa e autorizar o funcionamento regular da mesma.

Para saber mais sobre o assunto, obter um orçamento detalhado e abrir o seu CNPJ de forma ágil, econômica e sem burocracia. Clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Contabilidade para dentistas é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um dentista precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende dentistas, clínicas e consultórios odontológicos de todas as partes do país, levando sempre o que há de melhor para os nossos clientes.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital;
  • Suporte no credenciamento junto aos convênios.

Somos uma contabilidade moderna, feita por pessoas altamente capacitadas e treinada para atender você da melhor forma possível.

Com o nosso apoio, você pode se dedicar à sua profissão, enquanto tem a certeza de que existem especialistas na área contábil, trabalhando diariamente para manter todas as suas obrigações em dia com o fisco, e garantir que você economize de verdade no pagamento de impostos.

Clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco para saber mais!

 

Como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos?

Como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos?

Como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos? Essa é uma dúvida muito comum entre os produtores digitais que desejam manter todas as suas obrigações em dia com o fisco.

Como uma contabilidade especializada em negócios digitais, aqui na Contabiliza+, nós recebemos muitos contatos de infoprodutores com dúvidas do tipo:

  • Como emitir nota fiscal na venda de e-books?
  • Como emitir nota fiscal na venda de cursos?
  • Qual tipo de nota fiscal devo emitir?
  • Quanto vou pagar de imposto ao emitir notas fiscais?

Levando essa demanda em consideração, o nosso time de especialistas decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto, onde você terá a oportunidade de tirar de uma vez, todas suas dúvidas com relação a emissão de notas fiscais. Vale a pena conferir!

É preciso emitir nota fiscal na venda de infoprodutos?

Não tenha dúvidas, ao vender infoprodutos, você precisa emitir nota fiscal para manter suas obrigações em dia com o fisco.

A emissão de notas fiscais é uma obrigatoriedade que está prevista na Lei 8.846/94, que dentre outras coisas, diz o seguinte:

“Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.”

Observe que a legislação em questão diz que a emissão de notas fiscais deve ser efetuada na venda de mercadorias e na prestação de serviços. Diante disso, é preciso destacar que por mais que sejam digitais, e-books e cursos online, são tipos de produtos e serviços.

Por sua vez, a Lei 8.137/90, estipula penalidades severas para aqueles que deixam de emitir notas fiscais na venda de mercadorias ou prestação de serviços. Veja:

Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:

…V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação

Pena – reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.”

Sendo assim, não tenha mais dúvidas, você precisa emitir nota fiscal na venda de infoprodutos.

Quanto o infoprodutor paga de imposto ao emitir nota fiscal na venda de e-books

O valor que o infoprodutor paga de imposto ao emitir nota fiscal na venda de e-books, varia em função de fatores como o seu regime tributário e volume de faturamento.

Na sequência, nós vamos explicar como funciona a tributação para venda de e-books no Simples Nacional e no Lucro Presumido, tendo em vista que esses são os regimes mais utilizados pelos produtores digitais.

Tributação para venda de e-books no Simples Nacional

No Simples Nacional, a venda de e-books é tributada no Anexo I, com alíquota a partir de 4% sobre o faturamento mensal.

Anexo I

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 11,12% sobre o faturamento.

No entanto, ao escolher uma contabilidade especializada e que esteja preparada para lhe ajudar a aproveitar a isenção de ICMS para venda de e-books, a alíquota de contribuição pode ser ainda menor.

Tributação para venda de e-books no Lucro Presumido

No Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de e-books, pode ser de apenas 2,28%, sobre o faturamento, quando são aproveitadas as isenções de PIS/COFINS e ICMS sobre esse tipo de produto digital.

Contar com o apoio de uma assessoria contábil especializada, é o segredo para manter suas obrigações em dia com o fisco, pagando o menor volume possível de impostos ao emitir suas notas fiscais.

Quanto o infoprodutor paga de imposto ao emitir nota fiscal na venda de cursos e mentorias

A tributação na emissão de nota fiscal relacionada a venda de cursos e mentorias, também varia de acordo com fatores como o regime tributário adotado e o volume de faturamento do empreendedor digital.

Na sequência, vamos apresentar as alíquotas aplicáveis no Simples Nacional e no Lucro Presumido.

Tributação para venda de cursos e mentorias no Simples Nacional

A tributação de cursos e mentorias no Simples Nacional, é baseada no Anexo III, com alíquota a partir de 6% sobre o faturamento.

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,50% sobre o faturamento.

Tributação para venda de cursos e mentorias no Lucro Presumido

Por sua vez, no Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de cursos e mentorias, pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do infoprodutor.

Neste caso, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Somam uma alíquota fixa de 11,33%;
  • Imposto Municipal (ISS): Pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

Não se preocupe, com o suporte do time de especialistas da Contabiliza+, além de emitir notas fiscais para manter suas obrigações em dia com o fisco, você vai conseguir pagar o menor volume possível de impostos na venda de infoprodutos.

Qual tipo de nota fiscal emitir na venda de infoprodutos?

O tipo de nota fiscal que você deverá emitir na venda de infoprodutos vai variar de acordo com o tipo de produto digital vendido.

  • Nota fiscal na venda de e-books: Os e-books são livros digitais, ou seja, um tipo de produto. Sendo assim, a nota fiscal a ser emitida é a NFe – Nota Fiscal Eletrônica.
  • Nota fiscal na venda de cursos e mentorias: Os cursos e mentorias são prestações de serviços. Sendo assim, a nota fiscal a ser emitida é a NFSe – Nota Fiscal Eletrônica de Prestação de Serviços.

Além disso, vale destacar que não basta emitir apenas uma nota fiscal por mês, o correto é emitir uma nota fiscal para cada cliente, ou seja, para cada venda realizada.

Qual o risco de não emitir nota fiscal na venda de infoprodutos

Quem não emite nota fiscal na venda de infoprodutos está cometendo um ato de sonegação fiscal, que através de cruzamentos de dados serão identificados pelo fisco.

Uma das ferramentas que o fisco possui para identificar infoprodutores que não emitem todas as notas fiscais que deveriam é a DIMP – Declaração de Informações de Meios de Pagamentos.

A DIMP é uma obrigação acessória regulamentada pelo Convênio ICMS 134/2016 e pelo Ato Cotepe ICMS 65/2018, que obriga todas as plataformas que intermediam a venda de produtos digitais, incluindo Hotmart, Eduzz, Monetizze, Kiwify, dentre outras, a informar mensalmente o volume de vendas dos infoprodutores.

Sendo assim, se a plataforma informar ao fisco que você vendeu R$ 100 mil, mas o mesmo montante não foi identificado em notas fiscais emitidas, penalidades poderão ser aplicadas, dentre elas, a cobrança de multas significativas.

Além disso, o infoprodutor pode ter o seu CNPJ suspenso e responder judicialmente por crime de sonegação fiscal e crime contra a ordem tributária.

Como emitir nota fiscal na venda de e-books?

Para começar a emitir nota fiscal na venda de e-books, você precisará seguir as orientações do passo a passo abaixo:

  1. Contrate uma contabilidade: Contrate os serviços de uma assessoria contábil especializada em negócios digitais, para cuidar dos trâmites de abertura do seu CNPJ e emissão da Inscrição Estadual.
  2. Adquira um certificado digital: Adquira um certificado digital para validar e emitir as notas fiscais.
  3. Assine um software emissor de notas fiscais: Assine um software emissor de notas fiscais, preferencialmente, que tenha integração com a plataforma que você utiliza para hospedar e vender seus infoprodutos.

Como emitir nota fiscal na venda de cursos e mentorias?

Agora é hora de conferir o passo a passo para emitir nota fiscal na venda de cursos e mentorias:

  1. Contrate uma contabilidade: Contrate os serviços de uma assessoria contábil especializada em negócios digitais, para cuidar dos trâmites de abertura do seu CNPJ e emissão da Inscrição Municipal.
  2. Obtenha permissão para emitir notas fiscais: Após a emissão da sua Inscrição Municipal, a contabilidade providenciará junto a Prefeitura, o seu acesso ao sistema emissor de notas fiscais de prestação de serviços
  3. Escolha o sistema emissor de notas fiscais: Caso o seu volume de vendas seja pequeno, pode ser viável emitir as notas fiscais gratuitamente através do site da prefeitura. Por sua vez, caso o volume de vendas seja grande, assinar um emissor integrado a plataforma de vendas será mais interessante.

Se você tem dúvidas e não sabe como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos, não se preocupe, entre em contato conosco e fale com nossos especialistas.

Infoprodutor ou afiliado: quem emite nota fiscal na venda de infoprodutos

Uma dúvida muito comum dentro do tema emitir nota fiscal na venda de infoprodutos é a responsabilidade pela emissão de notas fiscais em vendas intermediadas por afiliados.

Afinal, na venda de infoprodutos realizadas por afiliados, de quem é a responsabilidade pela emissão das notas fiscais?

Neste caso, funciona da seguinte forma:

  • Infoprodutor: Emite a nota fiscal no valor total do produto ou serviço, em nome do cliente, ou seja, do comprador.
  • Afiliado: Emite uma nota fiscal de prestação de serviços, tendo como cliente o infoprodutor. Essa nota deve ter o valor da comissão recebida pela intermediação da venda.

Na prática, o afiliado atua como uma espécie de representante comercial, ou seja, um prestador de serviços que trabalha para o infoprodutor em troca de um percentual de comissionamento sobre as vendas que acontecem com sua intermediação.

Como emitir nota fiscal na venda de infoprodutos com parceria de coprodução

É muito comum que os infoprodutores comercializem cursos, e-books e mentorias por meio de parcerias de coprodução.

Nas parcerias de coprodução, temos duas partes, o infoprodutor e o coprodutor, cada qual, com um percentual pré-estabelecido das vendas.

Neste tipo de situação, o ideal é que cada parte fique responsável por emitir o montante de notas fiscais relativas à sua participação. Vamos a um exemplo básico para facilitar a sua compreensão.

Considerando que o infoprodutor tem direito a 70% das vendas, o coprodutor a 30% das vendas e foram realizadas 100 vendas em determinado mês, basta que:

  • O infoprodutor fique responsável por emitir 70 notas fiscais;
  • O coprodutor fique responsável por emitir 30 notas fiscais.

Ferramentas que são utilizadas para automatizar a emissão de notas fiscais na venda de infoprodutos, como é o caso do eNotas, já oferecem parâmetros que permitem configurar esse tipo de rateio na emissão das NFs.

Além disso, vale destacar que para facilitar o nosso exemplo, consideramos a venda de 100 produtos digitais com o mesmo valor. No entanto, alguns emissores conseguem fazer esse tipo de rateio mesmo quando existem vendas com valores diferentes.

Outra possibilidade, que pode ser estudada com o apoio de um contador especializado, é a estruturação de uma SPE – Sociedade de Propósito Específico, entre o infoprodutor e o coprodutor.

A SPE permite que dois CNPJs atuem em uma espécie de consórcio ou parceria para atingir um mesmo propósito, que neste caso, é a venda de infoprodutos.

Como abrir CNPJ e começar a emitir nota fiscal na venda de infoprodutos [passo a passo]

Como abrir CNPJ e começar a emitir nota fiscal na venda de infoprodutos [passo a passo]

Para abrir o seu CNPJ e começar a emitir nota fiscal na venda de infoprodutos, siga as orientações do passo a passo abaixo:

1.Contrate uma contabilidade especializada

Para abrir o seu CNPJ, você precisará contratar um contador de preferência, que tenha especialização em negócios digitais.

O contador poderá esclarecer uma série de dúvidas importantes, cuidará dos trâmites para abertura do seu CNPJ, manterá suas obrigações em dia com o fisco e lhe ajudará a pagar menos impostos.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós atendemos infoprodutores, coprodutores e afiliados de todas as partes do país, pois além de ser uma contabilidade digital, conhecemos todos os detalhes desse mercado.

Contar com o suporte e assessoria de uma contabilidade especializada, que conhece todas as particularidades desse tipo de mercado, é essencial para que você consiga pagar menos impostos e ao mesmo tempo, evitar problemas com o fisco.

2.Separe os documentos necessários

Por sua vez, logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

Importante: Caso você não tenha um endereço comercial para registrar o seu CNPJ, você pode registrar a sua empresa em nossa sede virtual. Não use o seu endereço residencial no CNPJ.

Utilizar o endereço comercial de uma sede virtual, preservará o seu endereço residencial e transmitirá maior credibilidade para os clientes. Entre em contato conosco para saber mais sobre essa possibilidade.

3.Escolha o tipo de CNPJ

Com a orientação da contabilidade, você precisará escolher o tipo de CNPJ mais adequado para os seus objetivos. Dentre as possibilidades, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Para infoprodutores que desejam abrir um CNPJ individual, ou seja, sem dividir direitos e responsabilidades com terceiros.
  • Sociedade Empresária Limitada: Para infoprodutores que desejam abrir um CNPJ em sociedade com terceiros.

Não se preocupe com esse tipo de particularidade, pois o nosso time de especialistas saberá indicar a opção mais adequada para os seus objetivos de negócios com a venda de infoprodutos.

4.Aguarde a abertura da sua empresa

Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto o nosso time cuida da abertura e legalização da sua empresa para venda de infoprodutos, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão o CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura;
  • Liberação da permissão para emissão de notas fiscais.

Assim que tudo estiver em ordem, você poderá emitir nota fiscal na venda de infoprodutos, agindo dentro da lei, e evitando problemas com o fisco.

Contabilidade para infoprodutor: conheça a Contabiliza+

A Contabiliza+ é uma contabilidade digital que atende infoprodutores de todas as partes do país. Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura do seu CNPJ de forma digital.

Para saber mais sobre nossos serviços, emitir nota fiscal e pagar menos impostos na venda de infoprodutos, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Quando e como migrar de MEI para ME

Quando e como migrar de MEI para ME

Migrar de MEI para ME, é uma decisão importante, que precisa ser tomada no tempo certo, para que você consiga se libertar de restrições que podem impedir o crescimento dos seus negócios, e ao mesmo tempo, evitar problemas com o fisco.

Partindo desse princípio e com a consciência de que podem surgir muitas dúvidas durante esse processo de transição, a Contabiliza+ decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto, com absolutamente tudo o que você precisa saber sobre o tema.

Aqui você vai conferir todos os itens que tornam a decisão de migrar de MEI para ME obrigatória, além de ter a oportunidade de compreender como funciona o processo de migração e o que acontece depois que a sua empresa se torna uma ME.

Para saber mais e conferir o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe esse artigo até o final.

O que é MEI?

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, um tipo de empresa que surgiu por meio da Lei Complementar 128/08, e que desde então, se destacou pelos benefícios que pode oferecer, dentre eles:

  • Processo de abertura da empresa simplificado;
  • Pagamento de impostos em valor fixo e reduzido;
  • Pagamento de impostos em guia única mensal;
  • Acesso do empreendedor a Previdência Social;
  • Permissão para emissão de notas fiscais;
  • Dentre outros benefícios importantes.

No entanto, é preciso destacar que apesar dos benefícios, o MEI possui algumas limitações, e dentre outras coisas, não pode ter mais de um funcionário ou faturar mais que R$ 81 mil por ano, ou seja, cerca de R$ 6.750,00 por mês.

Sendo assim, em dado momento, o microempreendedor individual precisa buscar suporte e orientação especializada para migrar de MEI para ME.

O que é ME?

ME é a sigla para Microempresa, um porte empresarial que contempla empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil.

A legislação oferece uma série de benefícios para as microempresas, como por exemplo, a possibilidade de recolher impostos no Simples Nacional e a preferência em caso de empate em licitações públicas.

Migrar de MEI para ME é o caminho natural para quem está expandindo os seus negócios, e que dentre outras coisas, precisa contratar mais funcionários, pretende abrir filiais ou está bem próximo de ultrapassar o limite de faturamento do MEI.

Quando migrar de MEI para ME?

O microempreendedor individual pode migrar de MEI para ME a qualquer momento, por livre e espontânea vontade, ou então, aguardar até que se torne obrigado a tomar essa decisão em função de um dos fatores que vamos apresentar abaixo.

1.Excesso de faturamento

Um dos principais motivos para migrar de MEI para ME é o excesso de faturamento, que acontece quando a empresa ultrapassa a marca de R$ 81 mil em faturamento anual.

Para saber se a sua empresa ultrapassou o limite de faturamento, faça o seguinte:

  • Faça uma som de todas as receitas de janeiro a dezembro e veja se o resultado é maior que R$ 81 mil.

 

  • No primeiro ano de atividade, considere um limite de faturamento proporcional, ou seja, se a sua empresa iniciou as atividades no dia primeiro de abril, ela terá um limite de faturamento proporcional a 9 meses, durante o primeiro ano, ou seja R$ 60.750,00.

Dito isso, a regra que torna obrigatório migrar de MEI para ME por excesso de faturamento diz o seguinte:

  • Excesso de faturamento de até 20%: Quando o MEI ultrapassa o limite em até 20%, ou seja, fatura R$ 97.200,00 dentro do mesmo ano, o desenquadramento ocorre a partir do dia primeiro de janeiro do ano seguinte.

 

  • Excesso de faturamento em mais de 20%: Quando o MEI ultrapassa o limite de faturamento em mais de 20%, o desenquadramento é retroativo ao mês de janeiro do ano em questão.

O ideal é monitorar o limite de faturamento para fazer o desenquadramento no tempo certo, já que ao ultrapassar em mais de 20% o limite, é preciso arcar com uma carga considerável de impostos retroativos.

2.Abertura de filiais

Outro motivo muito comum para migrar de MEI para ME, é o desejo de investir na abertura de filiais, como estratégia para expandir os negócios.

Tem muita gente que não sabe, mas de acordo com a legislação em vigor, o MEI é um tipo de empresa de estabelecimento único, ou seja, que não pode ter filiais.

Sendo assim, se você está planejando abrir uma ou mais filiais, mesmo que dentro da mesma cidade, saiba que você primeiramente precisará migrar para ME.

3.Contratação de mais funcionários

O MEI é uma opção que oferece muita facilidade no processo de abertura e flexibilidade no que diz respeito à economia com o pagamento de impostos. No entanto, em contrapartida, esse tipo de empresa possui limitações incompatíveis com o crescimento dos negócios.

De acordo com a legislação em vigor, quem é MEI só pode manter um funcionário, e além disso, esse colaborador não pode receber um salário maior que o piso salarial da sua categoria profissional.

O primeiro grande problema dessa limitação, é que empresas em crescimento precisam de mais funcionários e o segundo, é que um salário muito baixo, é difícil encontrar e manter bons colaboradores.

Sendo assim, se você pretende contratar mais funcionários ou começar a oferecer uma remuneração mais atrativa, não tenha dúvidas, será preciso migrar de MEI para ME.

4.Participação em outros negócios

Talvez você não saiba, mas de acordo com a legislação em vigor, quem é MEI também não pode:

  • Abrir outras empresas;
  • Ser sócio em outros negócios;
  • Incluir sócios na sua própria empresa.

Em todos os casos listados, saiba que é preciso migrar de MEI para ME para se ver livre de limitações e expandir suas atividades no meio empresarial.

5.Desenvolvimento de atividades não permitidas

Por fim, é importante destacar que existem atividades que não são permitidas no MEI, como por exemplo, a medicina, a engenharia, a arquitetura, a advocacia, a odontologia, dentre outras.

Na prática, existe uma lista de atividades permitidas para microempreendedores individuais. Sendo assim, se você pretende desenvolver qualquer atividade que não faça parte dessa lista, primeiramente, será preciso migrar de MEI para ME.

Como migrar de MEI para ME?

Como migrar de MEI para ME?

Você que chegou até aqui já sabe como migrar de MEI para ME. Mas afinal, como funciona o trâmite para sair da condição de microempreendedor individual para se transformar em microempresa?

Muitos acreditam que migrar de MEI para ME é um processo burocrático e de alto custo, quando na prática, são apenas alguns passos. Confira!

1.Contratação de um serviço de contabilidade

Quando o objetivo é migrar de MEI para ME, a primeira coisa que o microempreendedor precisa fazer é contratar um serviço de contabilidade.

O contador é o profissional habilitado para fornecer todas as orientações necessárias e cuidar dos trâmites para alteração da empresa para a condição de ME.

Partindo desse princípio, se você ainda não possui um escritório de contabilidade para lhe fornecer a assessoria necessária, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

2.Solicitação de desenquadramento no portal do MEI

Na sequência, a contabilidade precisará transmitir um comunicado de desenquadramento através do Portal do MEI, notificando ao fisco, que a sua empresa deixará de ser MEI para se tornar uma ME.

Nesta etapa, o contador precisará:

  • Informar ao fisco o motivo do desenquadramento do MEI;
  • Enviar uma declaração, relatando quanto a empresa faturou durante o último ano.

3.Comunicação do desenquadramento na Junta Comercial

Após oficializar a comunicação de desenquadramento no Portal do MEI, a contabilidade precisará enquadrar a empresa na condição de ME.

Nesta etapa, o contador preencherá um formulário de desenquadramento e precisará elaborar um contrato social. Os documentos em questão vão precisar ser assinados pelo empresário, e na sequência registrado na Junta Comercial do Estado.

Com o registro das alterações na Junta Comercial, a empresa será oficialmente uma ME – Microempresa.

4.Atualização do cadastro da empresa no Estado e Prefeitura

Para finalizar o processo de transição, a contabilidade providenciará a atualização do cadastro da empresa perante a Prefeitura e Secretaria Estadual de Fazenda.

A atualização cadastral em todos os níveis da administração pública é fundamental para evitar possíveis problemas com o fisco no futuro.

Não se preocupe, enquanto a contabilidade migra a empresa de MEI para ME, você pode continuar desenvolvendo suas atividades, e mantendo o foco nos negócios. O processo é rápido e a parte burocrática fica por conta do contador.

O que muda após migrar de MEI para ME?

Após migrar de MEI para ME, você não precisará mais se preocupar com as restrições típicas do Microempreendedor Individual, dentre elas:

  • Limite anual de faturamento;
  • Vedação para desenvolver outras atividades;
  • Limite para contratação de funcionários;
  • Vedação a abertura de outras empresas e filiais;
  • Vedação para ter sócios nesse ou em outros negócios.

Em contrapartida, a forma com a qual você recolherá seus impostos mudará, e como uma empresa de maior porte, com mais obrigações para cumprir, você precisará da assessoria de um escritório de contabilidade.

Quanto você vai pagar de imposto após migrar de MEI para ME

O valor que você vai pagar de imposto após migrar de MEI para ME pode variar em função de alguns fatores, dentre os quais, podemos destacar:

  • Volume de faturamento da empresa;
  • Tipo de atividade desenvolvida;
  • Valor das despesas com folha de pagamento;
  • Regime tributário adotado.

Quanto ao regime tributário, vão existir três opções:

  • Simples Nacional: Regime tributário que pode ser utilizado por empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, e que se destaca pelo recolhimento de impostos em guia única mensal sobre o faturamento.

 

  • Lucro Presumido: Regime tributário que pode ser utilizado por empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, e que em algumas situações, consegue ser mais econômico que o Simples Nacional.

 

  • Lucro Real: Regime tributário obrigatório para empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões e opcional para as demais, que por sua vez, se mostra econômico para negócios, cuja margem de lucro é reduzida.

Escolher entre as opções pode parecer uma decisão difícil. No entanto, a boa notícia é que o time da Contabiliza+ está preparado para montar um planejamento fiscal que lhe ajude a pagar o menor volume possível de impostos.

Não tenha dúvidas, além de migrar de MEI para ME de forma descomplicada, quem conta com os nossos serviços pode garantir economia no pagamento de impostos.

Quanto custa migrar de MEI para ME?

Muitos empreendedores acreditam que migrar de MEI para ME envolve um alto custo, quando na prática, o investimento é reduzido, e inclui apenas os seguintes itens:

  • Honorários da contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade que ficará responsável por conduzir os trâmites de transformação e migração da empresa.

 

  • Taxa da Junta Comercial: Taxa cobrada pela Junta Comercial do Estado para registrar a alteração cadastral da empresa, oficializando a mesma.

Não se preocupe, com custos, aqui na Contabiliza+, você encontra condições diferenciadas e facilitadas para migrar de MEI para ME. Entre em contato conosco para saber mais!

O que acontece se você não migrar de MEI para ME?

Se após deixar de atender os requisitos para continuar atuando como microempreendedor individual, você não migrar de MEI para ME, será preciso arcar com consequências, dentre as quais, precisamos destacar:

1.Pagamento de impostos retroativos

Com o objetivo de pagar menos impostos, alguns empreendedores decidem permanecer no MEI, até que venham a ser desenquadrados de ofício pelo fisco.

O grande problema, é que quando isso acontece, a Receita Federal pode cobrar até 5 anos de impostos retroativos, gerando uma enorme dívida e bola de neve em seu nome.

Em muitos casos, quando a notificação e o valor da dívida chegam, o empreendedor precisa contratar empréstimos ou se desfazer de bens para acertar as contas com o fisco.

Vale destacar, que mesmo que você opte por encerrar o CNPJ, a dívida ficará vinculada ao seu CPF, e poderá ser cobrada judicialmente pelo fisco.

2.Suspensão do CNPJ e Alvará da empresa

Outra possível consequência que o empreendedor pode enfrentar ao não migrar de MEI para ME no tempo certo é a suspensão do CNPJ e Alvará de Funcionamento.

Com a documentação da empresa suspensa, e sem autorização para desenvolver suas atividades, será ainda mais difícil gerar receitas a fim de fazer o acerto de contas com o fisco.

3.Aplicação de juros e multas

Por fim, é importante alertar que o fisco pode cobrar multas em função do descumprimento do que está previsto na legislação em vigor, além de cobrar juros sobre impostos retroativos devidos.

Diante das consequências, não tenha dúvidas, migrar de MEI para ME no tempo certo é uma decisão muito importante, necessária e assertiva.

Migrar de MEI para ME com a Contabiliza+

Se você é um Microempreendedor Individual (MEI) em busca de ampliar seus negócios e se manter em dia com o fisco, a decisão de migrar para Microempresa (ME) é o seu próximo passo.

A Contabiliza+ está aqui para simplificar essa transição, oferecendo suporte especializado e benefícios exclusivos para impulsionar o crescimento do seu negócio.

Por que migrar para ME com a Contabiliza+

Confira alguns motivos para migrar de MEI para ME com o nosso apoio e suporte:

Aconselhamento especializado:

  • Nossa equipe de contadores está pronta para orientá-lo em cada etapa da transição. Desde a análise inicial até a conclusão do processo, oferecemos suporte personalizado para garantir que você tome decisões assertivas.

Economia de impostos:

  • A Contabiliza+ otimizará sua estrutura tributária, garantindo que você aproveite ao máximo as vantagens fiscais disponíveis para microempresas, o que pode resultar em economias substanciais de impostos.

Ampliação das oportunidades de negócios:

  • Ao se tornar uma microempresa, você ganha flexibilidade para participar de negócios que muitas vezes não estão disponíveis para MEIs.

Gestão financeira:

  • Uma estrutura empresarial robusta permite uma gestão financeira mais eficiente. A Contabiliza+ oferece ferramentas para ajudá-lo a tomar decisões de forma assertiva, controlar despesas e otimizar seus recursos financeiros.

Acesso facilitado a crédito:

  • Como microempresa, você ganha maior acesso a opções de financiamento e linhas de crédito. A Contabiliza+ auxilia na preparação de relatórios financeiros para que você consiga obter crédito no mercado.

Conformidade legal:

  • A Contabiliza+ garante que todos os aspectos legais sejam tratados de maneira eficiente, evitando preocupações e permitindo que você foque no crescimento do seu negócio.

Migrar de MEI para ME com a Contabiliza+ pode ser muito mais fácil do que você imagina, clique no botão do WhatsApp ou ligue no 67 9839-6630 e fale com o nosso time.

  • Receba um plano personalizado para a transição, incluindo detalhes sobre impostos, documentação necessária e os passos práticos a serem seguidos. Estamos aqui para garantir uma mudança tranquila e sem complicações.

 

  • Após o processo de migração, vamos continuar lhe fornecendo suporte contábil. Afinal, estamos comprometidos em ser seu parceiro de confiança, garantindo que sua empresa opere de maneira eficiente e em conformidade total com as normas da legislação em vigor.

Como uma contabilidade moderna e digital, nós atendemos e fornecemos assessoria para empresas de todas as partes do país!

Tributação para infoprodutores: como pagar menos impostos?

Tributação para infoprodutores: como pagar menos impostos?

Você sabe como funciona a tributação para infoprodutores e o que é possível fazer para pagar menos impostos? Essa é uma dúvida comum entre produtores digitais de todas as partes do país.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em negócios digitais, decidiu preparar um conteúdo completo sobre o assunto.

O nosso objetivo com esse artigo, é ajudar você a manter suas obrigações em dia com o fisco, e ao mesmo tempo, pagar o menor volume possível em impostos. Vale a pena conferir!

Como funciona a tributação para infoprodutores na pessoa física

De acordo com a legislação em vigor, os infoprodutores que atuam como pessoa física, ou seja, que não possuem CNPJ, precisam preencher mensalmente o carnê leão, e com isso, recolher até 27,50% em imposto de renda sobre seus rendimentos.

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.112.00 Isento Isento
De 2.112,01 até 2.826,65 7,50% R$ 158,40
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 370,40
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 651,73
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 884,96

Esse é um dos formatos mais onerosos de tributação, e além disso, o infoprodutor acaba precisando lidar com outras questões importantes, como por exemplo, o limite reduzido de saque que as plataformas impõem para quem vende sem CNPJ.

Não tenha dúvidas, diante da alta carga tributária, vender infoprodutos como pessoa física, não é uma boa opção.

Como funciona a tributação para infoprodutores na pessoa jurídica

 

Por sua vez, a tributação para infoprodutores que decidem abrir CNPJ para vender cursos, e-books, e mentorias como pessoa jurídica, pode variar em função de alguns fatores, dentre eles:

  • Volume de faturamento do empreendedor;
  • Tipo de infoproduto vendido (produto / serviço);
  • Alíquota de ISS do seu município;
  • Regime tributário adotado.

Quanto ao regime tributário, as opções mais utilizadas são o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Explicaremos detalhadamente como elas funcionam, logo na sequência.

Tributação para infoprodutores no Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário, criado pela Lei Complementar 123/2006, que se destaca por permitir que todos os impostos devidos por uma empresa, possam ser pagos em guia única mensal.

Essa alternativa, em modelo de tributação, pode ser utilizada por infoprodutores que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Entenda as regras e alíquotas:

Venda de e-books no Simples Nacional

No Simples Nacional, a venda de e-books é tributada no Anexo I, com alíquota a partir de 4% sobre o faturamento mensal.

Anexo I

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 11,12% sobre o faturamento.

No entanto, ao escolher uma contabilidade especializada em negócios digitais, e que lhe ajude a aproveitar a isenção de ICMS para e-books, como a Contabiliza+, essa alíquota de contribuição pode ser ainda menor.

Venda de cursos e mentorias no Simples Nacional

Por sua vez, a venda de serviços, como cursos e mentorias, é tributada com base no Anexo III, cuja alíquota inicia em 6% sobre o faturamento.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,50% sobre o faturamento.

Após o detalhamento apresentado acima, é importante esclarecer, que ao contrário do que muitos pensam, o Simples Nacional nem sempre é a melhor opção para os infoprodutores.

Tributação para infoprodutores no Lucro Presumido

O Lucro Presumido é um regime tributário que pode ser utilizado por infoprodutores e empresas em geral que faturam até R$ 78 milhões por ano.

Em muitos casos, esse regime se mostra mais econômico para os infoprodutores, que o próprio Simples Nacional. Veja como funciona:

Venda de e-books no Lucro Presumido

No Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de e-books, possui alíquota de 2,28%, quando a contabilidade consegue aproveitar a isenção de PIS/COFINS e ICMS sobre a venda dos produtos.

Sem dúvida alguma, uma tributação muito econômica, e capaz de beneficiar quem vende e-books em plataformas como Hotmart, Kiwify, Eduzz e Monetizze.

Venda de cursos e mentorias no Lucro Presumido

Por sua vez, no Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de cursos e mentorias, pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do infoprodutor.

Neste caso, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Somam uma alíquota fixa de 11,33%;
  • Imposto Municipal (ISS): Pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

Após esse resumo sobre os principais regimes de tributação para infoprodutores, saiba que você pode contar com o nosso time de especialistas para descobrir a melhor opção para sua realidade, e assim, economizar no pagamento de impostos.

A Contabiliza+ atende infoprodutores de todas as partes do país, e tem expertise na elaboração de planejamentos fiscais que ajudam nossos clientes a economizar de forma legal na hora de acertar as contas com o fisco.

Tributação para infoprodutores: o que acontece se você não pagar seus impostos

Por falta de orientação e assessoria contábil especializada, muitos acreditam que para vender infoprodutos na internet, não é preciso ter um CNPJ ou recolher impostos.

Na prática esse é um verdadeiro equívoco, que por sinal, pode trazer muitos problemas para o empreendedor perante o fisco.

Veja o que a Lei 8.846/94 que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais, diz logo em seu primeiro artigo:

“Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.”

Observe que a legislação deixa claro que a emissão de notas fiscais é obrigatória para quem vende mercadorias ou presta serviços, sem fazer qualquer distinção entre itens físicos ou digitais.

Sendo assim, você que vende um produto digital (e-book) ou presta um serviço (cursos e mentorias), precisa emitir nota fiscal para os seus clientes, e com base no valor total das notas faturadas, recolher seus impostos.

Aquele que não age dessa forma, comete um crime contra a ordem tributária, conforme prevê a Lei 8.137/90, que dentre outras coisas, diz o seguinte:

Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:

…V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação

Pena – reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.”

Diante do que determina a legislação em vigor, o infoprodutor que não emite nota fiscal pode sofrer com penalidades como:

  • Retenção de declaração na malha fina;
  • Proibição de renovar passaporte;
  • Multa e juros sobre impostos devidos;
  • Responsabilização judicial por sonegação fiscal;
  • Em casos mais graves, até 5 anos de prisão.;
  • Dentre outras penalidades previstas em legislações complementares.

Você precisa fazer a coisa certa e a tributação para infoprodutores pode ser muito menor do que você imagina. Conte com o apoio do nosso time de especialistas!

Tributação para infoprodutores e o cruzamento de informações com o fisco

Se você vender infoprodutos e não emitir todas as notas fiscais, o fisco tem diversos meios para identificar essa questão, incluindo a DIMP – Declaração de Informações de Meios de Pagamentos.

A DIMP é uma obrigação acessória regulamentada pelo Convênio ICMS 134/2016 e pelo Ato Cotepe ICMS 65/2018.

De acordo com a legislação em questão, todas as plataformas que fazem a intermediação de pagamentos eletrônicos, precisam informar ao fisco, o volume de vendas mensais dos infoprodutores.

Na prática, o que estamos querendo dizer e você precisa saber, é que plataformas como Hotmart, Eduzz, Monetizze e Kiwify, estão obrigadas a dizer para o fisco quanto você anda vendendo.

Sendo assim, se você vende infoprodutos e não emitir notas fiscais, bem como, recolher os impostos devidos, o fisco saberá disso através de um cruzamento de dados, e poderá tomar as medidas cabíveis.

Tributação para infoprodutores e o planejamento tributário para pagar menos impostos na venda de infoprodutos

O planejamento tributário é uma prática legal que visa otimizar a carga tributária de um negócio, garantindo que a empresa pague apenas os impostos necessários, de acordo com a legislação vigente.

No caso da venda de infoprodutos, como cursos online, e-books e outros conteúdos digitais, há algumas estratégias que podem ser consideradas para reduzir a carga tributária.

Sendo assim, é fundamental que o infoprodutor conte com um contador especialista para ficar por dentro de todas as possibilidades.

Como abrir CNPJ para pagar menos impostos na venda de infoprodutos

Como funciona a tributação para infoprodutores na pessoa jurídica

Para manter suas obrigações em dia com o fisco e pagar menos impostos na venda de infoprodutos, a melhor coisa que você pode fazer é abrir um CNPJ.

Partindo desse princípio, preparamos um passo a passo completo e detalhado para que você entenda como funcionam os trâmites para abertura de CNPJ. Confira!

1.Contrate uma contabilidade especializada

Para abrir o seu CNPJ, você precisará contratar um contador, preferencialmente, que tenha expertise em negócios digitais.

Aqui na Contabiliza+, por exemplo, nós atendemos infoprodutores, coprodutores e afiliados de todas as partes do país, pois além de ser uma contabilidade digital, conhecemos todos os detalhes e particularidades desse mercado.

O nosso time de contadores está preparado para esclarecer todas as suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura do seu CNPJ, lhe ajudar a pagar menos impostos, e fornecer orientações para que você emita suas notas fiscais.

2.Separe os documentos necessários

Logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

Importante: Caso você não tenha um endereço comercial para registrar o seu CNPJ, você pode registrar a sua empresa em nossa sede virtual. Entre em contato conosco para saber mais sobre essa possibilidade.

3.Defina o tipo de CNPJ

Durante os trâmites para abertura da sua empresa para venda de produtos digitais, você também precisará definir qual é o melhor tipo de CNPJ para os seus objetivos. Dentre as opções, podemos destacar:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por infoprodutores interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por infoprodutores que tenham interesse em abrir um negócio em sociedade com outras pessoas.

4.Aguarde a abertura da sua empresa

Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto o nosso time cuida da abertura e legalização da sua empresa para venda de infoprodutos, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Assim que tudo estiver em ordem, você poderá vender seus infoprodutos no CNPJ, mantendo as obrigações em dia com o fisco, e pagando menos impostos.

Tributação para infoprodutores: benefícios da abertura de CNPJ

Quando o assunto é a tributação para infoprodutores, você já sabe que vender seus produtos como pessoa jurídica, ou seja, através de um CNPJ, pode lhe garantir uma importante economia na hora de acertar as contas com o fisco.

No entanto, os benefícios de atuar como PJ (pessoa jurídica), não se limitam a economia de impostos, e também incluem itens como:

  • Contratação de plano de saúde: Com um CNPJ, você poderá contratar um plano de saúde empresarial para você e para a sua família (planos empresariais são mais baratos que planos para pessoa física).
  • Lucro isento de IRPF: Todo lucro gerado no CNPJ, poderá ser transferido para sua pessoa física, com isenção de IRPF (imposto de renda).
  • Abertura de conta bancária empresarial: Você poderá abrir uma conta PJ e ter acesso a serviços como linhas especiais de crédito e links de pagamento.

Não tenha dúvidas, vender cursos, e-books e mentorias com um CNPJ, é a melhor opção para os infoprodutores de plantão.

Tributação para infoprodutores: quanto custa abrir um CNPJ?

Ao contrário do que muitos pensam, o investimento para abrir um CNPJ voltado para venda de infoprodutos não é elevado, e em pouco tempo é recuperado pela economia de impostos que essa decisão pode garantir.

Basicamente, você precisa levar apenas três itens em consideração. São eles:

  • Honorários da contabilidade: Valor cobrado pelo escritório de contabilidade para cuidar dos trâmites de abertura da empresa (varia de acordo com a política de preços de cada escritório).
  • Aquisição do certificado digital: Custo com a aquisição de um certificado digital para troca de informações com o fisco e entrega de declarações (em média R$ 200,00).
  • Taxa de registro na Junta Comercial: Valor da taxa para registrar a abertura da empresa (valor varia de estado para estado e de acordo com o modelo de constituição da empresa, mas não é elevado).

Para saber mais, obter um orçamento detalhado e economizar, seja na hora de legalizar suas atividades ou no momento de pagar impostos, entre em contato conosco!

A Contabiliza+ é especializada em negócios digitais e tem condições imperdíveis para você!

Contabilidade para infoprodutores é com a Contabiliza+

Se você procura uma contabilidade completa, que ofereça todos os serviços e soluções contábeis que um infoprodutor precisa, saiba que você pode contar com a Contabiliza+.

Somos uma contabilidade moderna e digital que atende infoprodutores de todas as partes do país, levando o que há de melhor para os nossos clientes.

Conheça alguns dos nossos diferenciais:

  • Garantia de pagar a menor carga tributária;
  • 13 anos de experiência no seu negócio;
  • Consultoria financeira gratuita por 2 meses;
  • Equipe formada por contadores e advogados;
  • Contabilidade 100% digital. Não há troca de papéis físicos;
  • Sistema de gestão gratuito;
  • Emissor de nota fiscal gratuito;
  • Abertura rápida CNPJ em 48 horas;
  • Atendimento feito por pessoas;
  • Cuidamos de toda abertura de forma digital.

Para saber mais sobre nossos serviços e pagar menos impostos na venda de infoprodutos, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Como uma contabilidade digital, atendemos infoprodutores de todas as partes do país!

Infoprodutor pode ser MEI?

Infoprodutor pode ser MEI?

Infoprodutor pode ser MEI? Essa é uma dúvida comum entre empreendedores que estão começando uma jornada com o objetivo de produzir e vender infoprodutos em plataformas como Hotmart, Eduzz e Monetizze.

Sabendo disso, a Contabiliza+, sua assessoria contábil especializada em negócios digitais, decidiu preparar um artigo completo, onde você vai conferir tudo que precisa saber sobre o MEI, e além disso, tirar dúvidas sobre outros itens importantes, incluindo:

  • Impostos na venda de infoprodutos;
  • Emissão de notas fiscais;
  • Cruzamento de informações (DIMP);
  • Custos para abertura de CNPJ;
  • Dentre outros tópicos relevantes.

Para saber mais e conferir tudo o que o nosso time de especialistas separou para você, continue conosco e acompanhe esse artigo até o final.

O que faz um infoprodutor?

Infoprodutor é a pessoa que cria e comercializa produtos digitais como cursos online, e-books e mentorias.

O infoprodutor geralmente tem conhecimento especializado em uma área específica e utiliza suas habilidades e experiência para criar e vender conteúdos educacionais na internet, através de plataformas especializadas.

Dentre as principais atividades do infoprodutor, podemos destacar:

  • Criação de conteúdo: Desenvolve materiais educativos, como cursos, e-books, webinars e mentorias em determinada área, com base no seu conhecimento e experiência.
  • Plataforma de ensino online: Hospeda os infoprodutos que produz em plataformas como Udemy, Hotmart, Eduzz, Monetizze e Kiwify, para que os interessados ​​tenham acesso ao conteúdo mediante pagamento.
  • Marketing digital: Promove a seus produtos utilizando estratégias de marketing, como tráfego pago, e-mail marketing, marketing de conteúdo, SEO e outras técnicas.

Esse modelo de negócios tem crescido significativamente nos últimos anos, com o aumento da demanda por educação online, sendo, portanto, uma excelente oportunidade para quem sonha em empreender e ganhar dinheiro na internet.

Vale a pena ser infoprodutor?

Quem toma a decisão de ganhar dinheiro como infoprodutor, pode conciliar a atividade com outros modelos de negócio, e tem chances reais de faturar alto.

Confira alguns números impressionantes sobre esse mercado:

  • US$ 16,4 bilhões (mais de R$ 80 bilhões) é o tamanho do montante movimentado pelo setor em 2022, segundo a plataforma de marketing Collabstr.
  • 20,3 milhões de pessoas compraram produtos digitais em 2022 segundo levantamento feito pela Hotmart;
  • 1 a cada 5 brasileiros já adquiriu um produto digital pelo menos uma vez na Hotmart.

A venda de infoprodutos é um negócio escalável, que já mudou a vida de muita gente e fez novos milionários não só aqui no Brasil, mas também no exterior.

No entanto, para evitar problemas com o fisco e declarar os seus rendimentos de forma econômica, evitando pagar mais impostos que o necessário, você precisa abrir um CNPJ.

Continue conosco para conferir se infoprodutor pode ser MEI, e tudo o que você precisa fazer para vender seus produtos de forma legalizada.

O que é MEI?

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, um tipo de empresa que surgiu por meio da Lei Complementar 128/08, com o objetivo de incentivar a formalização de novos negócios.

Desde que surgiu, o MEI se destacou em função da série de benefícios que pode oferecer, incluindo:

  • Processo de abertura da empresa simplificado;
  • Pagamento de impostos em valor fixo e reduzido;
  • Pagamento de impostos em guia única mensal;
  • Acesso do empreendedor a Previdência Social;
  • Permissão para emissão de notas fiscais;
  • Permissão para contratar 1 funcionário;
  • Dentre outros benefícios importantes.

Mas afinal, será que essa é a melhor opção para quem vende produtos digitais? Será que infoprodutor pode ser MEI? Descubra no próximo tópico!

Infoprodutor pode ser MEI?

Infoprodutor pode ser MEI?
Infoprodutor pode ser MEI? – Foto: Freepik

Para descobrir se infoprodutor pode ser MEI, precisamos identificar quais são os códigos de atividade (CNAEs), que devem ser utilizados para a venda de infoprodutos, de acordo com o entendimento do fisco.

CNAE é a sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, um código de 7 dígitos numéricos que fica vinculado ao CNPJ das empresas, indicando quais atividades elas podem desenvolver.

Os códigos CNAE para a venda de infoprodutos são os seguintes:

  • CNAE 4761-0/01 – para venda de e-books;
  • CNAE 8599-6/04 para venda de cursos e treinamentos online.

Sendo assim, é preciso verificar se esses CNAEs estão presentes no rol de ocupações permitidas para os microempreendedores individuais.

Sim. Os CNAEs em questão são parte do rol de atividades permitidas, logo o infoprodutor pode ser MEI. No entanto, é importante ter muita atenção, pois isso não significa que essa será a melhor opção em tipo de empresa para quem vende infoprodutos.

Atualmente, o MEI conta com limite de faturamento anual de R$ 81 mil, ou seja, uma média de R$ 6.750,00 por mês, valor que, em regra, é baixo para quem vende produtos digitais.

Para que você tenha uma ideia, alguns infoprodutores conseguem faturar mais de R$ 81 mil por mês, e a depender do caso, como acontece nos lançamentos 6 em 7, dentro de apenas uma semana.

Infoprodutor não pode ser MEI: qual o melhor tipo de empresa para infoprodutor?

Como vimos no tópico anterior, infoprodutor pode ser MEI. No entanto, em virtude de algumas limitações que esse tipo de empresa possui, dentre elas, o limite reduzido de faturamento, essa não é a alternativa mais indicada para quem deseja ganhar dinheiro produzindo e vendendo produtos digitais.

Na prática, a estratégia mais recomendada, é a abertura de uma Microempresa, que pode ser do tipo individual (sem sócios) ou constituída em sociedade. Veja as melhores opções:

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ para infoprodutores que desejam abrir uma empresa individual, ou seja, sem dividir direitos e responsabilidades com sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ para infoprodutores que desejam abrir uma empresa em sociedade com outros empreendedores.

Vale a pena abrir CNPJ para infoprodutor?

Você já sabe que infoprodutor pode ser MEI, mas que essa não é a melhor alternativa para regularizar suas atividades. Sendo assim, talvez você esteja se perguntando, se realmente vale a pena abrir CNPJ.

Em meio a esse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que de acordo com a legislação em vigor, os infoprodutores que atuam como pessoa física, precisam recolher mensalmente até 27,50% em imposto de renda sobre seus ganhos.

Confira a tabela:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.112.00 Isento Isento
De 2.112,01 até 2.826,65 7,50% R$ 158,40
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 370,40
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 651,73
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 884,96

Por sua vez, aqueles que decidem abrir um CNPJ para regularizar suas atividades, podem recolher seus impostos no Simples Nacional ou no Lucro Presumido, regimes com alíquotas bem mais atrativas.

Além disso, existem outros benefícios que estão associados a abertura de CNPJ, incluindo:

  • Permissão para emitir notas fiscais: Com um CNPJ você poderá emitir notas fiscais para os compradores
  • Contratação de plano de saúde: Com um CNPJ, você poderá contratar um plano de saúde empresarial para você e para a sua família (planos empresariais são mais baratos que planos para pessoa física).
  • Lucro isento de IRPF: Todo lucro gerado na sua empresa, poderá ser transferido para sua pessoa física, com isenção de IRPF.
  • Abertura de conta bancária empresarial: Você poderá abrir uma conta PJ e ter acesso a serviços como linhas especiais de crédito e links de pagamento para fazer vendas no cartão.

Por essas e outras razões, não tenha dúvidas, abrir CNPJ para infoprodutor é uma excelente decisão.

Como funcionam os impostos na venda de infoprodutos como PJ?

A tributação para quem vende infoprodutos no CNPJ, pode variar em função de alguns fatores, como o regime tributário adotado pelo empreendedor e o tipo de produto digital vendido (e-book ou cursos e mentorias).

Na sequência, vamos apresentar as alíquotas e regras de tributação no Simples Nacional e no Lucro Presumido, que por sua vez, são os regimes mais utilizados.

Simples Nacional para infoprodutores

No Simples Nacional, a venda de e-books é tributada no Anexo I, com alíquota a partir de 4% sobre o faturamento mensal.

Anexo I

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 4,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% R$ 378.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 11,12% sobre o faturamento.

No entanto, ao escolher uma contabilidade especializada em negócios digitais, e que lhe ajude a aproveitar a isenção de ICMS para e-books, essa alíquota pode ser ainda menor.

Por sua vez, a venda de serviços, como cursos e mentorias no Simples Nacional é tributada com base no Anexo III.

Anexo III

Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00

Alíquota máxima após as deduções: 19,50% sobre o faturamento.

O Simples Nacional é um regime para pagamento de impostos em guia única mensal, que está disponível para infoprodutores com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Lucro Presumido para infoprodutores

No Lucro Presumido, a tributação sobre a venda de e-books, possui alíquota de 2,28%, quando a contabilidade consegue aproveitar a isenção de PIS/COFINS e ICMS sobre a venda dos produtos.

Por sua vez, neste regime, a tributação sobre a venda de cursos e mentorias, pode variar de 13,33% a 16,33% sobre o faturamento mensal do infoprodutor.

Neste caso, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Somam uma alíquota fixa de 11,33%;
  • Imposto Municipal (ISS): Pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

Não se preocupe em estudar e entender a fundo, todos os detalhes da legislação em vigor. Conte com o time de especialistas da Contabiliza+ para garantir a maior economia possível no pagamento de impostos.

Em resumo, infoprodutor pode ser MEI. No entanto, essa acaba não sendo a melhor opção em função do limite reduzido de faturamento desse tipo de empresa.

Por outro lado, em contrapartida, é possível recolher os impostos com alíquotas reduzidas em regimes como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Infoprodutor precisa emitir nota fiscal?

Você que chegou até aqui, já conferiu tudo o que precisava saber sobre MEI e pagamento de impostos na venda de infoprodutos. Sendo assim, é hora de esclarecer outras dúvidas importantes, a começar pela emissão de notas fiscais.

“Afinal, infoprodutor precisa emitir nota fiscal?”

Por se tratar da venda de produtos digitais, muitos acreditam que não é preciso emitir nota fiscal. No entanto, esse é um verdadeiro engano.

Veja o que a Lei 8.846/94 que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais, diz logo em seu primeiro artigo:

“Art. 1º A emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, relativo à venda de mercadorias, prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis, deverá ser efetuada, para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, no momento da efetivação da operação.” 

Em resumo, todo aquele que vende algum tipo de produto ou presta serviços, precisa emitir nota fiscal para os seus clientes.

Por sua vez, para que não restem dúvidas, a Lei 8.137/90, diz o seguinte:

Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas:

…V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação

Pena – reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.”

Não tenha dúvidas, para manter suas obrigações em dia com o fisco, todo infoprodutor precisa emitir nota fiscal.

DIMP e o cruzamento de dados na venda de infoprodutos

Como vimos no tópico anterior, infoprodutor precisa emitir nota fiscal, e para descobrir se você está emitindo todas as suas notas e recolhendo os impostos devidos, o fisco criou a DIMP – Declaração de Informações de Meios de Pagamentos.

A declaração em questão, obriga as plataformas que intermediam a venda de infoprodutos, a informar mensalmente ao fisco, o valor das vendas de cada infoprodutor.

Com base nesse tipo de informação, o fisco irá apurar se você deixou de emitir alguma nota fiscal, e caso perceba qualquer irregularidade, pode lhe aplicar multas, ou mesmo abrir um processo por crime de sonegação fiscal.

Não corra risco, faça a coisa certa: antes de começar a vender produtos digitais na internet, contratar os serviços de uma contabilidade especializada e preparada para ajudar você a manter suas obrigações em dia com o fisco.

Infoprodutor não pode ser MEI: quanto custa abrir CNPJ?

Já que não vale a pena para infoprodutor ser MEI, você pode estar se perguntando sobre os custos para abrir CNPJ.

Muitos acreditam que para abrir CNPJ como infoprodutor é preciso um alto investimento, quando na prática, os custos se resumem a três itens:

  • Honorários da contabilidade: Valor a ser pago ao escritório de contabilidade responsável pela abertura da empresa.
  • Taxa da Junta Comercial: Taxa de registro da empresa cobrada pela Junta Comercial do estado.
  • Certificado digital: Custo de aquisição do certificado digital utilizado para assinar documentos digitalmente e trocar informações com o fisco.

Para obter um orçamento detalhado e garantir economia na hora de acertar as contas com o fisco, entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas.

Infoprodutor não pode ser MEI: como abrir CNPJ?

Para fechar esse conteúdo com chave de ouro, confira no passo a passo abaixo, as instruções para abrir o seu CNPJ.

1.Contrate uma contabilidade especializada: Para abrir o seu CNPJ, você precisará contratar um contador, preferencialmente, que tenha especialização em negócios do meio digital.

O contador vai esclarecer suas dúvidas, cuidar dos trâmites para abertura da sua empresa, bem como, irá lhe auxiliar a emitir notas fiscais e encontrar o modelo mais econômico para pagamento de impostos.

Ainda não contratou um escritório de contabilidade? Conte com o time da Contabiliza+! Atendemos infoprodutores de todas as partes do país!

2.Separe os documentos necessários: Logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, incluindo:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço que será utilizado no CNPJ.

3.Aguarde a abertura da empresa: Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto o nosso time de especialistas cuida da abertura e legalização do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Estadual na Secretaria de Fazenda;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Para saber mais, tirar outras dúvidas, abrir o seu CNPJ e ao mesmo tempo, economizar no pagamento de impostos, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Dentista pessoa física ou jurídica? Qual a melhor opção?

Dentista pessoa física ou jurídica? Qual a melhor opção?

O que é melhor: atuar como dentista pessoa física ou jurídica? Essa é uma dúvida muito comum entre profissionais da área de odontologia que procuram uma assessoria contábil especializada como a Contabiliza+.

Diante da importância e da recorrência desse tipo de dúvida, o nosso time de especialistas decidiu preparar um conteúdo completo sobre o tema, onde você vai conferir tudo o que precisa saber para tomar a decisão mais assertiva para o futuro da sua carreira.

Continue conosco para descobrir, dentre outras coisas, o caminho que lhe garantirá maior economia de impostos. Vale a pena conferir!

Dentista pessoa física ou jurídica: tributação na pessoa física

Como profissional liberal, o dentista tem a liberdade para desenvolver suas atividades sem a obrigatoriedade de abrir um CNPJ.

No entanto, ao atuar como pessoa física, o profissional precisa contribuir mensalmente para o Imposto de Renda, cuja alíquota pode chegar a 27,50%. Confira a tabela abaixo:

Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir
Até 2.112.00 Isento Isento
De 2.112,01 até 2.826,65 7,50% R$ 158,40
De 2.826,66 até 3.751,05 15% R$ 370,40
De 3.751,06 até 4.664,68 22,50% R$ 651,73
Acima de 4.664,68 27,50% R$ 884,96

Além da contribuição para o Imposto de Renda, como autônomo, você precisará realizar um cadastro na Prefeitura, e com isso, recolher de 2% a 5% em ISS (Imposto Sobre Serviços), sobre cada procedimento que realizar.

Somando os itens, normalmente, esse é o modelo de tributação com a maior carga de impostos para dentistas e outros profissionais autônomos. Por outro lado, a boa notícia, é que como PJ (pessoa jurídica), existem opções mais econômicas.

Dentista pessoa física ou jurídica: tributação na pessoa jurídica

O dentista que procura uma contabilidade e decide abrir um CNPJ, pode optar por regimes de tributação como o Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Na sequência, nós veremos que em ambas alternativas, é possível obter uma importante economia no pagamento de impostos.

Tributação para dentista no Simples Nacional

No Simples Nacional, os dentistas pagam seus impostos em guia única mensal, com alíquota a partir de 6% sobre o faturamento.

Para fins de apuração de impostos nesse regime, os dentistas precisam observar a regra do Fator R, que basicamente, diz o seguinte:

  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume igual ou maior que 28% sobre o próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo III, com alíquota a partir de 6% sobre o faturamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 6,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,20% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% R$ 648.000,00
  • Dentistas optantes pelo Simples Nacional, que possuem despesas com pró-labore e folha de pagamento em volume menor que 28% sobre o próprio faturamento, recolhem seus impostos no Anexo V, com alíquota a partir de 15,50% sobre o faturamento.
Faixa Receita em 12 meses Alíquota Valor a deduzir
Até 180.000,00 15,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Devido ao Fator R, o Simples Nacional normalmente é a melhor opção para dentistas que conseguem ficar no Anexo III, cuja alíquota inicial é de apenas 6% para faturamento mensal de até R$ 15 mil, ou seja, R$ 180 mil por ano.

Tributação para dentista no Lucro Presumido

Por sua vez, quando os cálculos realizados pela contabilidade demonstram que o Lucro Presumido não é a melhor opção, o Lucro Presumido entra em ação.

No Lucro Presumido não temos a figura dos anexos ou do Fator R. Além disso, a alíquota utilizada para calcular os impostos, não varia em função do faturamento.

Neste regime, a regra é a seguinte:

  • Impostos Federais: Alíquota fixa de 11,33% sobre o faturamento;
  • Imposto Municipal (ISS): Alíquota de 2% a 5% sobre o faturamento, a depender da sua cidade.

Poderíamos entrar em mais detalhes sobre cada regime, mas esse não é o nosso objetivo. Na prática, a nossa ideia com esse conteúdo, é demonstrar e comprovar para você, que ser dentista pessoa jurídica é a melhor opção.

Dentista pessoa física ou jurídica: benefícios de atuar como PJ

Você já sabe que como dentista PJ (pessoa jurídica), é possível economizar no pagamento de impostos. Entretanto, o que você talvez ainda não saiba, é que existem outras vantagens associadas a abertura de CNPJ.

São exemplos de vantagens que você vai encontrar atuando com um CNPJ:

  • Mais oportunidades de trabalho: Por questões fiscais e trabalhistas, boa parte das clínicas odontológicas preferem contratar e fazer parcerias com dentistas que atuam como PJ.
  • Facilidade na contratação de funcionários: Ter um CNPJ vai facilitar a expansão dos seus negócios, e dentre outras coisas, a contratação de funcionários, incluindo auxiliares e recepcionistas.
  • Conta bancária empresarial: Um CNPJ vai permitir que você solicite a abertura de uma conta bancária empresarial e tenha acesso a benefícios como linhas de crédito com juros mais baixos para investir no seu negócio, máquinas de cartão de crédito, e outros serviços.
  • Lucro isento de Imposto de Renda: Por fim, todo lucro gerado pelo seu CNPJ, poderá ser transferido para sua pessoa física, com isenção de Imposto de Renda (IRPF), o que fará uma grande diferença na sua declaração anual de IR.

Por esses e outros benefícios, reforçamos mais uma vez, que ser dentista pessoa jurídica é a melhor opção.

Dentista pessoa física ou jurídica: dentista pode ser MEI?

Você que chegou até aqui, já descobriu que ser dentista pessoa jurídica, ou seja, abrir um CNPJ para desenvolver suas atividades, é a melhor opção.

Sendo assim, você pode estar se perguntando: “Mas afinal, qual é o melhor tipo de CNPJ para dentista? Posso ser MEI?”

Diante desse tipo de dúvida, precisamos esclarecer que não. Dentistas não podem ser MEI, pois a odontologia não faz parte da lista de ocupações que são permitidas para os microempreendedores individuais.

Na prática, isso acontece, pois, o MEI foi idealizado como um tipo de empresa voltado para incentivar a formalização de atividades informais, ou seja, que não contavam com legislação própria ou o suporte de conselhos de classe.

Nesse sentido, atividades de cunho liberal, que exigem conhecimento técnico e formação de nível superior, como a odontologia, ficaram de fora da lista de atividades permitidas no âmbito dessa categoria.

Por outro lado, a boa notícia é que existem outras opções em tipos de CNPJ, o que permite que dentistas atuem como PJ (pessoa jurídica).

Quais os tipos de CNPJ para dentistas?

Quando o assunto são tipos de CNPJ para dentistas, existem diferentes opções, uma para cada objetivo. Confira as alternativas mais utilizadas:

SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dentistas interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.

Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dentistas que tenham interesse em abrir um negócio em sociedade com pessoas de outras áreas. Como por exemplo, uma clínica, que tem como sócio o dentista e um investidor.

Sociedade Simples de Odontologia: Tipo de CNPJ voltado para dois ou mais dentistas que desejam constituir uma sociedade para desenvolver suas atividades profissionais.

Não sabe qual opção escolher? Não se preocupe, pois, o nosso time de especialistas da está preparado para apontar a melhor alternativa para os seus objetivos.

Dentista pessoa física ou jurídica: quanto custa abrir CNPJ?

Dentista pessoa física ou jurídica: quanto custa abrir CNPJ?

Não tenha dúvidas, ser dentista pessoa jurídica é a melhor alternativa. No entanto, para colocar esse objetivo em prática e desse ponto para frente, economizar no pagamento de impostos, você precisa concordar em fazer um pequeno investimento inicial.

É hora de falar sobre os custos para abrir CNPJ. A boa notícia é que ele pode ser menor do que você imagina. Confira!

1.Taxa de registro na Junta Comercial

Para abrir CNPJ, você precisará efetuar o pagamento da taxa de registro de pessoas jurídicas na Junta Comercial do seu estado.

O valor dessa taxa, pode variar em função do estado da federação em que você pretende atuar e o tipo de natureza jurídica que você irá adotar (com ou sem sócios).

2.Aquisição de certificado digital

O certificado digital é um item indispensável para troca de informações com o fisco e assinatura eletrônica de documentos.

No mercado, é possível encontrar certificados com validade de 1 ano e custo médio de R$ 200,00, como também, certificados com validade de 3 anos, com um custo maior, na faixa de R$ 500,00.

3.Honorários da contabilidade

Para abrir um CNPJ, você precisará contratar um contador. Logo, será necessário pagar os honorários relativos aos serviços que serão prestados por esse profissional.

O contador cuidará de todos os trâmites para abertura do seu CNPJ, bem como, lhe ajudará a manter suas obrigações em dia com o fisco e economizar no pagamento de impostos.

4.Taxa de registro e anuidade do CRO

Por fim, você precisará pagar a taxa de registro e a anuidade de pessoa jurídica no CRO – Conselho Regional de Odontologia.

Os valores variam anualmente, de acordo com decisão publicada todos os anos pelo CFO – Conselho Federal de Odontologia. Para que você tenha ideia dos valores praticados, a Resolução 14/2022, do referido conselho, determinou o seguinte:

Anuidade da Pessoa Jurídica (com base no valor do seu capital social):

  • Capital Social até R$ 50.000,00: R$ 547,93
  • Capital Social acima de R$ 50.000,00 e até R$ 200.000,00: R$ 1.095,86
  • Capital Social acima de R$ 200.000,00 e até R$ 500.000,00: R$ 1.643,79
  • Capital Social acima de R$ 500.000,00 e até R$ 1.000.000,00: R$ 2.191,72
  • Capital Social acima de R$ 1.000.000,00 e até R$ 2.000.000,00: R$ 2.739,65
  • Capital Social acima de R$ 2.000.000,00 e até R$ 10.000.000,00: R$ 3.287,58
  • Capital Social acima de R$ 10.000.000,00: R$ 4.383,44

Taxa de registro da Pessoa Jurídica: R$ 547,15

Deseja saber mais, obter um orçamento detalhado para abertura da sua PJ de odontologia, bem como uma estimativa da economia real de impostos que você poderá obter? Se a sua resposta foi “Sim”, clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!

Quais os documentos necessários para abrir uma PJ de odontologia?

Ser dentista pessoa jurídica é a melhor opção para quem deseja pagar menos impostos e ter acesso a benefícios que vão alavancar a carreira profissional.

Sendo assim, é hora de conferir e separar a documentação necessária para abertura do seu CNPJ:

  • RG e CPF ou CNH;
  • Registro no CRO – Conselho Regional de Odontologia;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • IPTU do endereço onde funcionará o seu consultório.

Por sua vez, para etapa de registro da pessoa jurídica no CRO, você vai precisar dos seguintes documentos:

  • 01 via de requerimento de inscrição, totalmente preenchido e assinado;
  • Cópia simples do contrato constitutivo e/ou estatuto, alterações e/ou atas (registrados);
  • Cópia simples da licença ou do protocolo de funcionamento da prefeitura;
  • Cópia simples do cartão CNPJ ou protocolo;
  • Declaração de responsabilidade técnica;
  • Cópia simples da cédula CRO ou RG e CPF dos sócios (diretores), responsável técnico e administrativo;
  • Cópia do contrato de trabalho do responsável técnico, no caso de todos os sócios forem pessoas leigas.

Em caso de dúvidas com a documentação, não se preocupe, pois, ao entrar em contato conosco, você vai receber a orientação do nosso time de especialistas.

Dentista pessoa física ou jurídica: como abrir CNPJ

Após esclarecer uma série de dúvidas importantes, e descobrir que ser dentista pessoa jurídica é a melhor opção, é hora de conferir o passo a passo para abertura do seu CNPJ.

Ao contrário do que muitos pensam, o processo é simples e pode ser resumido em apenas alguns passos. Confira!

1.Contrate uma contabilidade especializada

Para abrir o seu CNPJ, você precisará contratar um contador, preferencialmente, que tenha especialização e a expertise necessária para atender dentistas, clínicas e consultórios de odontologia.

O contador é quem vai cuidar de toda a parte burocrática para que você não tenha nenhum tipo de dor de cabeça.

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2.Separe os documentos necessários

Logo após contratar um contador, você precisará separar os documentos necessários para abertura do seu CNPJ, conforme a lista que apresentamos no tópico anterior.

Mais uma vez, vale destacar que em caso de dúvidas, você poderá receber toda orientação e assessoria do nosso time de especialistas.

3.Defina o tipo de CNPJ

Durante os trâmites para abertura da sua PJ de odontologia, você também precisará definir qual é o melhor tipo de CNPJ para os seus objetivos.

Vamos lembrar, quais são as principais opções?

  • SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dentistas interessados em abrir um CNPJ individual, ou seja, sem precisar de sócios.
  • Sociedade Empresária Limitada: Tipo de CNPJ que pode ser utilizado por dentistas que tenham interesse em abrir um negócio em sociedade com pessoas de outras áreas. Como por exemplo, uma clínica, que tem como sócio o dentista e um investidor.
  • Sociedade Simples de Odontologia: Tipo de CNPJ voltado para dois ou mais dentistas que desejam constituir uma sociedade para desenvolver suas atividades profissionais.

4.Aguarde a abertura da sua PJ de odontologia

Por fim, é só aguardar alguns dias, enquanto o nosso time de especialistas cuida da abertura e legalização do seu CNPJ, o que inclui:

  • Registro na Junta Comercial do Estado;
  • Emissão do CNPJ na Receita Federal;
  • Emissão da Inscrição Municipal na Prefeitura;
  • Liberação do Alvará de Vigilância Sanitária;
  • Liberação do Alvará de Localização e Funcionamento na Prefeitura.

Ah, após obter a documentação acima, não se esqueça de solicitar o registro da sua PJ de odontologia no CRO da sua região.

Não tenha dúvidas, ser dentista pessoa jurídica é a melhor opção, e pode ser muito mais fácil com o apoio do time de especialistas da Contabiliza+.

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